Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Gerdau alcança destaque no comércio de aços planos

A Gerdau, líder na fabricação de aços longos nas Américas, mais novata no setor de planos abocanhou expressiva fatia das vendas do setor nos últimos meses e pode elevar ainda mais sua participação no mercado de planos este ano.

De 2013 a 2015, as vendas internas de aços planos no Brasil caíram 19%, para 9,8 milhões de toneladas, informa o Aço Brasil. O consumo aparente recuou 17,5%, para 11,5 milhões de toneladas. O volume comercializado pela Usiminas ficou em 3,6 milhões de toneladas, 33,5% menor, e no caso da CSN houve redução de 40%, para 2,8 milhões de toneladas.

Para 2016, o Instituto Aço Brasil prevê consumo aparente de 19,4 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos no país. Considerando a média histórica de participação de planos no total (cerca de 54%), o consumo da área deve chegar a 10,5 milhões de toneladas. Nas previsões mais pessimistas, as vendas internas de Usiminas e CSN recuariam cerca de 30% e, nas otimistas, entre 20% e 10%, respectivamente.

Gerdau e ArcelorMittal não revelaram dados específicos de aços planos, mas a participação do grupo indo-europeu fica na faixa de 18% a 20%.

 A Gerdau ingressou nesse segmento há cerca de 3 anos com a instalação de um laminador de bobinas a quente em Ouro Branco (MG). O equipamento possui capacidade instalada de 800 mil toneladas por ano. Com produção plena, toda direcionada ao mercado interno, teria 8% da demanda – mas acredita-se que parte vá para a exportação.

Além de obter estes resultados por adotar uma estratégia agressiva, adotando descontos concedidos aos clientes e também realizar vendas casadas a preços mais atrativos, outro fator que ajudou a Gerdau a alcançar este patamar no mercado de planos foi a estratégia das concorrentes, CSN e Usiminas.

Em 2013 a CSN vendeu 1,5 milhão de toneladas de aço no exterior, enquanto que em 2015 o volume subiu 2 milhões de toneladas. Já a Usiminas também adotou essa estratégia no período, aumentando seu volume de exportação em 63%, 1,3 milhão de toneladas. Contudo, com o maior comprador de aço brasileiro, os Estados Unidos, instituindo medidas de defesa comercial contra a empresa, o volume de exportação da empresa praticamente deixou de crescer. (Inda)

Fonte: Infomet

Redação On maio - 4 - 2016
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