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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Comunicação do Fed confunde mercado

Operadores e analistas do mercado de US$ 13,3 trilhões de dívida do governo americano avaliam haver um problema na comunicação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em relação a sua política monetária. Isso tem deixado o mercado vulnerável a mudanças bruscas de preços.

O Fed demonstrou hesitação em elevar as taxas no encontro de política monetária há duas semanas. Mas, desde então, vários integrantes alertaram que uma nova alta de juros em período tão curto quanto abril não estava fora da mesa.

Até que na terça-feira, a presidente do Fed, Janet Yellen, sugeriu que o banco central americano não tem pressa em elevar taxas, citando como justificativa as incertezas financeiras globais.

Alguns operadores dizem que a ênfase de Yellen sobre os fatores externos é um novo e dramático desenvolvimento, porque o banco central tradicionalmente esteve focado em seu mandato dual: manter a inflação sob controle e promover o pleno emprego.

A atenção da presidente do Fed aos fatores externos pode indicar que um sólido crescimento do emprego nos EUA e uma aceleração da inflação não serão suficientes para o Fed puxar o gatilho. “É confuso, porque a receita fica mudando”, disse Anthony Cronin, operador do Société Générale. “Acho que isso cria mais volatilidade, porque já existe muita incerteza sobre o que é importante para o Fed.”

A principal preocupação de Cronin refere-se ao trecho do discurso de Yellen em que ela discute “potenciais riscos globais”. Tais incertezas “podem causar mais danos ao próprio cenário e tornarem-se [profecias] auto-realizáveis”, acrescentou ele.

“Por que uma companhia se comprometeria a investir em seu negócio se a presidente do Fed está preocupada com a desaceleração econômica vinda de acontecimentos do outro lado do oceano?”

As mensagens contraditórias do Fed afetaram os retornos dos bônus do governo americano, o dólar e o ouro na semana passada.

Os juros futuros, usados pelos investidores para apostar nas perspectivas de altas pelo Fed, no início do mês mostravam mais de 50% de chances de que o banco central iria elevar as taxas em junho. Ontem as apostas indicavam chances de apenas 28%.

“Eu acho que Yellen realmente acredita que os riscos de apertar [a política monetária] cedo demais de longe ultrapassam os riscos de esperar, mesmo que acabe sendo um pouco tarde demais”, disse Tom di Galoma, diretor gerente da Seaport Global Securities . “O Fed é dependente do mercado neste momento e não dependente de dados.”

Alguns analistas alertam que um ritmo lento demais de alta dos juros pode aumentar o risco de que a inflação se incendeie, arranhando a credibilidade do Fed.

“Se a economia continuar em seu caminho atual e algumas das incertezas desaparecerem, o mercado pode facilmente virar para a ideia de que Yellen é excessivamente ‘dovish’ e que está atrás da curva”, afirmou David Keeble, chefe global de estratégia de renda fixa no Credit Agricole.

Valor Econômico – 31/03/2016

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Investidor estrangeiro volta a apostar nos emergentes, mas ainda há receios

O fluxo de capital para as ações e os títulos de dívida dos mercados emergentes disparou em março, atingindo seu maior nível mensal em quase dois anos, segundo o Instituto de Finanças Internacionais.

Os fluxos de entrada começaram a aumentar em fevereiro, depois de sete meses de saídas líquidas.

Em março, os investidores ficaram particularmente animados com a bolsa brasileira, atraídos pelas cotações vantajosas dos papéis e a expectativa de mudanças políticas. As combalidas ações da Coreia do Sul também ganharam impulso, afirmou o instituto.

“Eu me sinto bem à vontade para prever que você vai ter um retorno decente nas ações dos mercados emergentes”, diz Adrian Mowat, estrategista-chefe de ações do banco americano J.P. Morgan. “Há definitivamente uma mudança ocorrendo aqui.”

Mas, após anos de retornos decepcionantes, será que a alta nessa classe de ativos de emergentes tem curta duração?

Vários fatores ajudarão a compor a resposta: O Federal Reserve (Fed), banco central americano, vai mesmo elevar os juros duas vezes neste ano, como indicou? Quanto o dólar vai se valorizar? Qual será o cenário para o petróleo e outras commodities? E que surpresas a China ainda reserva aos mercados, inclusive com relação à sua moeda, o yuan?

Os investidores também vão avaliar os desafios políticos e econômicos em mercados emergentes individuais. O Brasil, por exemplo, parece destinado a atravessar uma das piores recessões de sua história e a presidente Dilma Rousseff enfrenta um processo de impeachment em meio às investigações de corrupção da Operação Lava-Jato.

“Será uma situação muito difícil”, diz Brigitte Le Bris, gestora de renda fixa de mercados emergentes da firma de gestão de ativos Natixis Asset Management, referindo-se às turbulências políticas no Brasil. “Precisamos ver algo concreto antes de entrar naquele mercado.”

As ações dos mercados emergentes estão há anos num estado de letargia, começando em 2013, quando o Fed afirmou que iria reduzir o seu programa de compra de ativos, ou relaxamento quantitativo.

Um investimento de US$ 100 feito cinco anos atrás em ativos de emergentes valeria menos de US$ 95 hoje. A mesma quantia aplicada no índice de referência das ações de mercados desenvolvidos teria crescido para US$ 135 agora.

O ganho acumulado de 2,6% nas ações dos mercados emergentes neste ano supera o desempenho da maioria das bolsas ao redor do mundo: o índice S&P 500, com ações de 500 grandes empresas dos Estados Unidos, subiu 0,5% no ano, enquanto o europeu Stoxx Europe 600 recuou 8,9%.

Esse desempenho relativamente superior ocorre após as ações de mercados emergentes terem sofrido perdas consideráveis por três anos seguidos.

Os fluxos de capital estrangeiro para as bolsas e o mercado de renda fixa dos emergentes saltaram para US$ 36,8 bilhões em março, o nível mais alto dos últimos 21 meses, segundo o Instituto de Finanças Internacionais.

Os investidores retornaram a esses mercados à medida que os preços das commodities se recuperavam neste ano e a certeza de que o Fed vai frear o ritmo das altas de juros nos EUA aumentava.

A presidente do banco central americano, Janet Yellen, “deu ao mundo um ramo de oliveira” ao não aumentar as taxas de juros em março, diz Khiem Do, gestor de fundos multimercados da gestora britânica de recursos Baring Asset Management. Os bancos centrais dos mercados emergentes, inclusive os do Sudeste Asiático, podem agora cortar seus juros sem ter que se preocupar tanto com a fuga de capital para os EUA, explica ele.

Ainda assim, tudo isso vai um pouco contra a corrente: O Fed evitou elevar os juros em março em parte porque está preocupado com o crescimento global lento e com a volatilidade nos mercados financeiros.

A alta nos mercados emergentes não beneficiou os países de uma forma nivelada. As bolsas da Índia e da China, por exemplo, estão sendo golpeadas, enquanto as da América Latina e a de países menores da Ásia, como Tailândia e Indonésia, dispararam.

A bolsa brasileira, apesar da agitação política, subiu cerca de 26% neste ano.

A bonança dos mercados emergentes encareceu as ações. Mas as avaliações dos papéis, medidas pelo índice preço/lucro, ainda estão próximas das mínimas registradas durante a crise financeira global de 2008 e a crise financeira asiática de 1997-98.

“Vem sendo tão desafiador por vários anos”, diz Stephen Parr, gestor de investimentos em mercados emergentes da gestora britânica Aberdeen Asset Management. “As avaliações das ações de mercados emergentes parecem cada vez mais atrativas, principalmente se você as comparar com as das ações dos EUA.”

Os mercados emergentes estão às voltas com a desaceleração do crescimento e um alto nível de endividamento em dólar. As empresas de alguns países deverão ter dificuldade para pagar suas dívidas na moeda americana à medida que o custo de captação sobe nos EUA.

Saber “se essa alta é sustentável ou não, recairá em uma questão crucial: As [empresas que negociam] ações nos mercados emergentes vão proporcionar um crescimento razoável nos lucros?”, diz Mowat, do J.P. Morgan.

Em termos de lucros, a atratividade dos mercados emergentes está diminuindo em comparação ao desempenho visto nos mercados desenvolvidos.

Nos últimos 12 meses, analistas cortaram em quase 15% suas projeções de crescimento para os lucros das empresas de mercados emergentes, segundo o instituto.

O ritmo dos cortes diminuiu um pouco no primeiro trimestre: Brasil, Rússia e Indonésia – que viram baixas consideráveis nas previsões dos lucros de suas empresas no ano passado – estão se saindo um pouco melhor nesse aspecto, observa o instituto.

Mas, no primeiro trimestre, o México e a Índia tiveram um desempenho um pouco pior nas revisões das estimativas de lucro, acrescenta a organização.
Valor Econômico – 31/03/2016

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Setor privado dos EUA cria 200 mil empregos em março

O setor privado dos EUA criou 200 mil empregos em março, segundo pesquisa da Automatic Data Processing/Macroeconomic Advisers (ADP/MA). O resultado veio exatamente em linha com a expectativa de analistas consultados pela Dow Jones Newswires.

O dado de fevereiro, por outro lado, foi revisado para baixo, de 214 mil novas vagas de trabalho no cálculo original para 205 mil.

O número da ADP/MA é considerado um indicador sobre a tendência do relatório mensal sobre o mercado de trabalho do governo dos EUA (o chamado “payroll”), que engloba também dados do setor público e será divulgado na sexta-feira, 1º.

O Estado de S.Paulo – 31/03/2016

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S&P revê perspectiva para nota de crédito da China para negativa

HONG KONG  –  A agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor’s (S&P) cortou a perspectiva para o rating da China de “estável” para “negativa”, mencionado que o reequilíbrio da segunda maior economia mundial deve avançar mais lentamente do que previa a instituição. Ainda assim, a agência confirmou o rating de longo prazo da China em “AA-”.

“Revimos a perspectiva para refletir a nossa visão de que os riscos econômicos e financeiros para o crédito do Estado chinês estão aumentando. Ao longo dos próximos cinco anos, a China deve apresentar um progresso moderado no reequilíbrio econômico e uma desaceleração do crescimento do crédito”, diz a S&P.

A decisão da agência segue-se à da Moody’s, que, em 2 de março, cortou a perspectiva da nota soberana chinesa de “estável” para “negativa”, afirmando o rating “Aa3”.

(Dow Jones Newswires)

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Argentina cresceu em 2015, mas PIB deve cair neste ano

Graças ao bom desempenho do agronegócio, o Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 2,1% em 2015, em contraposição a várias estimativas que apontavam para estagnação. As previsões para 2016, no entanto, são pessimistas. Embora o Ministério da Fazenda conte com crescimento de 0,5% a 1%, para analistas o país entrará em recessão no primeiro ano do governo de Mauricio Macri. Parte da contração esperada se deve a ajustes da nova gestão. Mas a crise no Brasil também terá impacto.

Os dados do PIB fazem parte do primeiro cálculo anual da atividade econômica elaborado pelo governo Macri, que mudou o comando e voltou a dar independência à equipe técnica do instituto de estatística, o Indec. O instituto havia perdido credibilidade desde a intervenção do governo de Cristina Kirchner, em 2007. Economistas independentes colocaram em dúvida, desde então, todas as estatísticas oficiais.

Segundo os dados divulgados ontem, o PIB contraiu 0,3% no primeiro trimestre do ano passado. Mas nos três meses seguintes avançou 3,9%, beneficiado pelos bons resultados do agronegócio, que registrou crescimento de 11,6% no período. Os resultados do PIB foram também positivos no terceiro (3,5%) e quarto trimestres (0,9%). A indústria, no entanto, não foi bem. Fechou o ano com queda de 1%, provocada principalmente pela perda de encomendas para o Brasil, sobretudo do setor automotivo.

O Fundo Monetário Internacional prevê uma contração econômica de 1% na Argentina em 2016. A recessão já estava prevista pelo FMI desde o último trimestre de 2015. Mas, na revisão deste ano, o cálculo de queda da atividade aumentou em 0,3 ponto percentual. Segundo relatório do fundo, embora no médio prazo as medidas do novo governo tendam a corrigir “distorções na política econômica dos últimos anos, é provável que o ajuste gere uma leve recessão em 2016”.

Os subsídios em tarifas de energia elétrica começaram a ser cortados em fevereiro, e em abril será a vez do transporte público e do saneamento. A imprensa argentina divulgou ontem que os aumentos de tarifas em abril chegarão a 500%. Mas o governo não confirmou ainda a próxima etapa de cortes de subsídios.

As consultorias são unânimes nas expectativas de recessão, embora com percentuais mais baixos que o FMI. A argentina Abeceb e a europeia FocusEconomics calculam uma contração de 0,3%. A Libertad & Progreso aponta para uma provável queda de 0,5%.

“O PIB vai cair este ano, já que houve uma desaceleração no crescimento no fim do ano, o que, tudo indica, continuou nos primeiros meses”, afirma o economista Aldo Abram, diretor da Libertad & Progreso. “Haverá uma recuperação a partir do segundo semestre, mas não o suficiente para compensar”, completa. Para ele, o quanto antes terminar a crise no Brasil melhor para a Argentina. “Precisamos que a economia brasileira volte a crescer, pois é o principal destino de nossas exportações industriais. Enquanto houver recessão no Brasil, nossas vendas de manufaturados ao exterior continuarão em baixa”.

Somente na indústria, a atividade caiu 1,6% no primeiro bimestre, segundo pesquisa do centro de estudos Orlando Ferreres. Segundo informações de sindicalistas, algumas montadoras ameaçam com suspensões temporárias e até com a eliminação de turnos de trabalho em razão do que já é chamado de “efeito Brasil”. Mas as empresas não confirmam essas informações.

Segundo os dados divulgados ontem, o PIB contraiu 0,3% no primeiro trimestre do ano passado. Mas nos três meses seguintes avançou 3,9%, beneficiado pelos bons resultados do agronegócio, que registrou crescimento de 11,6% no período. Os resultados do PIB foram também positivos no terceiro (3,5%) e quarto trimestres (0,9%). A indústria, no entanto, não foi bem. Fechou o ano com queda de 1%, provocada principalmente pela perda de encomendas para o Brasil, sobretudo do setor automotivo.

O Fundo Monetário Internacional prevê uma contração econômica de 1% na Argentina em 2016. A recessão já estava prevista pelo FMI desde o último trimestre de 2015. Mas, na revisão deste ano, o cálculo de queda da atividade aumentou em 0,3 ponto percentual. Segundo relatório do fundo, embora no médio prazo as medidas do novo governo tendam a corrigir “distorções na política econômica dos últimos anos, é provável que o ajuste gere uma leve recessão em 2016”.

Os subsídios em tarifas de energia elétrica começaram a ser cortados em fevereiro, e em abril será a vez do transporte público e do saneamento. A imprensa argentina divulgou ontem que os aumentos de tarifas em abril chegarão a 500%. Mas o governo não confirmou ainda a próxima etapa de cortes de subsídios.

As consultorias são unânimes nas expectativas de recessão, embora com percentuais mais baixos que o FMI. A argentina Abeceb e a europeia FocusEconomics calculam uma contração de 0,3%. A Libertad & Progreso aponta para uma provável queda de 0,5%.

“O PIB vai cair este ano, já que houve uma desaceleração no crescimento no fim do ano, o que, tudo indica, continuou nos primeiros meses”, afirma o economista Aldo Abram, diretor da Libertad & Progreso. “Haverá uma recuperação a partir do segundo semestre, mas não o suficiente para compensar”, completa. Para ele, o quanto antes terminar a crise no Brasil melhor para a Argentina. “Precisamos que a economia brasileira volte a crescer, pois é o principal destino de nossas exportações industriais. Enquanto houver recessão no Brasil, nossas vendas de manufaturados ao exterior continuarão em baixa”.

Somente na indústria, a atividade caiu 1,6% no primeiro bimestre, segundo pesquisa do centro de estudos Orlando Ferreres. Segundo informações de sindicalistas, algumas montadoras ameaçam com suspensões temporárias e até com a eliminação de turnos de trabalho em razão do que já é chamado de “efeito Brasil”. Mas as empresas não confirmam essas informações.

Valor Econômico – 31/03/2016

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Senado da Argentina aprova lei para pagamento da dívida

BUENOS AIRES  –  A oposição cedeu ao apelo do governo de Mauricio Macri e o Senado argentino aprovou proposta de pagamento aos detentores de papéis da dívida externa não reestruturada referente ao calote de 2001. Numa sessão que durou mais de 12 horas e foi concluída no início da madrugada desta quinta-feira, a proposta do governo para colocar fim a quase 15 anos de batalha judicial recebeu 54 votos favoráveis e 16 contrários. Não houve abstenções.

O próximo passo do governo é o lançamento de papéis para obter recursos para quitar o compromisso com os chamados “holdouts”. A proposta do governo prevê um desconto médio de 25% no valor integral dos títulos que ficaram fora das reestruturações de 2005 e 2010. Na ocasião, 7% dos credores não aceitaram negociar e deram início a uma longa batalha na Justiça para receber a parte integral.

O Senado ratificou nesta quinta-feira, portanto, projeto já aprovado pela Câmara dos Deputados que autoriza o governo a pagar, em dinheiro, US$ 11,8 bilhões antes do dia 14 de abril, limite fixado pela Justiça americana para encerrar o litígio, o que possibilitará ao país sair do “default” e também retomar o pagamento da parte reestruturada.

Para a medida ter efeito, o Congresso também aprovou a revogação de uma lei que impedia ofertas melhores por papéis que ficaram fora das reestruturações. Os parlamentares autorizaram o governo a fazer uma dívida com folga, equivalente a US$ 15,5 bilhões, desde que o dinheiro seja usado exclusivamente para pagamento aos detentores de papéis da dívida.

O pagamento da dívida é crucial para a Argentina voltar aos mercados internacionais e conseguir se financiar para reorganizar a economia.

Concluída à 0h56 desta quinta-feira, a votação no Senado teve o resultado esperado pelo governo, mas surpreendeu pela quantidade de parlamentares opositores que votaram favoravelmente. A oposição é maioria no Senado. Muitos oposicionistas argumentaram que não haveria outra saída para o país. Mas a maioria chegou à plenária pressionada por governadores de suas províncias, ávidos por também ter direito a financiamento internacional.

Valor Econômico – 31/03/2016

 

Redação On março - 31 - 2016
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