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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Governo britânico negocia venda de siderúrgica da Tata para salvar empregos

Alex MacDonald

O governo do Reino Unido está negociando com a firma de investimento Liberty House para que ela assuma boa parte das operações britânicas da indiana Tata Steel Ltd. EQTATASTEEL -2.01 % , evitando, assim, um fechamento de fábricas que poderia significar o fim da indústria siderúrgica local.

O futuro dessas unidades se tornou um desafio político para o primeiro-ministro David Cameron, que está sendo pressionado a nacionalizar a indústria para salvar milhares de empregos. Cameron vai se encontrar hoje com o primeiro ministro do País de Gales, Carwyn Jones, para discutir o futuro da fábrica da Tata Steel na cidade de Port Talbot, a maior das unidades que pode ser colocada à venda.

“O governo está fazendo tudo o que pode para encontrar uma solução de longo prazo, viável, para salvar a siderúrgica de Port Talbot”, disse Cameron.

O fundador e diretor-presidente da Liberty House, Sanjeev Gupta, disse que está disposto a comprar a fábrica da Tata Steel em Port Talbot, mas quer saber qual tipo de apoio o governo poderia dar à sua firma de commodities de metais, que tem centros de operação em Londres, Dubai, Cingapura e Hong Kong. Ele disse que o governo precisa ajudar nas questões dos passivos do fundo de pensão, os altos custos de energia e os equipamentos deficitários da fábrica, antes que ele considere uma aquisição.

“Eles estão se engajando positivamente, mas [a negociação está] ainda em estágio inicial”, disse ontem Gupta, numa entrevista ao The Wall Street Journal.

O secretário de Negócios do Reino Unido, Sajid Javid, disse que o governo vai considerar todas as opções para ajudar a Tata a encontrar um comprador, incluindo uma possível ajuda do Estado com as obrigações previdenciárias, os custos de energia e regras mais favoráveis nos contratos com o governo. Cerca de 4.300 empregos estão em risco numa região do País de Gales conhecida por sua dependência da indústria siderúrgica.

A Tata Steel, segunda maior siderúrgica da Europa em capacidade de produção, declarou que precisa “urgentemente” vender seus ativos no Reino Unido, que enfrentam graves problemas de financiamento. As operações europeias da companhia registraram nove meses consecutivos de prejuízos até dezembro, segundo os resultados financeiros trimestrais divulgados pelo conglomerado indiano.

O risco de milhares de trabalhadores serem demitidos colocou o governo britânico numa corrida para manter as fábricas da Tata operando, especialmente em Port Talbot. Os líderes do Partido dos Trabalhadores, de oposição, têm exigido a estatização da fábrica, se necessário, para salvar empregos.

As siderúrgicas britânicas vêm sofrendo com os preços baixos do aço e uma onda de importações baratas da China, a maior produtora de aço do mundo. Como as siderúrgicas consomem muita energia, elas também têm sido afetadas por impostos sobre emissões de carbono e outros tributos destinados a levantar recursos para projetos de energia renovável.

As operações da Tata Steel responderam por cerca de 70% da produção de aço do Reino Unido em 2015.

Outra firma de investimento, a britânica Greybull Capital LLP, vem desde dezembro negociando separadamente com a Tata Steel uma potencial aquisição das operações no Reino Unido e de uma laminadora na França que fornece aço para as indústrias ferroviária e de construção.

Os financiadores por trás da Greybull Capital garantiram 400 milhões de libras esterlinas (US$ 569 milhões) para reestruturar os ativos, diz uma pessoa a par do assunto. Os dados finais do investimento, assim como prazos, estão sujeitos a mudanças.

Com a saída de outras empresas, a Liberty House tem se mostrado interessada em entrar no mercado siderúrgico britânico. Ela comprou e reiniciou a operação de uma unidade de laminados a quente em Newport, no País de Gales, dois anos e meio após ela ter sido desativada. Depois, adquiriu uma fábrica de tubos de aço e, no mês passado, comprou duas laminadoras escocesas da Tata.

Gupta disse que a indústria siderúrgica britânica tem que mudar suas práticas de produção, fabricando aço a partir de sucata reciclada e não com altos-fornos que usam matérias-primas importadas, como minério de ferro e carvão.

“Estaríamos fazendo o mesmo aço”, disse ele, mas de forma mais eficiente, sem o alto custo dos fornos que dependem de material importado. “Temos uma matéria-prima doméstica que atende a todas as nossas necessidades,” disse ele.

Valor Econômico – 05/04/2016

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China triplica crédito para América Latina

Os empréstimos da China para países da América Latina quase triplicaram em 2015.

Foram US$ 10,8 bilhões em 2014 e US$ 29,1 bilhões no ano passado. O valor é quase duas vezes maior que os repasses feitos à região, no mesmo período, por organizações multilaterais de desenvolvimento, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). As informações foram divulgadas nesta segunda- feira, no China- Latin America Economic Bulletin.

Segundo o relatório, elaborado por analistas da Universidade de Boston, o gigante asiático tem aumentado sua importância, em meio à crise na região.

“A China emergiu como uma importante fonte de financiamento contracíclico em tempos de retração econômica na região. Na última década, os empréstimos chineses à América Latina dispararam nos dois anos de queda do PIB (Produto Interno Bruto) regional: 2010 e 2015”, destaca o documento.

PETRÓLEO E INFRAESTRUTURA
No ano passado, a maior parte dos empréstimos (US$ 17,7 bilhões) foi financiado pelo Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês). O valor restante US$ 11,4 bilhões) partiu do Banco da China.

O montante emprestado em 2015 é o maior desde 2010, quando os chineses emprestaram US$ 35,6 bilhões. Embora os valores sejam parecidos, as características das linhas de financiamento aprovadas no ano passado mostram que a China está interessada em dois setores bem específicos na América Latina: infraestrutura e derivados de petróleo.

Para os analistas da Universidade de Boston, trata- se de uma tendência, já que os chineses têm acordos em andamento com vários países da região, inclusive o Brasil.

“O aumento do empréstimo em um único setor deve continuar nos próximos anos, como parte dos acordos do encontro China- Comunidade dos Estados da América Latina e Caribe (Celac). Os projetos de viabilidade em curso incluem o parque industrial Capial de las Ciencias no estado de Jalisco (México) e a ferrovia transoceânica ligando o Peru, Brasil e possivelmente a Bolívia”.

O estudo destaca ainda que o aumento da participação do capital financeiro da China contrasta com o esfriamento do fluxo comercial do país com a América Latina. O déficit comercial da região com os chineses ficou estável em 0,6% entre 2014 e 2015, mostrando os efeitos do fim do boom de commodities.

O Globo – 05/04/2016

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Reformas devem criar 10 milhões de empregos

O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, disse esperar que reformas tributárias reduzam o custo de inovação e ajudem a criar empregos para mais de 10 milhões de pessoas graduadas em universidades e escolas técnicas, de acordo com comunicado publicado no portal do governo ontem.

O número é superior ao de demissões estimadas enquanto o país reforma seu setor industrial para eliminar o excesso de capacidade e a ineficiência.

Fontes disseram à Reuters no mês passado que a China planeja demitir 6 milhões de trabalhadores em companhias estatais nos próximos dois ou três anos como parte das reformas.

Li, contudo, não estabeleceu um período de tempo para a criação dessas vagas.

O primeiro-ministro repetiu sua expectativa de que as reformas vão cortar 500 bilhões de iuanes em impostos este ano, conforme disse em declarações à Administração Estatal de Impostos na sexta-feira (1).

Também no começo deste mês, o banco central da China informou que vai manter a política monetária prudente para garantir o crescimento razoável do crédito e do financiamento social.

O Banco do Povo da China, em comunicado resumindo a reunião do comitê de política monetária do primeiro trimestre, reiterou que vai usar várias ferramentas de política monetária de forma flexível para manter a liquidez apropriada.

O banco central também disse que vai continuar com as reformas da taxa de juros e da taxa de câmbio.

Desempenho

Frente aos estímulos divulgados e esperados para a economia chinesa, dados divulgados no início deste mês, apontaram que a atividade do setor industrial da China aumentou em março pela primeira vez em nove meses, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI na sigla em inglês) oficial, ampliando as esperanças de que as pressões sobre a economia estão diminuindo. Embora a produção tenha aumentado e as novas encomendas domésticas e do exterior tenham voltado a crescer, as fábricas ainda cortaram empregos a um ritmo significativo, destacando os riscos para os líderes em Pequim conforme eles tentam reduzir o excesso de capacidade.

O PMI oficial subiu para 50,2 em março, contra 49 em fevereiro, mas ainda somente um pouco acima da marca de 50 que separa crescimento de contração. Já o PMI de indústria do Caixin e do Markit, que foca em empresas menores, mostrou que a atividade encolheu de novo em março, ao atingir 49,7, contra 48,0 em fevereiro.

DCI – 05/04/2016

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Evasão retira US$ 226,6 bi do Brasil

A saída ilícita de capitais do Brasil chegou a US$ 226,6 bilhões em dez anos (2004-2013), sendo o sexto país em desenvolvimento a mais sofrer essa hemorragia de recursos. A estimativa é da Global Financial Integrity (GFI), organização de pesquisa e consultoria sediada em Washington (EUA).

Desde 1960, portanto em 53 anos, a perda do Brasil é estimada em US$ 561,7 bilhões através de instrumentos ilícitos, de um total de US$ 833,4 bilhões de fuga de capital no período.

No rastro das revelações do escândalo dos “Panama Papers”, a entidade sediada em Washington calcula que cerca de US$ 1,1 trilhão deixa anualmente os países em desenvolvimento de forma ilícita.

Conforme a GFI, o principal componente do fluxo ilícito no Brasil e no resto do mundo é a adulteração de transações comerciais, com preços de exportação subfaturados e de importação superfaturados. Essa prática fradulenta representa 96,5% dos fluxos ilegais originários do Brasil, segundo a entidade.

Entre 2004 e 2013, a média anual de saída de recursos por vias ilícitas, para fugir do Fisco, foi de US$ 22,6 bilhões, ante os US$ 12 bilhões em 2003. A China é o país que sofreu a maior evasão de recursos em dez anos, com um acumulado de US$ 1,4 trilhão, seguida de Rússia (US$ 1 trilhão), México (US$ 528 bilhões), Índia (US$ 510,1 bilhões), Malásia (US$ 418,5 bilhões) e depois o Brasil.

Dev Kar economista-chefe da GFI, diz usar estatísticas do Fundo Monetário Internacional (FMI) para detectar fluxos de capital que são ilegalmente ganhos, transferidos e utilizados.

Valor Econômico – 05/04/2015

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Emergentes contaminam o mundo

O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou ontem que o impacto dos países emergentes nos mercados financeiros aumentou de forma expressiva nos últimos anos. Essa conclusão faz parte de um dos dois capítulos do Relatório de Estabilidade Financeira Global divulgados ontem. A versão final será apresentada durante o Encontro de Primavera (no Hemisfério Norte) do Fundo, que ocorrerá entre os dias 15 e 17 deste mês, em Washington.

“As repercussões financeiras de mercados emergentes têm ficado significativamente mais fortes desde a crise financeira mundial”, informou o estudo do FMI. O Fundo calcula que o contágio dos emergentes nos demais mercados cresceu 28% desde a crise financeira global. Somente os integrantes do Brics, grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, a alta foi de 40%.

“Na realidade, esse relatório marca de modo definitivo a importância dos mercados emergentes no equilíbrio da economia global. Não tem precedente que mostre um papel tão importante para esses países em desenvolvimento desde os anos 1980”, destacou Marcos Troyjo, diretor do BricLab da Columbia University, em Nova York.

Ele, no entanto, destacou que essa dependência do mercado financeiro global é maior em relação à China, pois o peso do Brasil e dos demais países do Brics é pequeno na economia mundial, equivalendo à metade do Produto Interno Bruto (PIB) chinês. “Ao contrário de 2008 e 2011, o Brasil tinha citações diferentes do que agora”, destacou ele, lembrando que o PIB brasileiro vem caindo e deverá encolher ainda mais em dólar devido à desvalorização cambial.

Integração

De acordo com o FMI, o contágio dos emergentes em outros países acompanhou a integração dessas economias com o resto do mundo nas últimas duas décadas. “Em consequência, as repercussões de choques nos mercados emergentes sobre os preços das ações e taxas de câmbio nos países avançados e emergentes são também muito mais intensas”, destacou o relatório.

Em outro capítulo, o Fundo destacou o crescimento do mercado das seguradoras, principalmente, nos países emergentes, que contam com US$ 24 trilhões em ativos financeiros. Segundo o relatório, as operações dessas empresas tiveram expansão mais acelerada em economias como o Brasil e a China.

Correio Braziliense – 05/04/2016

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ADRs da Gerdau voltam a ser negociados dentro dos padrões da Nyse

SÃO PAULO  –  A Gerdau recebeu da New York Stock Exchange (Nyse), a bolsa de valores de Nova York, uma carta na sexta-feira, dia 1º, em que foi informada que seus recibos de ações (ADRs) voltaram a ser negociados dentro dos padrões de listagem, que exigem cotação mínima de US$ 1 por papel durante 30 pregões consecutivos.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Gerdau lembra que, em 4 de fevereiro, foi notificada pela Nyse de que o preço dos ADRs havia caído abaixo das normas de listagem. A empresa tinha até seis meses a partir do recebimento dessa notificação para restabelecer o preço do papel ao nível mínimo exigido.

No fim do pregão de 31 de março, no entanto, a cotação de fechamento do dia e a média de fechamento dos últimos 30 pregões estavam acima de US$ 1 por recibo. Desse modo, a Gerdau está agora “em total acordo” com os padrões determinados.

Ontem, os ADRs da Gerdau fecharam em queda de 8,81%, cotados a US$ 1,76.

(Juliana Machado | Valor Econômico – 05/04/2016)

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Brasil vai à OMC contra Indonésia e Tailândia

O Brasil acionou ontem a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra práticas comerciais da Indonésia e da Tailândia que causariam prejuízos de milhões de dólares a produtores brasileiros de carne bovina e de açúcar, respectivamente.

Maior produtor mundial de carnes bovina e de frango e também de açúcar, o Brasil tem agora disputas na OMC envolvendo esses três produtos, todos tratando do que o país considera ilegalidades praticadas por países concorrentes.

Os dois novos contenciosos levados à OMC, revelados pelo Valor em meados de fevereiro, passarão pela primeira etapa, que é de consultas no prazo de 60 dias. “Abrimos essas consultas com a expectativa de que nos dois casos os países possam apresentar soluções para as preocupações brasileiras rapidamente”, afirmou o subsecretário de assuntos econômicos e financeiros do Itamaraty, embaixador Carlos Marcio Cozendey. Do contrário, haverá as disputas diante dos juízes.

O país já tem uma disputa contra a Indonésia por causa de barreiras à entrada de carne de frango brasileira. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango halal, produzido conforme os preceitos do islã. Vende para a Arábia Saudita, que é extremamente rigorosa em relação ao abate halal, mas continua sofrendo restrição na Indonésia, maior mercado muçulmano do mundo.

As dificuldades na certificação para entrada da produção de carne bovina halal fazem parte da queixa brasileira. Há ainda uma série de barreiras técnicas. O governo indonésio tampouco reconhece o princípio de regionalização previsto no Acordo sobre Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS, na sigla em inglês). No entanto, dá amplo espaço para a Austrália aumentar suas vendas a seu mercado.

De acordo com o secretário-executivo da Associação Brasileiras das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio, no passado, chegou-se a estimar, em um cenário otimista, embarques de 30 mil toneladas por ano. No entanto, disse ele, as restrições que hoje são impostas pelos indonésios dificultam qualquer estimativa.

A questão é que, mesmo para os países que já podem exportar para o país – EUA e Austrália, principalmente -, há dificuldades, uma vez que o país restringe as compras quando avalia que a oferta de carne bovina está muito elevada. Essa política faz parte da estratégia do país de buscar ser autossuficiente na produção de carne bovina. A Indonésia vem tentando formar seu rebanho a partir da importação de gado vivo da Austrália.

O segundo contencioso do Brasil é contra a Tailândia, vice-líder na produção mundial de açúcar. O interesse do Brasil não é o mercado tailandês, mas terceiros mercados onde vêm sofrendo maior concorrência da Tailândia, turbinada com subsídios proibidos, conforme a denúncia do Itamaraty. Em nota, o órgão diz que “as medidas tailandesas têm afetado artificialmente as condições de competitividade internacional do açúcar, em detrimento das exportações brasileiras, cuja participação no mercado global do produto caiu mais de 5% entre 2012 e 2014, com prejuízos anuais da ordem de US$ 1 bilhão”.

O Brasil identificou na Tailândia um programa semelhante ao que a União Europeia (UE) tinha em 2002 e que foi proibido pela OMC na briga aberta por Brasília contra os europeus exatamente no caso de açúcar.

A Tailândia utiliza um sistema de cotas, pelos qual os produtores recebem subsídios para preencher as chamadas cotas A e B, de forma que têm incentivo para produzir muito. Depois de preenchidas essas cotas, o que sobrar vai para a cota C, que obrigatoriamente tem de ser exportada.

Para o Brasil, trata-se de subsídio cruzado, inicialmente dado para a produção doméstica, mas que serve para jogar a produção no mercado externo, com potencial de tomar mercados de países concorrentes.

A segunda parte da contestação brasileira foca nos subsídios para reconversão de terras, com a produção de arroz dando lugar à de açúcar. Essa medida amplia a oferta de açúcar para a exportação.

Valor Econômico – 05/04/2016

Redação On abril - 5 - 2016
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