Sindicato Nacional da Indústria de
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Sbado, 25 de Novembro de 2017






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Brasil e Peru assinam acordos para aumentar comércio

Os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, assinam hoje acordos para ampliação do comércio com o Peru, na capital do país vizinho (Lima).

Um desses acordos estabelecerá regras sobre investimentos, serviços e compras governamentais entre o Brasil e o Peru. Essa será a primeira vez que o País firma acordo internacional na área de compras governamentais.

Está prevista ainda a assinatura de acordo para antecipação da desgravação (redução de tarifas) para alguns bens exportados pelo Brasil ao Peru. A desgravação, antes, estava prevista para 2019.

Ainda no encontro, os ministros têm reuniões com a ministra do Comércio Exterior peruana, Magali Silva, e também com a chanceler do país, Ana Maria Sánchez. Segundo o Itamaraty, serão tratados com a chanceler temas da agenda bilateral e regional, como integração de infraestrutura, cooperação fronteiriça e combate ao narcotráfico.

Está será a primeira visita oficial de Mauro Vieira ao Peru. Já Armando Monteiro esteve no país em julho do ano passado. Na ocasião, foram negociados os acordos que serão assinados agora. A ida ao país é parte da estratégia do governo de aproximação com os países da Bacia do Pacífico.

Exportações

De acordo com dado do MDIC, as exportações brasileiras no primeiro trimestre de 2016 para o Peru foram de US$ 410,4 milhões, 14% acima do registrado no mesmo período de 2015 (US$ 359,8 milhões). Já as importações brasileiras do Peru atingiram US$ 199,4 milhões, 37,9% menos que o alcançado no primeiro trimestre de 2015 (US$ 321,6 milhões).

O resultado foi um superávit para o Brasil de US$ 210,9 milhões no primeiro trimestre, contra saldo de US$ 38,2 milhões no mesmo período de 2015. A corrente de comércio somou US$ 609,9 milhões este ano, valor 10,4% menor que o registrado um ano antes (US$ 681,4 milhões).

DCI – 29/04/2016

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Volume das exportações brasileiras sobe, mas receita continua em queda

As exportações brasileiras avançam em quantidade, mas rendem cada vez menos. E o fenômeno não vale só para commodities: o aumento no volume das vendas de produtos industrializados, de maior valor agregado, não é acompanhado por receitas maiores.

Com a desvalorização do real, os empresários brasileiros tiveram espaço para realizar um “repasse cambial”, justificou André Leone Mitidieri, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex). “Eles puderam reduzir os preços em dólar para tornar os produtos mais atraentes e ganhar mercado lá fora”, afirmou o especialista.

No primeiro trimestre deste ano, os 155,698 bilhões de quilos de vendas brasileiras renderam US$ 40,573 bilhões. Em igual período de 2015, o volume foi 14,4% menor (133,296 bilhões de quilos) e a receita, 5,4% maior (US$ 42,775 bilhões).

Outro fator que afeta o rendimento das exportações é a redução do consumo mundial. “A economia do planeta está crescendo em um ritmo menor. Com menor demanda, os preços tendem a cair”, disse Mitidieri.

A diminuição do retorno com as vendas de manufaturados, por exemplo, é causada também pelo arrefecimento da economia latino americana, onde estão alguns dos maiores compradores de produtos brasileiros, e pelo crescimento da concorrência de outros países.

José Luiz Pimenta, professor de relações internacionais da ESPM, exemplificou: “empresários daqui enfrentam concorrência crescente de chineses, americanos e europeus em países como Colômbia, Chile, Peru e México”.

Entre janeiro e março deste ano, foram vendidos 12,181 bilhões de quilos em manufaturados, alta de 13,6% na comparação com 2015 (10,721 bilhões de quilos). Enquanto isso, as receitas recuaram 1,7%, para US$ 16,474 bilhões.

Commodities mais baratas

A mesma situação foi registrada, neste ano, em negociações de produtos básicos, com recuo de 5,4% na receita (US$ 17,379 bilhões) apesar do crescimento de 18% no volume (129,770 bilhões de quilos).

“Tivemos uma série de negociações com outros países e um acesso a novos mercados, o que favoreceu os embarques de produtos básicos, como minério de ferro, soja, milho, carne bovina. Mas a queda global nos preços das commodities impediu uma melhora das receitas”, afirmou Pimenta.

A mesma situação foi registrada para semimanufaturados. Os embarques dos produtos intermediários renderam 8,5% menos em três meses de 2016 (US$ 6,249 bilhões), ainda que o volume de exportações tenha crescido 11,2% (12,284 bilhões de quilos).

Principais produtos

Em três meses deste ano, o volume de embarques dos cinco produtos básicos mais vendidos – soja, minério de ferro, milho, petróleo e carne de frango – aumentou na comparação com igual período de 2015. Mesmo assim, só foi registrado crescimento nas receitas para milho e soja.

A situação dos manufaturados mais vendidos foi mais equilibrada. Cresceram os volumes de automóveis, aviões, óxidos de alumínio e polímeros de etileno, enquanto caiu a quantidade negociada de partes e peças para veículos. Os valores recebidos aumentaram no caso de automóveis, aviões e polímeros de etileno, mas caíram para óxidos de alumínio e peças para veículos.

Já os semimanufaturados tiveram pior rendimento. Os volumes cresceram para celulose, açúcar, ligas de ferro, couros e peles e produtos de ferro ou aço. As receitas só avançaram nas vendas de celulose.

Importações em queda

Por outro lado, a queda no valor gasto por brasileiros no exterior é acompanhada por um recuo no volume importado. Entre janeiro e março deste ano, foram comprados 32,851 bilhões de quilos por US$ 32,186 bilhões, ante 38,235 bilhões de quilos por US$ 48,235 bilhões em igual período do ano passado.

A intensidade da diminuição, entretanto, também afetou mais o valor (-33,3%) do que o volume (-14,1%). Segundo Mitidieri, a queda na demanda global mais uma vez justifica o descompasso registrado nas negociações.

Na separação por fator agregado, recuaram os volumes importados de produtos básicos (-5,4%, para 15,768 bilhões de quilos) e manufaturados (-23,9%, para 15,068 bilhões de quilos). Já as importações de semimanufaturados aumentaram 14,8% em 2016, para 2,014 bilhões de quilos.

A lista de mercadorias mais compradas pelos brasileiros é composta por manufaturados: medicamentos, peças para veículos, petróleo, circuitos integrados e automóveis. Neste ano, houve aumento no volume e nos gastos com medicamentos, enquanto todos os outros números recuaram.

Os entrevistados ressaltaram que a queda nas importações é causada pela fraqueza na atividade econômica. Eles destacaram também que o recuo das compras, especialmente de bens de capital (manufaturados), pode afetar a produtividade do País no longo prazo.

DCI – 29/04/2016

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CMOC, da China, adquire ativos da Anglo American

Uma das transações mais esperadas pelos setores de mineração e fertilizantes foi finalmente anunciada ontem. Em comunicado divulgado pela matriz em Londres, o grupo Anglo American, cujas vendas globais giram em torno de US$ 23 bilhões, confirmou a venda, por US$ 1,5 bilhão, de seus negócios de fosfatos e nióbio, concentrados no Brasil, para a China Molybdenum Co, mais conhecida como CMOC.

O valor da venda já era cantado em verso e prosa há anos, e nem o comprador causou grande surpresa. Nos bastidores, a CMOC já aparecia entre as empresas interessadas nesses negócios, cujos ativos são avaliados em cerca de US$ 1,3 bilhão e que geraram receita de US$ 544 milhões no ano passado.

Para a Anglo American, é um passo importante de um “reposicionamento estratégico” que permitirá que a empresa se concentre em suas atividades principais e continue a reduzir sua dívida líquida, que deverá recuar para menos de US$ 10 bilhões até o fim deste ano. Para a CMOC, trata-se de uma diversificação cujo objetivo, aí sim, continua a ser alvo de especulações. De qualquer forma, o negócio marca a estreia de um player chinês no mercado brasileiro de fertilizantes.

“Não deixa de ser uma notícia boa, no sentido de que é capital estrangeiro novo investindo no país segundo as regras em vigor”, afirma Carlos Eduardo Florence, diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA). Outra fonte do segmento, que preferiu não ser identificada, também destacou que, com um novo controlador, projetos de expansão da Anglo American que estavam parados nos últimos anos agora têm chance de deslanchar, o que pode reduzir um pouco a dependência dos produtores brasileiros de insumos importados.

Há, contudo, algumas preocupações. Em primeiro lugar, os chineses não são conhecidos pela transparência na divulgação de dados, o que pode transformar o dimensionamento da produção nacional de fosfatados em um desafio até maior do que já é. Também não se sabe se esse investimento da CMOC, que passa a responder por cerca de 10% da produção de fosfatados do país, é o primeiro de uma série, se a empresa se contentará em produzir nutrientes e ficar de fora do mercado dos produtos finais, como a Anglo American ou a brasileira Vale, ou mesmo se o negócio servirá para fomentar parcerias.

No caso da operação de nióbio, os ativos adquiridos pela companhia chinesa – que tem ações negociadas nas bolsas de Hong Kong e Xangai – representam o segundo maior volume de produção do mundo, atrás apenas do total movimentado pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM). No ano passado, o complexo do grupo localizado em Goiás extraiu 6,3 mil toneladas da matéria-prima, utilizada em larga escala em ligas com o ferro para uso da indústria siderúrgica.

Os ativos de fosfato comprados pela CMOC estão concentrados em Goiás e São Paulo. É também em Goiás que está a extração do nióbio (ver infográfico). Diferentemente do observado na área de fertilizantes, outros investidores chineses já se interessaram pelo nióbio brasileiro. A CBMM, que é controlada pela família Moreira Salles, vendeu em 2011 15% de suas ações a um consórcio de siderúrgicas da China bancadas pelo Citic Group, por US$ 1,95 bilhão.

Desde então, a atratividade do nióbio diminuiu. As ligas de ferronióbio são mais utilizadas em aços de alta resistência, para o transporte de gás, por exemplo, ou para equipamentos pesados. O excesso de capacidade de aço no mundo e o corte de investimentos em petróleo e gás cortou a procura pela liga. Nos últimos 12 meses, os preços de referência do ferronióbio brasileiro posto na Europa caíram 6%.

Valor Econômico – 29/04/2016

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Grupo de economistas defende que o Reino Unido deixe a UE

Um grupo de notáveis economistas britânicos rebateu as alegações de que o Reino Unido ficaria mais pobre se deixasse a União Europeia (UE), num anúncio feito na esteira de uma série de previsões sombrias para a economia britânica se os eleitores optarem por deixar o bloco em um plebiscito em junho.

Em um relatório publicado ontem pelos oito “economistas a favor da Brexit”, em referência à expressão que está sendo usada para designar uma saída britânica da UE, o grupo afirmou que a economia do Reino Unido estaria melhor fora do bloco e poderia crescer até 2% até 2020 se deixasse o bloco e até 4% após 10 a 15 anos.

O grupo de acadêmicos e economistas do setor financeiro, alguns dos quais serviram anteriormente como assessores do governo, compararam a UE a um “jardim murado” que impõe tarifas punitivas e barreiras regulatórias sobre bens e serviços produzidos fora de seus 28 Estados-membros. Abandonar o bloco permitiria ao Reino Unido fazer transações comerciais com o resto do mundo sob as regras estabelecidas pela Organização Mundial do Comércio, possibilitando que os britânicos reduzam barreiras comerciais unilateralmente, argumentaram.

Essa estratégia de livre mercado não é defendida por todos os que são favoráveis à saída britânica da UE, muitos dos quais dizem que o Reino Unido deve, na verdade, tentar manter o acesso ao mercado único europeu após uma possível saída.

A economia se tornou o principal campo de batalha em um debate sobre o futuro do Reino Unido na UE, antes do plebiscito marcado para 23 de junho, em que os cidadãos britânicos decidirão se continuarão no bloco.

O primeiro-ministro David Cameron, que está liderando uma campanha para o Reino Unido permanecer na União Europeia, vem usando a segurança econômica como ponto central de sua argumentação, dizendo que seria melhor para os britânicos ficar por causa do acesso ao maior bloco comercial do mundo que a permanência oferece.

Cameron estava em plena campanha ontem, ao lado do ex-líder sindical Brendan Barber, reunindo-se com trabalhadores de uma linha de montagem de veículos para dizer que uma saída da UE poderia ameaçar empregos e salários.

Os economistas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico e o Fundo Monetário Internacional têm apoiado a visão de que sair do bloco prejudicaria a economia do Reino Unido. A OCDE, sediada em Paris, informou na quarta-feira que uma saída britânica da UE seria semelhante a um imposto permanente sobre a renda do país.

Os defensores da saída dizem que deixar o bloco libertaria o Reino Unido de uma regulação severa e custos pesados e o tornaria mais livre para lidar com regiões de crescimento mais rápido do mundo.

Patrick Minford, professor de economia aplicada na Universidade de Cardiff, no País de Gales, e um dos autores do relatório de ontem, disse que os preços de produtos como alimentos provavelmente cairiam se o Reino Unido estivesse fora da UE porque o país não estaria sujeito às tarifas da UE sobre mercadorias importadas. “Os consumidores pagam preços mais elevados dentro da união”, disse Minford em uma entrevista coletiva.

Roger Bootle, fundador da consultoria de economia Capital Economics e outro autor do relatório, acrescentou que aqueles que argumentam a favor de permanecer na UE exageram os benefícios da adesão, especialmente dado o fraco desempenho econômico do bloco nos últimos anos em relação a outras economias avançadas. “A UE toma algumas decisões econômicas muito ruins”, disse ele.

Ativistas que defendem a permanência na União Europeia criticaram as descobertas dos economistas, dizendo que elas contradizem a opinião da maioria dos acadêmicos e instituições.

“Nós não estamos falando apenas de uma análise do Tesouro – estamos falando de pontos de vista e avaliações de algumas das principais organizações econômicas internacionais como a OCDE e o FMI”, afirmou a porta-voz de David Cameron.

Os esforços do primeiro-ministro para concentrar o debate na segurança econômica foram reforçados por uma visita ao Reino Unido, na semana passada, do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que alertou que as perspectivas do Reino Unido de forjar um acordo comercial com os EUA sofreriam se ele deixasse o bloco europeu.

Em meio a um foco maior na economia ao longo das duas últimas semanas, o público britânico parece ter se tornado um pouco mais convencido de que seria pior para o Reino Unido sair da União Europeia, sugerem as pesquisas de opinião pública.

Das 1.650 pessoas ouvidas em uma pesquisa nesta semana, 35% disseram achar que a economia ficaria pior se o Reino Unido saísse da UE, contra 31% no começo de abril, de acordo com o instituto de pesquisa YouGov. Cerca de 22% disseram que achavam que a economia ficaria melhor e 27% disseram acreditar que não faria muita diferença. Os demais disseram não saber.

Valor Econômico – 29/04/2016

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Economia dos EUA cresce 0,5% no 1º trimestre, ritmo mais lento em 2 anos

A economia americana teve seu primeiro trimestre mais fraco em dois anos. O PIB cresceu a uma taxa anualizada de 0,5%, abaixo dos 0,7% projetados pelo mercado e um terço aquém da expansão nos três meses finais de 2015 (1,4%).

Os números revelam pé no freio, num quadro mais corriqueiro em tempos de crise: americanos compraram menos, e investidores cortaram gastos.

Divulgada nesta quinta-feira (28) pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos, a performance mostra cautela de corporações e consumidores, ainda que a economia tenha sinalizado que os dias de crise ficaram para trás.

Em março, por exemplo, o país criou 215 mil postos de trabalho, e analistas dizem que há pouca chance de o país cair em nova recessão.

Preços mais em conta de gasolina, em tese, seriam outro incentivo para menos timidez na hora de desembolsar.

“Fundamentalmente, a economia está saudável, e a baixa taxa de desemprego oferece um quadro bem mais resiliente em relação a outros anos. Contudo, resíduos de incerteza econômica e ausência de pressões salariais deixam consumidores apreensivos”, diz Carl Riccadonna, economista-chefe da Bloomberg Intelligence (braço de pesquisa da agência).

“Isso deve mudar ao longo do ano, caso a criação de empregos permaneça robusta”, afirma.

Um começo fraco, no entanto, não é novidade. Nos últimos anos, a largada anual registrou expansões menores que 1%, mas os trimestres seguintes tiveram média acima de 2,5%.

Vale lembrar que o dado divulgado nesta quinta ainda terá revisões, e é comum que esses números variem bastante. “Seria sábio não reagir com exagero aos números de quinta-feira”, diz coluna do “Wall Street Journal”.

Ainda assim, o desempenho deixa a desejar. “Salvo um milagre, parece que o crescimento do PIB caminha para outro ganho inexpressivo de cerca de 2% em 2016”, afirmou Paul Ashworth, economista-chefe da consultoria Capital Economics, ao jornal americano. No ano passado, o país cresceu em torno de 2,4%.

O economista José Márcio Camargo, da Opus Investimentos, aponta duas consequências para o Brasil, uma boa, outra ruim.

“Por um lado, o Fed [banco central americano] pode manter taxas de juro baixas por mais tempo, o que é positivo, se conseguirmos resolver nossa confusão política”, diz.

Nesse cenário, juros baixos empurram investidores a se aventurar em outros países. Se as taxas subirem de novo, o que é esperado na medida em que a economia desatrofia, eles voltam a direcionar seus recursos aos EUA.

Mas um PIB fraco não é motivo de festa para o Brasil, segundo Camargo. “Se a economia americana desacelera, isso reduz o crescimento mundial e aumenta o risco de deflação e de estagnação a longo prazo.”

CARTEIRA FECHADA

O comportamento corporativo influenciou na baixa taxa anualizada do PIB, com retração de 5,9% em investimentos fixos —gastos com estrutura e equipamento caíram 10,7% e 8,6%, respectivamente.

O consumo das famílias, que responde por 70% da performance econômica, ampliou num passo de 1,9% no trimestre inaugural de 2016.

O desembolso em bens materiais só avançou 0,1%, pior rendimento em cinco anos. Bens duráveis, como novos carros e TVs, caíram 1,6%. Melhores foram os gasto com serviços, que aumentaram 2,7%.

Os americanos estão, isso sim, mais cautelosos: o hábito de poupar cresceu 5,2%.

Um alento: o investimento com moradia avançou 14,8%, maior pulo em quase quatro anos. E quem compra casa nova tende a eventualmente comprar geladeira, fogão e outros bens duráveis, apontam economistas.

Folha de S.Paulo – 29/04/2016

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Desaceleração da China deve impactar América Latina

A recessão da região da América Latina pode piorar se a economia chinesa desacelerar mais do que esperado e atingir os exportadores de commodities, disse o Fundo Monetário Internacional (FMI). A região tem sido atingida pela desaceleração do crescimento global, preços menores das commodities e condições financeiras globais mais apertadas. A projeção é que a atividade econômica da região caia 0,5% em 2016, disse o FMI ontem.

DCI – 29/04/2016

Redação On abril - 29 - 2016
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