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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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Exportações devem crescer com avanço de manufaturados

Puxadas por um incremento nos embarques de produtos manufaturados, as vendas para o exterior devem aumentar em 2016, indicam especialistas. Após 17 quedas seguidas, já foi registrado aumento das exportações no mês passado.

No primeiro bimestre deste ano, foram vistos avanços expressivos nas receitas por exportações de automóveis (+79,8%), aviões (24,6%) e tubos de ferro ou aço (+132%). Esses aumentos possibilitaram um crescimento na venda de manufaturados (+0,76%), na comparação entre o primeiro bimestre de 2016 e igual período do ano passado. Também foi registrada alta (+10,4%) nas exportações de fevereiro ante igual mês de 2015.

O avanço dos manufaturados acontece após quedas no setor nos últimos três anos e ajuda a compensar os recuos de semimanufaturados (-5,4%) e commodities (-7,8%) registrados no primeiro bimestre.

Ao falar sobre as perspectivas para este ano, José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) foi assertivo. “A expectativa de todos é que aconteça um crescimento nas exportações de manufaturados com a mudança do câmbio”, aponta.

O especialista ressaltou o aumento das vendas para a Argentina, favorecido pela redução de tributos para comércio exterior promovida pelo presidente Mauricio Macri. No primeiro bimestre, as exportações para os argentinos cresceram 4,4% ante igual período de 2015, de acordo com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Por outro lado, a queda nas vendas para os Estados Unidos (-16,1%) frustrou um avanço maior das vendas para o exterior.

Assim, o impulso para os embarques brasileiros neste ano deve vir dos países latino-americanos. “Como os mercados desenvolvidos seguem em recuperação, o foco deve ficar por conta da América do Sul e alguns países africanos”, afirmou Ricardo Balistiero, coordenador do curso de administração do Instituto Mauá de Tecnologia.

Segundo ele, há “potencial de crescimento” nas vendas de automóveis para países sul-americanos, além de aviões para países asiáticos e de comple- mentos eletrônicos para europeus.

Nos dois primeiros meses de 2016, os manufaturados brasileiros que renderam mais para exportadores do País foram automóveis, aviões, hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos e tubos de ferro ou aço.

“As exportações aparecem como uma boa alternativa para a indústria do País, que passa por período complicado. Como estamos com essa retração da demanda interna desde 2014, já se passou tempo suficiente para que os empresários conquistassem novos mercados pelo mundo”, comentou Balistiero.

Ainda sobre as perspectivas para este ano, Paulo Dutra, coordenador do curso de economia da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), disse que não vê possibilidade de incremento de importações e que “devemos ter aumento das exportações”. Assim, o superávit comercial de 2016 deve ser superior ao registrado no ano passado, quando foi marcado saldo positivo de US$ 19,7 bilhões.

Os especialistas de mercado seguem a mesma linha. De acordo com o último relatório Focus, divulgado ontem pelo Banco Central (BC), a diferença entre exportações e importações deve alcançar os US$ 42,400 bilhões até o final deste ano.

Recuo cambial

Nas últimas semanas, a possibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff derrubou o dólar, que caiu de quase R$ 4 para os atuais R$ 3,61. De acordo com os analistas entrevistados pelo DCI, a variação pode ter impacto negativo sobre as exportações brasileiras.

“Vai depender muito de como vai se desenrolar a questão da política nos próximos meses. Com uma saída do governo atual, o real vai se valorizar em relação ao dólar e nossas exportações ficarão mais caras, mas também pode acontecer o contrário”, analisou Dutra.

Já Castro afirmou que a turbulência cambial é o suficiente para afetar as vendas brasileiras, “por gerar mais insegurança sobre o aspecto psicológico”. Segundo ele, a manutenção do câmbio em patamares mais baixos por período prolongado “pode ser prejudicial para algumas empresas”.

Resultado semanal

A balança comercial da terceira semana de março registrou superávit de US$ 639 milhões, com exportações em US$ 3,459 bilhões e importações em US$ 2,820 bilhões. No mês, as vendas somam US$ 9,913 bilhões e as compras, US$ 7,208 bilhões, gerando saldo positivo de US$ 2,705 bilhões. Os dados foram divulgados ontem pelo MDIC.

Durante a terceira semana, a média diária das exportações foi de US$ 691,9 milhões, 3,5% abaixo da média verificada até a segunda semana do mês (US$ 717,1 milhões). Houve queda nas vendas de produtos semimanufaturados (-17,6%) e de manufaturados (-14,4%). Por outro lado, foi registrado crescimento das exportações de commodities (10,7%), favorecido pelo aumento nas cotações de produtos básicos, como o minério de ferro.

Do lado das importações, a média diária da terceira semana de março (US$ 564,1 milhões) ficou 15,7% acima da verificada até a semana anterior (US$ 487,5 milhões). Houve aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, produtos plásticos, adubos e fertilizantes e instrumentos de ótica.

No acumulado do ano, as exportações totalizaram US$ 34,504 bilhões e as importações, US$ 27,835 bilhões, gerando um superávit US$ 6,669 bilhões. Em igual período do ano passado, o saldo foi de US$ 6,283 bilhões.

As exportações acumularam média diária de US$ 651 milhões, queda de 5,1% ante o verificado no mesmo período de 2015 (US$ 685,7 milhões). Já as importações apresentaram desempenho médio diário de US$ 525,2 milhões, 34,5% abaixo do registrado no mesmo período de 2015 (US$ 802 milhões).

DCI – 22/03/2016

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Argentina não deve ampliar acordo de carros com Brasil

 Ao contrário do que queria o governo brasileiro, a Argentina não deverá concordar em ampliar o acordo bilateral automotivo neste ano, segundo informações divulgadas pelo jornal “Clarín”.

De acordo com o tratado atual, que vence em 30 de junho, para cada US$ 1,50 em peças e carros vendidos para a Argentina, o Brasil precisa comprar US$ 1.

A intenção do governo Dilma era tornar o acordo mais amplo, em direção ao livre-comércio que se pretende estabelecer nos próximos anos.

A Argentina, porém, deverá apresentar uma proposta na próxima segunda-feira (28) para manter os negócios como estão por pelo menos até junho de 2017, ainda segundo o “Clarín”.

A intenção do governo de Mauricio Macri é proteger a indústria automotiva argentina. Nos dois primeiros meses do ano, houve queda de 25% na produção de veículos no país. No segmento de carros, o recuo chegou a 27%.

O Brasil é apontado como um dos principais responsáveis pela crise no setor argentino, que teve retração de 43% das exportações em janeiro e fevereiro na comparação com igual período de 2015.

Folha de São Paulo – 22/03/2016

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Chanceler argentina diz que Brasil pode ser suspenso do Mercosul

O Mercosul poderá “eventualmente” acionar a cláusula democrática contra o Brasil e suspendê-lo temporariamente do bloco conforme se acentue a crise política no país.

A afirmação é da ministra de Relações Exteriores da Argentina, Susana Malcorra. Em entrevista coletiva dada nesta segunda-feira (21), ela disse que o assunto não está na agenda neste momento e que é preciso analisar os requisitos da cláusula. “Mas uma desvinculação temporária poderia acontecer”, acrescentou.

“Apoiamos a presidente, que foi eleita democraticamente, e cremos que não se pode ter nenhuma mudança que não seja por meio das instituições democráticas e da constituição.”

Em 2012, o Mercosul suspendeu o Paraguai após o então presidente, Fernando Lugo, sofrer um impeachment em menos de 24 horas. O processo que derrubou o dirigente foi considerado constitucional, mas questionado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanas e pelo Mercosul.

Segundo Malcorra, seus pares do bloco deverão se reunir por uma videoconferência nos próximos dias para discutir a situação brasileira e dar “um sinal de apoio institucional”.

Questionada se a crise estaria na pauta da reunião entre o presidente argentino, Mauricio Macri, e o americano, Barack Obama, a chanceler disse que poderá haver comentários sobre o assunto.

“A agenda dos presidentes é essencialmente orientada à relação bilateral, mas é certo que, quando dois presidentes se encontram, falam da região e do mundo. Suponho que [uma conversa sobre o tema] possa acontecer.” Macri e Obama se encontram em Buenos Aires na próxima quarta-feira (24).

Malcorra afirmou ainda acompanhar com preocupação a crise e disse que os problemas do vizinho repercutem na Argentina, principalmente por o Brasil ser o principal parceiro econômico do país.

“Necessitamos de um sócio forte, mas sobretudo de um sócio que resolva as questões dentro de um diálogo institucional”, disse.

Folha de S.Paulo – 22/03/2016

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Atividade empresarial da zona do euro avança em março

Contra as expectativas, o índice de gestores de compras (PMI) composto da zona do euro avançou em março, indicando uma aceleração da atividade econômica perto do fim do primeiro trimestre.

O PMI, medido pela Markit, subiu para 53,7 pontos, contra 53 pontos em fevereiro e expectativas de recuo para 52,9 pontos.

O PMI industrial sobe para 51,4 na prévia de março, ante 51,2 de fevereiro; expectativa era de 51,3. Já PMI de serviços sobe para 54 em março, ante 53,3 em fevereiro; expectativa era de 53,3.

Na Alemanha, o PMI industrial caiu para 50,4 na prévia de março, ante 50,5 em fevereiro; expectativa era de 50,8. O PMI de serviços alemão, subiu para 55,5 em março, ante 55,3 em fevereiro; expectativa era de 55.

Na França, PMI industrial recuou para 49,6 na prévia de março, ante 50,2 em fevereiro; expectativa era de 50,1. Já o índice de serviços subiu para 51,2 na prévia de março, ante 49,2 em fevereiro; expectativa era de 49,4.

Contudo, a aceleração não deve se prolongar, uma vez que as novas encomendas subiram apenas ligeiramente, tal como o emprego. As empresas continuaram a reduzir os preços, mostrando como se mantém difícil a tarefa do Banco Central Europeu em conduzir a inflação para perto de 2%.

(Dow Jones Newswires)/Valor Econômico – 22/03/2016

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Banco central da China pede uma ‘ajudinha’ ao Fed

Diante da queda de seus mercados de ações no ano passado, o banco central da China rapidamente procurou o Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, perguntando a ele como lidou com Wall Street na “Segunda-feira Negra” do crash do mercado de ações americano de 1987.

A solicitação veio em um e-mail de uma autoridade do Banco do Povo da China em 27 de julho, com o assunto “Uma ajuda urgente seria muito apreciada!”.

Em uma mensagem a uma autoridade de alto escalão do Fed, o principal representante do banco central chinês para as Américas, lotado em Nova York, Song Xiangyan, chamou atenção para a queda de 8,5% das ações chinesas naquele dia e disse que “meu governo gostaria de aprender com sua boa experiência”.

Não se sabe se o banco central chinês (PBOC, na sigla em inglês) entrou em contato com o Fed para lidar com os incidentes anteriores envolvendo as turbulências no mercado de petróleo. Procurados pela “Reuters”, o BC chinês e o Fed não quiseram comentar.

Em uma análise feita pela “Reuters” no ano passado, fontes do Fed, ex-funcionários do Fed e economistas disseram que não havia uma linha direta de comunicação entre o PBOC e o Fed e que os chineses sempre relutavam em participar de encontros internacionais.

O crash do mercado chinês desencadeou grandes quedas nas bolsas de todas as partes do mundo e em poucas horas o Fed enviou ao BC da China um grande número de documentos disponíveis ao público e detalhando as medidas tomadas pela autoridade americana no colapso de 1987.

Autoridades de política monetária do Fed iniciaram uma reunião de dois dias no dia seguinte e inteiraram do tombo das ações chinesas, segundo consta na minuta da reunião. Várias dessas autoridades disseram que uma desaceleração da economia chinesa poderia afetar os Estados Unidos.

O contágio financeiro pela China foi um dos motivos citados pelo Fed em setembro, quando desistiu de um aumento das taxas de juros que muitos analistas consideravam como certo, num sinal do quanto a China passou a ser importante como potência industrial e como mercado financeiro. As mensagens, que a “Reuters” obteve recorrendo à Lei de Liberdade de Informação, mostram o quanto o governo chinês ficou alarmado com o agravamento das turbulências financeiras e proporcionam uma visão rara sobre um dos menos compreendidos dos grandes bancos centrais mundiais.

As mensagens mostram que embora os dois bancos tenham uma relação amistosa, eles podem não compartilhar segredos mesmo durante uma crise. “Vocês poderiam, por favor, nos informar o mais breve possível sobre as grandes medidas que adotaram na época?”, pergunta Song ao diretor da Divisão Financeira Internacional do Fed, Steven Kamin, no e-mail de 27 de julho.

A mensagem ficou registrada na conta de Kamin pouco depois das 11h, horário de Washington. Rapidamente Kamin respondeu de seu Blackberry: “Tentaremos mandar logo algo para vocês”.

O que se seguiu cinco horas mais tarde foi um resumo de 259 palavras sobre como o Fed fez para acalmar os mercados e evitar uma recessão, depois que o S&P 500 caiu 20% em 19 de outubro de 1987.

Kamin também enviou anotações para guiar as autoridades do BC chinês nas muitas dezenas de páginas das transcrições do Fed, comunicados e relatórios que foram vinculados ao e-mail. Todos os documentos estavam disponíveis no site do Fed e não está claro se foram importantes nas medidas adotadas por Pequim.

Os documentos de Kamin detalham como o Fed começou a emitir comunicados um dia após o crash do mercado, que ficou conhecido como Segunda-feira Negra, prometendo fornecer muita liquidez aos mercados para que eles pudessem funcionar.

Quando Song escreveu para Kamin, a China já havia passado um mês combatendo a queda do mercado de ações e muitas das medidas adotadas pelo PBOC e outras autoridades chinesas tinham os contornos do plano de jogo do Fed em 1987.

A queda de 27 de julho do Índice Composto da Bolsa de Valores de Xangai foi a maior em um único dia desde 2007 e àquela altura, o mercado havia perdido quase um terço de seu valor em seis semanas. O BC chinês já havia cortado as taxas de juros em 27 de junho, de modo parecido com a rápida medida do Fed para reduzir as taxas de juros de curto prazo em 1987.

Song disse a Kamin que o POBC estava particularmente interessado nos detalhes do uso que o Fed fez dos acordos de recompra, para injetar temporariamente liquidez no sistema bancário americano em 1987. O BC chinês havia aumentado as injeções de dinheiro em junho e acelerado os acordos de recompra em agosto, uma vez que as ações continuavam caindo. O POBC também afrouxou a política em 11 de agosto ao permitir uma desvalorização de 2% do yuan.

Enquanto Song e Kamin trocavam mensagens em 27 e 28 de julho, outras autoridades chinesas estavam ocupadas tentando conter o crash. A autoridade reguladora do mercado de valores mobiliários da China disse em 27 de julho que estava preparada para comprar ações para estabilizar o mercado e que as autoridades iriam ser duras com quem estivesse fazendo apostas “mal-intensionadas” de que as ações continuariam caindo.

Em 1987, o Fed contatou diretamente os bancos e os encorajou a atender “as necessidades legítimas de financiamento” de seus clientes, segundo mostra um e-mail de Kamin para Song,

Além de suas promessas e lisonjas, o Fed aliviou em 1987 as restrições colaterais sobre Wall Street e tentou acalmar os mercados interferindo nos mercados mais cedo que o normal. A economia dos Estados Unidos continuou crescendo, mas entrando em uma recessão em 1990.

O banco central chinês não tem tanta liberdade para conduzir suas políticas quando o Fed, que responde ao Congresso americano mas opera independentemente da administração.

O presidente do PBOC, Zhou Xiaochuan, implementa políticas que em última instância são decididas pelos líderes políticos em Pequim e carece de autoridade para liderar o debate ou lançar uma luz sobre a tomada de decisões.

O vice-ministro das Finanças da China disse à “Reuters” no ano passado que os supervisores chineses precisavam aprender com países como os EUA. O primeiro-ministro Li Keqiang disse no mês passado que as autoridades reguladoras da China não responderam de maneira suficiente, mas a China conseguiu conter os riscos sistêmicos.

Os banqueiros centrais dos EUA dizem que sua relativa transparência ajuda em sua eficiência e legitimidade, mas as leis de abertura de registros também deixam as autoridades do Fed cautelosas com suas comunicações, grande parte das quais precisa ser tornada pública quando requisitado. Stanley Fischer, vice-presidente do Fed, já disse que a transparência torna mais difícil para ter discussões informais.

Kamin observou em seu e-mail que tudo o que ele estava enviando estava disponível ao público. “Espero que isso ajude”, disse ele.

Valor Econômico – 22/03/2016

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Sair da UE pode custar 130 bi de euros, diz PwC

Deixar a União Europeia poderia ocasionar perdas de 130 bilhões de euros à economia do Reino Unido, aponta relatório da empresa de consultoria PwC encomendado pela Confederação da Indústria Britânica divulgado ontem.

Os analistas acreditam que o país poderia perder o equivalente a 5% de seu Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos quatro anos se deixar o mercado comum após o referendo sobre a filiação à UE do próximo dia 23 de junho.

No caso de Londres, romper com a UE, mas chegar a acordo de livre-comércio com Bruxelas, reduziria este impacto econômico para 3% do PIB, diz a PwC.

A análise sustenta que o crescimento econômico se reduziria entre 2017 e 2020, e poderia chegar a ser nulo em 2017 ou 2018, devido ao impacto no comércio e nos investimentos acarretados pela saída da União Europeia.

Divisão política

Além de afetar a economia local, a possível saída da Grã-Bretanha da UE tem mexido com os ânimos políticos internos no Reino Unido.

Neste último sábado, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, foi forçado a uma apressada reorganização de seu gabinete após a dramática renúncia de um dos seus principais ministros ameaçar aumentar a divergência de opiniões sobre a União Europeia dentro do governista Partido Conservador.

A conturbada saída do secretário do Trabalho e Previdência, Iain Duncan Smith, um dos líderes da campanha para o Reino Unido deixar a União Europeia, também afeta as ambições políticas do ministro de Finanças, George Osborne, disseram comentaristas.

Cameron e Osborne estão apelando aos britânicos que votem pela permanência na União Europeia no referendo de 23 de junho, mas muitos parlamentares conservadores e ativistas são a favor da saída do Reino Unido, a chamada de “Brexit”. Essa questão divide o partido há décadas.

Na sua carta de renúncia, Smith citou cortes em benefícios para incapacidade no orçamento anual de Osborne, na semana passada, que também incluiu um corte de impostos para famílias ricas.

DCI – 22/03/2016

Redação On março - 22 - 2016
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