“Apesar de envolvidos até o pescoço em diversos escândalos de corrupção, envolvendo propinas milionárias, os patrões do setor pagam um salário de fome a seus operários”, observa o líder da categoria, Antonio de Sousa Ramalho, o Ramalho da Construção.

Na área de atuação do Sintracon-SP existem mais de dez mil canteiros de obras, envolvendo cerca de 400 mil trabalhadores.

“Nosso Sindicato sempre se pautou pelo diálogo franco e aberto. Mas, após várias rodadas de negociações, os empresários da Construção Civil não ofereceram sequer a reposição da inflação. Isso é um absurdo que precisa ser devidamente exposto para a sociedade”, conclui o sindicalista.

FSindical – 19/05/2016