Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Siderúrgica chinesa Baosteel diz que EUA violam regras da OMC

Marcelo Villela

O grupo siderúrgico chinês Baosteel acusou os Estados Unidos nesta sexta-feira de quebrarem regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e prometeu apelar contra uma investigação feita pelo país contra a companhia. A empresa pediu ao governo chinês para tomar todas as medidas necessárias para assegurar tratamento justo para o setor.

Autoridades dos EUA lançaram na quinta-feira uma investigação sobre acusação feita pela United States Steel de que siderúrgicas chinesas, incluindo a Baosteel, roubaram segredos e fixaram preços, em mais recente episódio na briga comercial entre os dois países. (Reuters)

Fonte: Mining.com

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Bloomberg Gadfly: Saída da Vale de Hong Kong mostra limite chinês

Marcelo Villela

A decisão da Vale de declarar o fim de sua experiência enquanto ação negociada em Hong Kong mostra mais que o simples fato de que as ofertas secundárias raramente funcionam. Demonstra que a Hong Kong Exchanges & Clearing, operadora da bolsa de valores da cidade, está em melhor posição mantendo puramente papéis da China do que de empresas estrangeiras que dependem da China para crescer.

A Vale, que continua sendo a maior produtora de minério de ferro do mundo apesar das penúrias recentes, abriu seu capital em Hong Kong na forma de recibos depositários baseados em ações existentes em 2010. A fome da China por commodities estava no auge, mas os investidores locais nunca mostraram muito apetite pelas ações da Vale.

Apenas 1,9 milhão dos recibos de Hong Kong baseados em ações ordinárias brasileiras da Vale alternaram de mãos nos últimos 12 meses, contra 7,38 bilhões de ADRs equivalentes dosEUA e 1,87 bilhão de títulos brasileiros subjacentes. (As ações preferenciais da Vale são mais líquidas que as ordinárias, com volumes de 6,8 bilhões nos últimos 12 meses no Brasil).

O pico do volume de transações das ofertas locais da Vale nos últimos 12 meses foi o dia 29 de abril, quando 5,3 milhões de dólares de Hong Kong (US$ 682.000) em títulos alternaram de mãos. Desde que as ADRs americanas mais populares foram negociados pela primeira vez, em 2002, houve apenas duas ocasiões em que viram tão pouca atividade, segundo dados compilados pela Bloomberg. Nos últimos 12 meses, eles registraram média de US$ 132 milhões por dia.

Em parte, o desempenho medíocre da Vale em Hong Kong reflete o fato de que os investidores institucionais não são muito fãs das ofertas secundárias — a menos que estejam na forma de ADRs dos EUA ou de GDRs de Londres.

Mas, de forma mais ampla, ele mostra que a Hong Kong Exchanges & Clearing não tem sido um sucesso como porta de entrada para ofertas na China.

Basicamente, Hong Kong pouco difere de qualquer outro destino de investimentos importante. Os investidores institucionais conhecem melhor as ações locais e preferem ter ações de empresas cujos grandes anúncios são feitos em seu fuso horário, e não daquelas que podem emitir um alerta de lucro no meio da noite. Isso torna o território um bom lugar para comprar ações da China continental, como por exemplo da Tencent ou do gigante bancário ICBC. Quando o assunto é o minério de ferro brasileiro, nem tanto.

Existe um argumento diferente, usado algumas vezes, de que as ofertas em Hong Kong são mais marketing que mercado. Para empresas como Prada, L’Occitane e Samsonite, uma oferta em Hong Kong poderia ajudar a construir percepção de marca em uma cidade que continua sendo um grande destino turístico para os chineses.

Contudo, se você quer vender seu produto aos consumidores chineses, a melhor estratégiapoderia ser de fato vender seu produto aos consumidores chineses. Este certamente parece ser um caminho mais sensato a percorrer do que gastar milhões de dólares de Hong Kong em tarifas de ofertas por uma ação pouco negociada no lado errado do muro que circunda os fechados mercados de capitais da China. (Boa Informação)

Fonte: Mining.com

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Martifer reduziu prejuízo no primeiro trimestre

O grupo português Martifer, há vários anos presente no mercado brasileiro, teve no primeiro trimestre deste ano um prejuízo de cerca de 600 mil euros, menos 76% do que no mesmo período do ano passado.

 No relatório e contas enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Martifer reporta para o período de janeiro a março uma receita de 49 milhões de euros, menos 23% do que no ano passado.

Apesar desta queda, a empresa melhorou os resultados financeiros no primeiro trimestre, o que permitiu reduzir o prejuízo até março.

A carteira de encomendas da Martifer na área das construções metálicas, o negócio central do grupo, ascendia no final de março a 299 milhões de euros.

Fonte: Portugal Gigital

Redação On maio - 30 - 2016
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