Sindicato Nacional da Indústria de
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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O balanço das siderúrgicas e metalúrgicas nos últimos 7 anos

Luísa Melo

O ano de 2015 foi desafiador para as empresas de siderurgia e metalurgia no Brasil. Elas tiveram de enfrentar a concorrência com o aço chinês e a queda da demanda interna, corroída pela crise.

Segundo levantamento feito pela Economatica com 14 companhias, as vendas no setor caíram 1% entre 2014 e o ano passado, passando de 79,6 bilhões de reais para 78,8 bilhões de reais.

Essa é a segunda queda consecutiva. Em 2013, melhor ano para o segmento desde 2009 (início do recorte), as receitas chegaram a 80,1 bilhões de reais.

No acumulado dos últimos sete anos, porém, o faturamento do setor cresceu 45,4% – partindo de 54,2 bilhões de reais para 78,8 bilhões de reais.

Em 2015, o resultado das 14 empresas analisadas, juntas, também foi o pior desde 2009: um prejuízo de 6,47 bilhões de reais. Excluída a Gerdau da conta (que teve números negativos excepcionais no ano), o prejuízo do setor cai para 1,92 bilhão de reais.

Neste quesito, o melhor momento para a área foi 2010, quando toda a amostra teve um lucro de 6,49 bilhões de reais – 4,35 bilhões de reais só da Gerdau.

Já a dívida consolidada das siderúrgicas e metalúrgicas foi de 59,40 bilhões de reais em 2014 para 72,55 bilhões de reais em 2015 – um salto de 22,2%. Em 2009, ano inicial do levantamento, ela era de R$ 36,9 bilhões de reais.(Comissão de Valores Mobiliários).

Nas fotos, veja os dados de cada uma das empresas nos últimos sete anos. Eles foram compilados a partir de demonstrativos financeiros apresentados à CVM

Fonte: Exame

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Em um mês, aço sobe cerca de 25% para distribuidores

As produtoras de aço plano do Brasil estão avisando que promoverão no começo de maio uma nova rodada de aumento de preços a distribuidores de dimensão semelhante ao já aplicado em abril, selando uma majoração de cerca de 25% em um mês, informou nesta terça-feira a entidade que representa a distribuição, Inda.

  “A ArcelorMittal já comunicou distribuidores sobre reajuste de 12% nos preços de maio e CSN e Usiminas devem aumentar acima de 10%”, disse nesta terça-feira o presidente do Inda, Carlos Loureiro, após ter afirmado que um aumento de nível similar já aconteceu neste mês.

Segundo o executivo, as siderúrgicas estão acompanhando a reação dos preços internacionais dos metais, especialmente na China e nos Estados Unidos, nas últimas semanas, incluindo minério de ferro, sucata e carvão.

De acordo com Loureiro, o aumento do preço do aço tende a ser repassado integralmente aos clientes dos distribuidores, mesmo diante do quadro de forte recessão econômica.

“O consumo de aço é bastante inelástico, não deve ter grande impacto na demanda”, disse Loureiro, explicando que produtoras e distribuidores devem aproveitar o momento para tentar recompor margens, que têm sido negativas.

Uma fonte a par do assunto afirmou à Reuters que a Usiminas planeja aplicar um aumento de preços de 14% no começo de maio aos distribuidores e que a empresa já começou negociações junto a clientes industriais para reajuste de 10 a 11% também a partir de maio.

A empresa já havia informado no final de março reajuste de preços em abril de 10%.

Procurados, representantes da CSN e da ArcelorMittal afirmaram que as empresas não se manifestam sobre preços praticados.

As ações do setor siderúrgico engrenavam forte alta no início da tarde desta terça-feira, com Usiminas liderando o movimento, com valorização de 10%, enquanto a CSN vinha na sequência, com ganho de 9,4%. Já a ação da Gerdau , que está investindo no segmento de aços planos, subia 8%.

 Trimestre 

Na manhã desta terça-feira, a Inda afirmou que as vendas de aços planos pelos distribuidores em março atingiram 242,9 mil toneladas, uma queda de 5% ante mesma etapa de 2015. Na base sequencial, porém, o número representou aumento de 20%.

No primeiro trimestre, as vendas caíram 13% na comparação anual, puxadas pelas chapas grossas, com recuo de 37,4%.

A expectativa da entidade é de que as vendas deste mês sejam cerca de 7% menores do que em março.

O volume de estoques fechou março em 906,8 mil toneladas, estável sobre o mês anterior, mas uma retração de 16,8% ante um ano antes.

A previsão da Inda é que, influenciada pela forte alta do dólar nos últimos meses, a balança comercial do aço seja superavitária para o Brasil em 2016, o primeiro saldo positivo em sete anos.

O número, apoiado numa previsão de queda de 28% das importações e de alta de 21% das vendas ao exterior, considera o comércio de produtos que usam aço na fabricação, como automóveis e eletrodomésticos.

Fonte: Reuters

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Aço: O braço-de-ferro entre China e grandes países produtores

O braço-de-ferro está para durar no setor siderúrgico mundial. A OCDE juntou, em Bruxelas, ministros e representantes de 30 países. Houve troca de acusações entre a China e os grandes países produtores mas a reunião terminou sem medidas para fazer face ao excesso de produção de aço.

Pequim, responsável por metade da produção mundial, é acusado por Washington e Bruxelas de subsidiar a indústria e as exportações.

Shen Danyang, porta-voz do ministério chinês do Comércio, responde: “A produção chinesa de aço baseia-se na procura interna. Não atribuímos subsídios para fomentar as exportações e, ao mesmo tempo, aumentamos as taxas de exportação para alguns produtos siderúrgicos”.

Washington exige medidas e ameaça Pequim com diferendos comerciais.

Segundo a OCDE, a produção mundial de aço, no ano passado, atingiu 2,4 mil milhões de toneladas. Foi usada apenas 67% da produção.

O excesso de produção provocou a queda dos preços. Há milhares de empregos que estão ameaçados. É o caso de 15 mil funcionários da Tata Steel no Reino Unido.

Fonte: EuroNews

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Rali nos preços do aço é insustentável com alta de produção, diz Cisa

O recente rali dos preços do aço na China, maior mercado consumidor da liga no mundo, será insustentável diante do aumento da produção pelas usinas, afirmou nesta terça-feira a Associação de Ferro e Aço da China (Cisa).

A entidade espera que medidas governamentais para impulsionar a economia sustentem a demanda doméstica por aço e alertou em relatório mensal que o crescente protecionismo no sudeste da Ásia e na Europa vai tornar as exportações mais difíceis.

Fonte: Reuters

 

Redação On abril - 20 - 2016
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