Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Balança tem saldo de US$ 3,6 bi

A balança comercial registrou superávit de US$ 1,277 bilhão na quarta semana de março. No período, as exportações somaram US$ 3,572 bilhões e as importações totalizaram US$ 2,295 bilhões. Com o resultado da semana passada, a balança em março alcançou superávit de US$ 3,982 bilhões. No ano, o saldo chega a US$ 7,946 bilhões. Apesar do superávit no mês, a média diária de exportações nas quatro primeiras semanas de março caiu 2,9% para US$ 749 milhões.

Os produtos manufaturados e básicos foram os responsáveis por essa retração. No primeiro caso, as vendas ao exterior caíram 3,7% para US$ 286 milhões, em média, por dia, puxadas por óxidos e hidróxidos de alumínio, laminados planos de ferro e aço, motores para automóveis, autopeças, motores e geradores elétricos, bombas e compressores e suco de laranja não congelado. Entre os básicos, o recuo foi de 2,7% nos embarques, para US$ 333 milhões. Os principais itens que puxaram a queda foram minério de cobre, minério de ferro, petróleo em bruto, farelo de soja, café em grão e arroz em grãos.

A venda de semimanufaturados subiu 2,3% para US$ 114,5 milhões, em média, por dia.

Valor Econômico – 29/03/2016

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Mercosul não deve reagir a impeachment, diz Sica

O eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff dificilmente terá consequências negativas para o Brasil nos blocos regionais, como o Mercosul ou a Unasul, que têm cláusulas para punir países onde houver ruptura na democracia. Visto de fora, o processo que pode levar à destituição de Dilma tem seguido os ritos definidos em lei e marca a força das instituições brasileiras.

A avaliação é do economista argentino Dante Sica, ex-secretário de Indústria do país e sócio da Abeceb, uma das consultorias mais prestigiadas em Buenos Aires. Para ele, são remotas as possibilidades de uma suspensão nos moldes do que ocorreu com o Paraguai, em 2012. “Naquele momento tínhamos o Brasil, a Argentina e a Venezuela mais fortes. Se tudo ocorrer dentro da legalidade, os países vizinhos podem até lamentar, mas segue o jogo. Não se está falando de um processo viciado”, afirmou Sica ao Valor, no último dia de sua viagem a São Paulo e a Brasília, com o objetivo medir a temperatura da crise política no maior parceiro comercial da Argentina.

“Pode até ser que haja alguma discussão em torno das escutas [de Lula], mas soube que o juiz Moro tomou 111 decisões e que quase todas foram referendadas pelas instâncias superiores”, disse Sica. Segundo ele, algumas alas da esquerda sul-americana, como o kirchnerismo, podem ter a visão de um golpe em curso, mas essa corrente não é majoritária na sociedade. “Olhando de fora, há um sinal claro de força das instituições. Na Argentina, nunca tivemos magistrados que processaram governantes no exercício de seus mandatos”, afirmou.

O consultor da Abeceb, uma das vozes mais procuradas no país vizinho para análises das relações com o Brasil, cita dois reflexos diferentes da crise para a Argentina. “Logo de cara, o reflexo é comercial. De cada 100 veículos que a Argentina fabrica, 60 são exportados e 50 vêm para o mercado brasileiro. Há diversos impactos nas exportações tradicionais: 40% das vendas ao exterior de azeitonas, 30% das peras e maçãs, boa parte dos laticínios têm o Brasil como destino. Se o Brasil vai mal, não compra tanto. Se não compra, temos que buscar outros mercados. E buscar outros mercados é um processo custoso e demorado, a não ser para commodities. Além disso, há capacidade ociosa no Brasil e houve desvalorização do real. Ou seja, os produtores brasileiros têm condições de vender mais barato em um mercado que está em recuperação, como o argentino.”

Em termos de investimentos, Sica acha que a Argentina tende a se beneficiar da confusão no Brasil. Companhias brasileiras instaladas no país, ao perceber sua trajetória de recuperação, estão repensando seus negócios.

“Veja o exemplo do JBS. O grupo tem quatro frigoríficos na Argentina. Três estavam fechados e só um aberto – todos voltados à exportação de carnes. Assim que o [o novo presidente, Mauricio] Macri anunciou o fim das retenções, o JBS decidiu reativar esses frigoríficos”, disse Sica.

Outra questão, conforme o economista, são os investimentos de terceiros países. Eles veem uma saída incerta da crise no Brasil e, ao lado, um novo governo que se abriu ao capital estrangeiro. “A Argentina é vista como um ator que se antecipou à mudança de ciclo na região”, disse.

Em sua passagem pelo Brasil, o ex-secretário – trabalhou no governo Eduardo Duhalde (2002-2003) – se convenceu de que Dilma Rousseff não tem mais capacidade de superar a desconfiança empresarial. Ele compara esse cenário com o segundo mandato da argentina Cristina Kirchner, que venceu uma batalha política, mas não conseguiu um novo salvo-conduto dos investidores.

“Por mais que ela sobreviva ao processo de impeachment, ficará debilitada. A minha sensação é que, se Dilma permanecer, serão mais dois anos e meio de pouco investimento. Os empresários não acreditam nela. Ela não consegue quebrar o nível de desconfiança. O governo pode sacrificar mais a parte fiscal, talvez buscando fontes de financiamento para promover uma melhoria do consumo e da economia, mas não vai haver investimento privado”, concluiu o economista.

Valor Econômico – 29/03/2016

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Indústrias voltam a ter alta do lucro

Os lucros da indústria chinesa voltaram a crescer nos dois primeiros meses do ano, parcialmente devido a uma recuperação no mercado imobiliário, apesar das dificuldades econômicas, mostram dados divulgados ontem.

Os lucros alcançados pelas indústrias chinesas em janeiro e fevereiro combinados aumentaram 4,8% em comparação ao ano anterior, totalizando 780,7 bilhões de iuanes (que representam cerca de US$ 119,8 bilhões) no período, disse a Agência Nacional de Estatísticas. Em dezembro, o lucro anual caiu 4,7%, o que representava a sétima queda consecutiva.

“Olhando para frente, os lucros industriais devem crescer este ano graças à melhora do consumo familiar, uma recuperação do investimento imobiliário e uma pausa na queda dos preços das commodities”, escreveu em nota o analista do Citic Securities Zhang Wenlang.

O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, disse no final da semana passada que o país tem ferramentas de política monetária suficiente para manter a economia estável, apesar dos problemas estruturais “enraizados”.

Keqiang afirmou que as taxas altas de crescimento econômico não são sustentáveis, então o governo prestará mais atenção à qualidade e eficiência da expansão econômica. “Internamente, a China enfrenta problemas estruturais profundamente enraizados e a economia continua a enfrentar pressões, especialmente no momento em tentamos reestruturar e melhorar”, disse ele.

O iuane, observado de perto pelos mercados globais, será mantido dentro de “uma faixa razoável”, disse Keqiang. “A China é um país responsável e não existe possibilidade de nossa taxa de câmbio se depreciar no longo prazo”, disse ele.

Os dados divulgados ontem imprimiram certo bom humor ao mercado asiático.

No início deste mês, indicadores apontaram que o desempenho comercial da China em fevereiro foi muito pior do que a expectativa de economistas, com as exportações recuando no ritmo mais forte em mais de seis anos, dias depois de os principais líderes buscarem garantir a investidores que o cenário para a segunda maior economia do mundo permanece sólido.

As exportações registraram queda de 25,4% em relação ao ano anterior, duas vezes mais do que o mercado estimava, com a demanda piorando em todos os principais mercados da China, enquanto as importações caíram, 13,8%, o 16º mês de queda.

A queda das exportações havia sido a maior desde maio de 2009, mas economistas destacaram que isso poderia não necessariamente indicar uma piora significativa nas condições econômicas devido à atividade fortemente reduzida durante o feriado no ano novo lunar, que neste ano aconteceu no início de fevereiro.

“As exportações foram muito fortes em fevereiro do ano passado porque o ano novo lunar começou tarde, e muito do desvio causado pelo feriado foi empurrado para março. É bem provável que vejamos significativa reversão e um número mais forte no próximo mês”, indicara o economista do Capital Economics Julian Evans-Prichard. A China registrou superávit comercial de US$ 32,59 bilhões em fevereiro deste ano.

DCI – 29/03/2016

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Brasil articula declaração paralela em cúpula organizada por Obama

O governo brasileiro articula, junto com mais 15 países, uma declaração conjunta em paralelo à Cúpula de Segurança Nuclear que ocorre, nesta semana, em Washington. A ideia é marcar posição em torno de pelo menos três pontos que não têm respaldo entre os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Auxiliares da presidente Dilma Rousseff vêm trabalhando com a perspectiva de sua ida para os Estados Unidos, na quinta-feira, mas uma confirmação da viagem depende dos desdobramentos da crise política.

Idealizada pelo presidente Barack Obama e em sua quarta edição, a cúpula busca fortalecer a segurança física em instalações e materiais nucleares, bem como maior proteção de insumos radioativos. Um dos objetivos é reforçar a vigilância para que grupos organizados, como terroristas, não tenham acesso a materiais proibidos e elevem as ameaças à comunidade internacional.

O Brasil considera que a realização das cúpulas um legado positivo da gestão de Obama na Casa Branca, mas tem insistido desde 2014 – ano da última reunião – em três aspectos rejeitados pelos americanos e europeus. Essa defesa será mantida e ampliada em Washington. África do Sul, Argélia, Argentina, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Egito, Filipinas, Indonésia, Malásia, México, Nova Zelândia, Nigéria, Tailândia e Vietnã também vão assinar a declaração paralela. Participam da cúpula quase 60 países convidados pelos Estados Unidos.

O primeiro ponto é enfatizar as “relações diretas”, segundo um negociador do grupo, entre segurança das instalações e desarmamento. Sem diminuir os arsenais em posse dos detentores de bombas nucleares, o risco de que as armas caiam em mãos erradas cresce, em vez de ser atenuado. “O desarmamento é urgente”, afirma esse negociador.

Outro aspecto ressaltado pelos 16 países é a importância de criar mecanismos de prestação de contas por instalações militares, que correspondem a 83% de todos os materiais nucleares (só uma fração menor provém de geração de energia) e hoje não se submetem a nenhum tipo de inspeção. Um terceiro ponto é pedir que as decisões e medidas tomadas nessas cúpulas tenham seguimento da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Ao lado do Brasil, esses países vão firmar a declaração final da reunião de Washington e reconhecem o mérito de colocar esses assuntos na agenda dos líderes mundiais, mas chamam atenção para um enfoque mais amplo.

Valor Econômico – 29/03/2016

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Siderúrgica chinesa suspende pagamentos após suicídio de presidente

A siderúrgica chinesa Dongbei Special Steel declarou suspenso o pagamento de uma dívida de 852 milhões de iuanes (US$ 131 milhões), quatro dias depois de seu presidente, Yang Hua, aparecer enforcado em aparente suicídio, informou nesta terça-feira o jornal “South China Morning Post”.

O caso exemplifica os problemas econômicos que as companhias de indústria pesada chinesa – muitas delas estatais – enfrentam em meio ao atual arrefecimento econômico do país, e ocorreu em uma firma que supre empresas chinesas de construção de veículos espaciais, aviões e trens de alta velocidade.

A mesma companhia, com sede na cidade nordeste de Dalian, admitiu em comunicado ao Escritório de Compensação de Xangai que também é provável que não possa enfrentar um pagamento de outra dívida de 1,015 bilhão de iuanes (US$ 156 milhões) cujo prazo vence no dia 5 de abril.

O caso é um dos primeiros aos quais uma firma estatal declara a suspensão de um de seus pagamentos no mercado interbancário de dívida, já que até agora os governos locais, frequentes gerentes das empresas com maiores problemas financeiros, tinham tomado medidas para evitá-lo por temor a um efeito dominó.

É, em todo caso, a oitava moratória que se declara no mercado de dívida chinês neste ano, e segundo os analistas é um reflexo dos crescentes perigos que o setor financeiro enfrenta no meio de um problema de excesso de capacidade e arrefecimento econômico da China. (EFE)

Fonte: UOL

Redação On março - 29 - 2016
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