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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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Mais empresas brasileiras vendem para EUA

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse ontem, em Washington, que mais empresas brasileiras estão vendendo aos Estados Unidos: de 2014 a 2015, foi registrado um crescimento de 9%, chegando a 6.471 empresas. Ele afirma que a crise econômica no Brasil e a necessidade de se buscar outros mercados, o novo padrão da cotação do dólar e acordos que facilitam a exportação estão por trás deste crescimento.

— A exportação para os Estados Unidos é muito positiva, pois 75% do que vendemos aos americanos são produtos industrializados ou semimanufaturados. Os EUA são um mercado maior para estes produtos do que a Argentina — disse ele, lembrando que esses produtos sofrem menos variações de preços e têm maior valor agregado.

Monteiro contou que estão sendo realizadas diversas reuniões para retirar barreiras não tarifárias, como a criação de padrões comuns para produtos, o que facilita a exportação.

O ministro se reuniu com Michael Froman, representante comercial do governo americano, e acertou a ativação do Tratado de Cooperação Econômica e Comercial (Atec), um fórum direto entre os governos para debater questões comerciais. Monteiro afirmou que uma das questões na qual os dois países deverão atuar conjuntamente é referente ao aço, que sofre com um excesso de oferta.

— Em 1980, o Brasil e a China tinham a mesma produção de aço. Hoje a produção de 15 dias da China equivale a toda a capacidade de produção brasileira — disse o ministro.

CONFIANÇA DA INDÚSTRIA
Monteiro vê problemas na China, que mantem siderúrgicas pouco eficientes trabalhando por questões sociais. Ele afirmou que os dois países podem atuar conjuntamente neste debate e citou um novo fórum sobre o tema na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE). O ministro do Desenvolvimento contou também que ainda neste mês de abril o Mercosul deverá entregar suas propostas de acordo comercial com a União Europeia.

A confiança da indústria voltou a subir em março mostrou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice avançou 0,4 ponto e atingiu 75,1 pontos neste mês, após alta em janeiro e queda no mês seguinte. Segundo o economista Aloisio Campelo, responsável pela pesquisa, apesar da melhora, os resultados continuam dúbios por causa das incertezas políticas e econômicas.

O Globo – 01/04/2016

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Ministro pretende aumentar vendas para os Estados Unidos

Armando Monteiro, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, disse que há margem para um crescimento “muito maior” das exportações brasileiras para os Estados Unidos.

Após encontro, em Washington, com a secretária de Comércio dos Estados Unidos, Penny Pritzker, Monteiro ressaltou que há espaço para crescimento dos embarques para o mercado americano, que, no ano passado, atingiram US$ 24,2 bilhões, puxados por manufaturados, que responderam por 63,7% desse valor.

Segundo Monteiro, o encontro com Pritzker se destinou a discutir os próximos passos para ampliar as medidas de convergência regulatória, harmonização de normas e facilitação de comércio, visando a aumentar o comércio bilateral. Monteiro afirmou que o encontro dá andamento a uma série de ações iniciadas em fevereiro de 2015, quando fez a primeira visita como ministro aos Estados Unidos.

Nas negociações para ampliação do comércio com os Estados Unidos, convergência regulatória e harmonização de normas são pontos chave, uma vez que as tarifas para produtos industrializados brasileiros no mercado americano são relativamente baixas. Para muitos setores da economia brasileira, no entanto, o cumprimento das normas técnicas gera altos custos para o exportador e chega a inviabilizar os embarques.

De acordo com Monteiro, o diálogo comercial permanente com os Estados Unidos é estratégico para o Brasil. “A primeira viagem internacional que fiz, no ano passado, quando assumi o ministério, foi justamente aos Estados Unidos, por reconhecer a importância e o dinamismo do mercado norte-americano e um grande espaço para crescer nosso comércio bilateral. Tivemos uma agenda intensa em 2015 e avançamos muito nas áreas que estabelecemos como prioritárias com o Departamento de Comércio, que são a convergência regulatória e a harmonização de normas”, acrescentou o ministro.

DCI – 01/04/2016

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Fatia da China em fusões e aquisições globais é recorde

A participação chinesa nas fusões e aquisições mundiais no primeiro trimestre foi a maior já registrada. A compra de empresas estrangeiras por rivais da China somou cerca de 15% do total.

As empresas chinesas, encabeçadas por uma série de compradores agressivos e bem conectados politicamente, como ChemChina, Dalian Wanda e Anbang Insurance, emergiram como a força mais dinâmica em vários setores.

A escolha dos alvos coloca em evidência os esforços da China para atender a sua classe consumidora cada vez maior, enquanto precisa lidar com o declínio em seu mercado acionário e nas perspectivas de crescimento da economia.

Dos US$ 682 bilhões em fusões e aquisições realizadas no mundo no primeiro trimestre de 2016, US$ 101 bilhões, quase 15% do total, envolveram compradores chineses, segundo dados da Thomson Reuters. O volume de acordos fechados por empresas chinesas já eclipsa o recorde anual de US$ 109 bilhões, observado em 2015.

“O cenário mundial de fusões e aquisições foi transformado pela onda de acordos chineses no primeiro trimestre de 2016”, segundo Colin Banfield, chefe de fusões e aquisições do Citigroup na região da Ásia-Pacífico.

O forte aumento impressionou assessores ocidentais de fusões, muitos dos quais se disseram pegos desprevenidos. Eles também lamentam, reservadamente, que os compradores chineses estão entre os mais econômicos na hora de pagar comissões pelos negócios.

Assessores e analistas atribuem parte da onda a uma questão mais ampla, os receios com a estabilidade do yuan chinês, e indicam que o forte aumento no número de negócios, em certos aspectos, assemelha-se a uma fuga de capital.

Especialistas em fusões e aquisições dizem que os compradores chineses sentem-se estimulados pela abundância de crédito fácil. Os bancos estatais chineses mostram-se mais do que interessados em aprovar a concessão de empréstimos para a compra de ativos considerados mais seguros que os chineses, dado o menor crescimento da economia doméstica.

Um dos negócios do trimestre foi a maior aquisição chinesa de uma empresa estrangeira na história: a compra da suíça Syngenta, de agronegócio, pela ChemChina, grupo químico cada vez mais diversificado, por US$ 43,8 bilhões.

O maior volume de transações chinesas atenuou a forte queda geral nas fusões e aquisições, que recuaram 57% em relação ao último trimestre de 2015, quando houve um recorde de US$ 1,6 trilhão em transações. Na comparação anual, o declínio foi de 14%.

A atividade de fusões e aquisições nos EUA teve grande queda na comparação anual. Foram US$ 256,6 bilhões em negócios, 29% a menos que no primeiro trimestre de 2015 e o menor nível em quase dois anos. Na Europa, houve ligeira alta, para US$ 181,6 bilhões.

“O volume absoluto de negócios chineses coloca em evidência o forte declínio em fusões e aquisições”, disse Alain Klein, sócio da Simpson Thacher & Bartlett. “As empresas chinesas tiveram maior participação no volume geral simplesmente porque houve menos negócios mundialmente. Impressiona ver a queda de atividade nos EUA”.

Valor Econômico – 01/04/2016

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Queda do juro alimenta debate de ‘trégua cambial’ global

Marc Chandler, analista de câmbio do banco de investimento Brown Brothers Harriman, não poderia exibir maior desdém diante da ideia de uma declaração de trégua nas guerras cambiais, pelos principais BCs do planeta.

“Primeiro uma guerra é imaginada, e em seguida uma trégua imaginária é declarada. Mesmo?”, afirmou.

Reais ou imaginárias, as guerras de câmbio e as desvalorizações competitivas vêm sendo assunto fixo do mercado de câmbio há décadas, e recentemente se viram alimentadas pelos programas de relaxamento monetário dos bancos centrais de Estados Unidos, Japão e Europa.

Taxas de juros baixas e negativas são vistas como fatores de desvalorização de moedas, e com isso como maneira de ajudar a promover inflação mais alta e crescimento mais firme. O problema com essa abordagem é que, no caso do Japão e da Europa, as moedas na verdade vêm ganhando força.

Agora, os rumores giram em torno da reunião do G20, em fevereiro em Xangai, durante a qual líderes teriam falado sobre a necessidade de não promover competição cambial, e sobre se isso teria resultado em um acordo para estabilizar movimentos de câmbio, com o objetivo de acalmar o mercado.

Para os céticos como Chandler, as pessoas que defendem essa ideia observaram uma sequência de decisões surpreendentes da parte de BCs e construíram a única teoria plausível que poderia explicá-las como um todo: as instituições estão operando de forma coordenada.

“Há um ‘e daí?’, nisso tudo”, diz Simon Derrick, do banco BNY Mellon. “Nos últimos 12 ou 13 anos, as intervenções não provaram ter realizado grande coisa.”

Mas, como Derrick admite, no mundo do câmbio “é cada um por si”. As ações de um país podem ter consequências cambiais para outro. Isso já seria verdade em momentos normais. Em um clima de baixo crescimento e inflação em queda, a tendência se reforça.

EMERGENTES

Para Paul Lambert, da Insight Investment, embora a fraqueza do dólar crie oportunidades para investir em câmbio nos mercados emergentes não haverá grande convicção quanto a fazê-lo.

“Se os dados continuarem a melhorar, o BC dos EUA não terá como manter para sempre essa atitude branda”, diz. “Pode haver uma melhora digna de atenção nas moedas de risco, mas não haverá recuperação sustentada. O dólar passará por um período de fraqueza, mas não cairá”.

Folha de S.Paulo – 01/04/2016

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China condiciona crédito à Petrobrás à compra de equipamentos chineses

Principal financiadora da Petrobrás atualmente, a China vem conseguindo, a cada liberação de dinheiro para a petroleira, impor a compra dos seus equipamentos e serviços e desbancar a indústria nacional. Documento obtido pelo ‘Broadcast’, serviço em tempo real da ‘Agência Estado’, mostra que, em financiamento obtido em abril de 2015, a Petrobrás se comprometeu a adquirir em produtos chineses o equivalente a 60% do valor total do empréstimo de US$ 3,5 bilhões.

Segundo fonte próxima à estatal, o mesmo modelo de acordo tem sido replicado em todos contratos firmados mais recentemente com o banco de desenvolvimento chinês, o CDB.

A última contratação ocorreu no mês passado, quando foram liberados para a Petrobrás US$ 10 bilhões. Oficialmente, a empresa não confirma que o acesso ao crédito está condicionado à compra de produtos do país asiático. Afirma apenas que as condições dos acordos são confidenciais. A empresa foi obrigada, no entanto, a prestar esclarecimento ao Senado, que questionou a falta de transparência nas negociações. O Broadcast teve acesso às explicações enviadas aos senadores.

A opção da empresa por contratar na China contraria a política de conteúdo local do governo e está motivando um embate entre a estatal e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por controlar o cumprimento dos contratos de concessão de áreas de exploração de petróleo e gás.

Nesses contratos, as petroleiras se comprometem a comprar um porcentual mínimo de bens e serviços no Brasil. Mas a Petrobrás, assim como outras grandes companhias, tem alegado à agência ser impossível cumprir às exigência da política de conteúdo. Por isso, em alguns casos, opta por pagar multa em vez de comprar da indústria brasileira, que teriam condições de preço e prazo piores do que os do mercado internacional.

Briga. A “guerra” pela flexibilização da regra de conteúdo local une a Petrobrás e as petroleiras estrangeiras. Mas a Petrobrás, por ser controlada pelo governo, mantém uma postura menos radical que as estrangeiras em suas argumentações na ANP, segundo fonte. Enquanto as multinacionais afirmam que a Operação Lava Jato enfraqueceu a indústria nacional, que, com isso, teria dificuldade em atender à demanda, a Petrobrás diz que precisa reduzir custos para conseguir dar conta do seu extenso plano de investimento.

Em meio à crise financeira, a Petrobrás encara a China como uma solução para, simultaneamente, ter acesso a crédito barato, mesmo sem o selo de grau de investimento (de boa pagadora) das agências de classificação de risco, e ainda comprar produtos mais baratos do que os da média do mercado.

A parceria entre CDB e Petrobrás iniciou em 2009, após visita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pequim. Desde então, o banco tem aprovado uma série de empréstimos. Segundo o documento obtido pelo Broadcast, o contrato firmado em abril do ano passado, de US$ 3,5 bilhões, prevê prazo de pagamento de até dez anos, sendo que a maior fatia, 15% do total, deve ser paga nas quatro últimas parcelas semestrais.

No contrato, a empresa não apresenta qualquer garantia de pagamento ao CDB, contrariando uma formalidade. O acordo é assinado pela subsidiária Petrobrás Global Trading BV (PGT).

O Estado de S.Paulo – 01/04/2016

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Redação On abril - 1 - 2016
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