Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Produção de aço do Japão em março cai pelo 19º mês seguido

A produção de aço bruto do Japão em março recuou pelo 19o mês consecutivo, a série mais longa de declínios desde a crise financeira da Ásia de 1997 a 1999, em meio a uma demanda doméstica fraca por veículos e residências, bem como um duro ambiente para exportações.

 A contínua queda na produção siderúrgica do país reforça indicações de uma desaceleração na economia, enquanto levanta dúvidas sobre os esforços de Tóquio para reacender o crescimento do país e encerrar décadas de deflação.

A produção japonesa de aço bruto caiu 6,8 por cento em março sobre um ano antes, para 8,65 milhões de toneladas, afirmou a Federação de Ferro e Aço do Japão nesta quarta-feira, ampliando uma série de quedas iniciada no final de 2014.

A última vez que a produção siderúrgica do Japão caiu por 19 meses seguidos foi entre dezembro de 1997 e junho de 1999, quando uma crise cambial global se espalhou por muitos mercados asiáticos.

“A fraqueza na produção de aço deve continuar diante da demanda fraca e os recentes terremotos no sul do Japão, que atingiu a cadeia de fornecedores das montadoras de veículos japonesas”, disse um pesquisador da federação.

Uma série de tremores de terra alcançando magnitudes de até 7,3 atingiu um centro industrial no sul do país na semana passada, forçando grandes empresas como Toyota, Sony e Honda a fecharem fábricas.

Fonte: Reuters

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NLMK South America apresenta novidade em chapas de aço de alta resistência na Expomin 2016

Chapas de aço QUARD® e QUEND® são resistentes à abrasão e aos impactos em aplicações de setores como o da mineração.

A NLMK Group, líder mundial na fabricação de aço e uma das companhias mais eficientes e rentáveis no setor, participa pela primeira vez da Expomin 2016 – XIV Mostra e Congresso Mundial para a Mineração Latino-Americana, que acontece de 25 a 29 de abril, em Santiago do Chile, com suas chapas QUARD® e QUEND®, que possuem altíssima pureza e são resistentes ao desgaste com limite de escoamento muito elevado.

  O QUARD® está disponível nas durezas 400, 450, 500 e 550 Brinell e o QUEND® com limite de escoamento de 700, 900 e 960 Mpa. “Nossos aços são produzidos na usina NLMK Clabecq na Bélgica, localizada a poucos quilômetros do porto de Antuérpia, nos dando uma vantagem competitiva em logística para a América do Sul”, afirma Paulo Seabra, diretor geral para América do Sul da empresa.

Os dois produtos permitem que os equipamentos para mineração, tais como caçambas de escavadeiras e pás carregadeiras, básculas de caminhões fora de estrada, revestimentos de britadores, chutes e laterais de transportadores, sejam mais resistentes, em substituição aos aços comuns de menor resistência e em substituição a outros aços descritos como resistentes ao desgaste, mas sem a mesma performance do QUARD®, agregando valor aos produtos dos clientes, que terão um tempo de vida útil maior, além da redução do período perdido com paradas para manutenção. “Isso irá resultar em um aumento de produtividade”, ressalta Seabra.

“O evento será uma ótima oportunidade para geração de novos negócios, já que teremos contato direto com clientes e parceiros”, finaliza Seabra.

A NLMK —Fundada em 1931, a Novolipestsk Steel, NLMK, possui um dos mais eficientes sistemas integrados de aço do mundo. Seus produtos de alta qualidade são utilizados em vários segmentos da indústria, de construção a engenharia de fabricação de equipamentos para geração de energia e turbinas eólicas. Com bases de produção localizadas na Rússia, Europa e Estados Unidos, a companhia é considerada uma das mais rentáveis do mundo e gera US$ 10 bilhões em receita.

Fonte: Fator Brasil

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Estoque de aço da Usiminas cai 48% no trimestre, na comparação anual

SÃO PAULO  –  A Usiminas conseguiu reduzir no primeiro trimestre seu estoque de aço com o corte na produção durante o período. Os estoques terminaram março em 485 mil toneladas, o que significa um giro de 48 dias. A queda frente ao mesmo período do ano passado foi de 48% e de 24,1% perante o quarto trimestre, em volumes. O giro entre outubro e dezembro do ano passado era também de 48 dias, mas encontrava-se em 67 dias um ano antes.

O material consta da apresentação divulgada pela Usiminas para sua teleconferência em que comenta os resultados. No início do evento, Rômel Erwin de Souza, presidente da companhia, reforçou a estratégia da siderúrgica de vender ativos, reduzir investimentos e capital de giro e conseguir reforços de caixa como da Mineração Usiminas (Musa) para sanar as finanças do grupo. “Estamos buscando credibilidade e liquidez com nossos clientes e investidores, que darão sustentação aos nossos negócios”, comentou o executivo-chefe a analistas e investidores.

Também na teleconferência, Ronald Seckelmann, diretor financeiro e de relações com investidores, explicou que as exportações de minério de ferro realizadas pela Usiminas no primeiro trimestre, pela primeira vez em mais de um ano, foram fruto de “uma janela de oportunidade” por conta dos preços mais vantajosos, e foram feitas com estoque do material em seu terminal.

Investimentos

O nível de investimentos da Usiminas no primeiro trimestre, de R$ 70,1 milhões, fugiu do normal, segundo Seckelmann. O executivo disse que o patamar foi “baixo demais”. “Eu alerto para que vocês não anualizem esse número”, afirmou. “Nossa meta continua sendo a mesma, de um número de investimento metade do que vimos no ano passado”, acrescentou. A Usiminas investiu R$ 784 milhões em 2015.

Valor Econômico – 25/04/2016

Redação On abril - 25 - 2016
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