Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Falta diversidade na cúpula de empresas da América Latina

A colombiana Luisa Fernanda Lafaurie, diretora-presidente da Oleoducto Central SA, ou Ocensa, já presidiu o conselho de administração da própria operadora de oleodutos e já foi conselheira de diversas outras empresas, inclusive a companhia aérea Avianca SA e até da brasileira CTEEP – Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista.

Aos 56 anos, a executiva, que também foi ministra das Minas e Energia da Colômbia, já atuou em tantas empresas que foi considerada, em 2012, uma das 100 pessoas de negócios mais poderosas do país pela mídia local. Mas, segundo um novo estudo, Lafaurie continua sendo uma exceção na América Latina, onde menos de 7% dos assentos de conselhos são ocupados por mulheres – o Brasil ficou abaixo da média, com 6%.

A pesquisa que a Egon Zehnder, uma consultoria global de liderança e recrutamento de executivos, está divulgando hoje conclui que as empresas da América Latina ainda estão bem atrás de seus pares nos Estados Unidos, Canadá e Europa no que diz respeito à presença feminina em seus conselhos de administração, consequência principalmente de uma cultura corporativa que ainda dificulta a ascensão de mulheres a cargos de liderança.

A “Análise de Diversidade nos Conselhos Latino-Americanos” examinou os dados de 155 empresas de capital aberto e valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão – sendo 10 da Argentina, 70 do Brasil, 22 do Chile, 12 da Colômbia e 41 do México – e entrevistou dezenas de presidentes de conselhos e mulheres que atuam como conselheiras em 61 empresas.

O estudo mostra que 46,5% dos conselhos de administração na América Latina tinham pelo menos um membro do sexo feminino no ano passado, um percentual bem menor que os 88,8% e 80,2% registrados na Europa e na região EUA/Canadá, respectivamente. Uma diferença igualmente grande foi observada no percentual do total de assentos de conselhos ocupados por mulheres: 6,4% na América Latina, contra 21,1% na Europa e 15,9% nos EUA/Canadá.

Elevar a participação de mulheres no conselho é hoje um aspecto importante das práticas de governança corporativa no mundo todo e parte de um esforço mais amplo das empresas para ter uma força de trabalho mais diversa. Mais do que uma questão ética, as empresas veem a diversidade como uma vantagem estratégica que permite a elas se beneficiar das perspectivas diferentes que pessoas de origens, formações, raças e gêneros distintos trazem para o ambiente de trabalho.

Mas, enquanto nos últimos anos a participação de mulheres em conselhos cresceu rapidamente na Europa e nos EUA e Canadá – com alguns países europeus valendo-se inclusive de cotas impostas pelo governo -, na América Latina o progresso vem sendo mais lento. Na Europa, por exemplo, o percentual de vagas nos conselhos ocupadas por mulheres saltou 8,4 pontos percentuais entre 2011 e 2015, ante com uma alta de 0,5 ponto percentual na América Latina.

“[As empresas da] Europa e EUA incluíram isso na agenda. Para elas, é um tópico relevante, em termos de governança corporativa”, promover mais mulheres que possam, depois, ocupar uma posição no conselho, diz Cristina Manterola, uma das autoras do estudo e parte do grupo de Diversidade e Inclusão da Egon Zehnder em Santiago, no Chile.

Diante da relevância que a diversidade vem ganhando no mundo desenvolvido, diz a pesquisa, empresas latino-americanas com planos de se globalizar e ganhar acesso ao capital estrangeiro precisam se esforçar mais para aumentar o número de mulheres na liderança. Outros estudos recentes também mostram que empresas com mais mulheres na cúpula executiva, e também nos conselhos, tendem a ser mais lucrativas.

Na opinião de 41% dos entrevistados pela pesquisa, o maior obstáculo que a mulher latino-americana enfrenta para ganhar poder nas empresas são os preconceitos culturais que ainda imperam na região em relação à sua capacidade de liderança. Outros 24% citaram a falta de políticas que tornem mais fácil para as mulheres equilibrar responsabilidades no trabalho e no lar.

Lafaurie diz que teve a sorte de nunca ter sua capacidade de liderança questionada somente por ser mulher, mas que se defrontou com o dilema de priorizar a carreira ou a família.

“É uma decisão muito dura acordar todo dia, deixar um bebê e ir cuidar da sua carreira”, diz ela, que é mãe de dois filhos. “É cada dia mais importante para as empresas criar uma atmosfera que torne viável as duas tarefas.”

O estudo cita a falta de independência dos conselhos na América Latina, onde grande parte das empresas tem um acionista controlador, como mais um empecilho à diversidade. A Lojas Renner SA, empresa considerada um raro exemplo de capital pulverizado no Brasil, tem tentado tornar sua cúpula executiva um reflexo dos mais de 70% de mulheres que compõem sua força de trabalho, diz o presidente do conselho, Osvaldo Schirmer.

“Você vai encontrar, na Renner em particular, um bom número de mulheres em posições de gerente geral e de diretoria”, diz.

A varejista de roupas tem hoje só uma mulher (já teve duas) em seu conselho de oito membros.

O estudo também mostra que nem todos os países estão em igual situação. Na Colômbia, por exemplo, 67% dos conselhos de administração têm pelo menos uma mulher entre seus membros, comparado a 46% no Brasil e 40% na Argentina, o país com menor proporção entre os cinco pesquisados. Segundo o estudo, essa maior diversidade dos conselhos na Colômbia seria fruto da política, iniciada nos anos 80, de nomear mulheres para cargos públicos de alto escalão. Já na Argentina, onde as empresas há anos estão às voltas com um ambiente de negócios difícil, a governança corporativa teria ficado em segundo plano.

Manterola lembra que parte do ônus de se preparar para ingressar em conselhos cabe à mulher. As mulheres devem procurar ocupar funções de responsabilidade financeira, ganhar visibilidade no que fazem, falar em público e formar uma rede de contatos, recomenda.

Lafaurie diz que, quando foi ministra das Minas e Energia, entre 2001 e 2002, ela necessariamente tinha que pertencer ao conselho de várias estatais do setor e que isso foi determinante para que, mais tarde, empresas privadas a convidassem para a mesma função.

“Para se aumentar a diversidade de gênero nos conselhos, as mulheres têm que ter visibilidade”, diz a executiva.

Uma das conclusões do estudo é que os conselhos e diretorias de empresas precisam ajudar suas profissionais a ganhar essa visibilidade, colocando a diversidade de gênero na agenda e revisando seus critérios de seleção para priorizar a busca por mulheres qualificadas.

Perguntada se a Ocensa tem alguma mulher em seu conselho, Lafaurie ri e responde: “Não, infelizmente não… eu estou tentando”, diz ela. “Eu estou me esforçando muito.”

Valor Econômico – 21/03/2016

continue lendo:

China fará ‘o necessário’ contra risco sistêmico

A China fará o que for preciso para neutralizar riscos a seus mercados, aos títulos de sua dívida, ao câmbio e ao mercado imobiliário, enquanto seu crescimento econômico se desacelera, disse o vice-premiê Zhang Gaoli.

A economia, enfrenta uma pressão baixista “relativamente grande”, afirmou Zhang, que é um dos sete membros do Politburo, órgão decisório do Partido Comunista da China. Ele disse que os planos de um déficit fiscal de 3%, anunciados pelo premiê Li Keqiang em relatório enviado em 5 de março ao Congresso, são destinados a amenizar o fardo das empresas.

“Não haverá riscos sistêmicos. Este é o nosso ponto de partida”, disse Zhang ao Fórum de Desenvolvimento da China, um encontro anual de líderes empresariais globais e autoridades chinesas.

A fala de Zhang ecoa recentes comentários de altas autoridades do país, incluindo o presidente do órgão regulador dos mercados acionários, de que o governo agirá com firmeza para deter qualquer turbulência que se pareça com a que levou à perda de US$ 5 trilhões nas bolsas chinesas em agosto.

O premiê Li Kequiang disse em sua coletiva de imprensa anual, em 16 de março, que a China precisa estar atenta “com olhos de lince” aos riscos do mercado financeiro.

Falando ontem no mesmo evento, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse que a China está no meio de uma transição histórica que “é boa para a China e boa para o mundo”.

“Nós devemos esperar que, como em qualquer grande transição, ela será por vezes turbulenta”, afirmou Lagarde em seu discurso. “É preciso atingir um equilíbrio delicado entre converter-se para um crescimento relativamente mais lento porém mais sustentável e avançar nas muito necessárias reformas estruturais.”

Valor Econômico – 21/03/2016

continue lendo:

Para empresas globais, proteger-se da volatilidade do dólar ficou mais caro

Uma procura desenfreada por dólares nos mercados globais está elevando os custos que empresas e instituições financeiras de fora dos Estados Unidos têm que pagar para se protegerem contra oscilações cambiais.

Empresas japonesas com dívidas de cinco anos em dólar, por exemplo, estão pagando um prêmio de até 1,05 ponto percentual ao ano acima dos juros atuais, o mais alto registrado desde 2008, segundo dados da Thomson Reuters sobre os chamados “cross-currency swaps (CCS), também conhecidos como swaps de divisas ou de moedas, um derivativo bastante usado como hedge contra variações cambiais. Empresas da Europa estão pagando até 0,58 ponto percentual neste mês, um nível visto pela última vez em 2012.

A alta do custo dos empréstimos em dólar ressalta as turbulências nos mercados em meio a políticas divergentes de bancos centrais e o colapso dos preços das commodities. O Índice Dólar do The Wall Street Journal caiu 3,6% neste ano, mas muitos analistas e investidores acreditam que ele vai subir até 15% com as iniciativas do banco central dos Estados Unidos (Fed) para elevar os juros de curto prazo no país.

Nos últimos 12 meses, a alta do dólar se tornou um dos maiores fatores de risco para a economia mundial. A valorização da moeda americana tende a intensificar a volatilidade dos mercados ao enfraquecer ainda mais os produtores de commodities e sabotar os esforços do Fed para elevar a inflação nos EUA.

“Isso tem sido extremamente importante para os mercados de ações e de renda fixa”, diz David Donabedian, diretor de investimentos da Atlantic Trust Private Wealth Management, gestora americana com uma carteira de US$ 27 bilhões em ativos até fevereiro. “Acredito que, durante o ano, provavelmente passaremos para um ambiente de dólar mais forte.”

Até agora, porém, as ofensivas dos Banco do Japão, Banco Central Europeu e outros BCs de economias desenvolvidas para debilitar suas moedas em relação ao dólar não estão surtindo efeito, o que gera dúvidas sobre sua capacidade de controlar os mercados. Apesar dos esforços do Banco do Japão, o iene acumula alta de 7,5% ante o dólar neste ano. Na Europa, o BCE enfrenta desafios semelhantes para conter a força do euro. Essas dificuldades ressaltam que o prolongado período de juros baixíssimos, desde a crise de 2008, gerou distorções no mercado que os BCs hoje têm dificuldade em corrigir.

A situação pode injetar mais volatilidade nos mercados. Embora investidores costumem prever com acerto as medidas dos bancos centrais, é mais complexo antecipar as reações do mercado, o que pode deflagrar uma debandada dos ativos de maior risco, como commodities e papéis de mercados emergentes.

Em um swap de divisas, parceiros comerciais – normalmente instituições financeiras atuando em nome de clientes ou por conta própria – concordam em trocar os pagamentos periódicos de juros atrelados a certos instrumentos em moedas distintas. A diferença entre os juros que cada um paga representa o custo líquido do swap para uma das partes. A meta desses swaps é tentar reduzir a exposição a grandes oscilações cambiais. Como um swap envolve uma troca de fluxos de caixa, a demanda por dólares geralmente é refletida no custo adicional do hedge, em vez de na taxa de câmbio.

A alta nos custos de hedge já começa a afetar as negociações de dívida soberana de países desenvolvidos, o epicentro dos mercados financeiros, dizem analistas.

Investidores japoneses, como fundos de pensão e seguradoras, há muito são grandes compradores, em todo o mundo, de títulos considerados mais seguros, principalmente notas do Tesouro dos EUA. Essas instituições geralmente fazem hedge com swaps de juros, diz Dominic Konstam, chefe de pesquisa de juros no banco alemão Deutsche Bank AG.

Mas, com o aumento dos custos de hedge, os investidores japoneses foram vendedores líquidos de US$ 70 bilhões em notas do Tesouro americano no segundo semestre de 2015, um recorde, afirma o banco.

Analistas dizem que a mesma dinâmica pode vigorar na Europa, onde o maior uso de juros negativos pelo Banco Central Europeu está pressionando para baixo o rendimento dos títulos globais. Mais de US$ 8 trilhões em títulos de dívida globais possuem hoje juros negativos, segundo estimativa recente do banco americano J.P. Morgan.

A corrida por dólares ocorre numa hora crucial para os investidores. A demanda está crescendo entre aqueles que tentam tirar vantagem dos rendimentos mais elevados dos títulos nos EUA, enquanto a oferta está diminuindo porque o Tesouro americano precisa captar menos dinheiro para financiar um déficit comercial cada vez menor. O déficit em conta corrente dos EUA em 2015 foi de 2,7% do PIB, acima de 2014, mas ainda muito menor que durante a crise financeira.

“A oferta de dólares no mundo deve cair e provavelmente continuar apertada até que o déficit em conta corrente cresça de forma significativa”, diz Krishna Memani, diretora de investimentos da Oppenheimer Funds Inc.

Embora hedges cambiais não necessariamente afetem a cotação do dólar em outras moedas, eles são um fator subestimado nas grandes diferenças de rendimento entre bônus soberanos de países ricos, dizem analistas.

As notas de dez anos do Tesouro dos EUA rendiam 1,87% ao ano na sexta-feira, ante 0,21% de bônus equivalentes na Alemanha e menos de 0,1% no Japão. Mas “se você olha os níveis atuais quando se faz uma conversão cambial, as notas do Tesouro dos EUA parecem caras comparadas” com as de outros países, diz Jonathan Rick, estrategista de derivativos de juros do banco francês Crédit Agricole.

Nos últimos anos, o dólar se valorizou significativamente contra o euro e o iene, à medida que crescia a busca pelos papéis de maior retorno dos EUA, mas neste ano a moeda americana acumula queda de 3,6% ante o euro e de 7,3% em relação ao iene. Analistas do banco americano Goldman Sachs Group Inc. previram recentemente que o dólar pode subir outros 10% ou 15%.

Valor Econômico – 21/03/2016

continue lendo:

Analistas preveem reação de emergentes já neste ano

As economias emergentes devem começar a se recuperar no fim do ano e contribuir com três quartos da expansão econômica mundial nos próximos anos, avalia a consultoria britânica Capital Economics.

A consultoria parece mais otimista do que outros analistas, mas o consenso é de que os emergentes, impulsionados pela Ásia, continuarão sendo o motor do crescimento global.

“As economias emergentes não vão retomar tão cedo suas taxas de crescimento de antes da crise, mas pensamos que vão se recuperar ligeiramente este ano e continuar a crescer mais rápido do que os desenvolvidos”, avalia a consultoria.

O Indice de Gerente de Compras (PMI), elaborado pelo provedor de dados Markit e seguido de perto por bancos centrais, diretores de empresas e grandes investidores, detecta crescimento anual do PIB por volta de 4% ou ligeiramente menor para os emergentes no primeiro trimestre, longe dos dois dígitos de antes da crise financeira global – mas bem acima do 1% de PIB anual para os desenvolvidos até agora.

Para Chris Williamson, economista-chefe de Markit, “qualquer melhora iminente no crescimento dos mercados emergentes parece improvável, e a tendência parece ser de piora, mas os emergentes continuam crescendo a taxas mais fortes do que os desenvolvidos”.

O “EM Growth Tracker”, rastreador de crescimento dos emergentes elaborado pelo Instituto Internacional de Finanças (IIF), nota que após dois meses de leve aceleração, a expansão nesse grupo na verdade moderou em fevereiro, indicando que a atividade continua em baixa velocidade.

Certos economistas estimam, porém, que a situação vai começar a melhorar até o fim do ano. A Capital Economics conta com o impacto de mais flexibilidade fiscal e monetária na China, a segunda maior economia do mundo. Projeta crescimento na China de 5,5% este ano ante 4,3% no ano passado, cifras bem diferentes dos mais de 6% que o governo chinês anuncia, Isso deve apoiar a recuperação nos preços de commodities, ajudando por sua vez países exportadores de matérias-primas como Rússia e Brasil. A Índia também continuará a crescer fortemente.

Já a atividade na zona do euro e no Japão continuará modesta este ano. O crescimento nos EUA pode ficar por volta de 2,2%. Análise do banco francês Natixis mostra que a zona do euro, se não aumentar suas exportações, continuará a crescer de forma medíocre no futuro, – ou seja, depende bastante do mercado externo.

A projeção da Capital Economics é de que os emergentes devem crescer cerca de 4,5% em 2016-2017, comparado a 1,7% nos desenvolvidos. E como os emergentes representam agora cerca de 60% do PIB mundial, em termos de Paridade de Poder de Compra (PPP, na sigla em inglês), significa que vão continuar contribuindo com quase três quartos da expansão da atividade global.

Alfredo Calcagno, chefe da unidade de macroeconomia e políticas de desenvolvimento da Agencia das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), atribui o crescimento mais rápido das economias em desenvolvimento em relação às desenvolvidas (4% em 2015 comparado a 1,9%) sobretudo ao dinamismo da Ásia, que expandiu 5,1%.

Para ele, os países emergentes seguirão sendo a principal fonte de crescimento da economia mundial, apesar das dificuldades que atravessam as economias da América Latina, com crescimento quase nulo em 2015, e da Africa que desacelerou para menos de 3% comparado a 6% antes da crise global.

“No médio prazo há perspectivas favoráveis nos emergentes, em particular nos grandes países asiáticos”, diz Calcagno. “Nesses países, o crescimento se reorienta para seus mercados internos, que se consolidam com uma nova classe média e um processo de urbanização muito acelerado, em particular na China, onde a população urbana passou de 35% a 55% da população total em apenas 15 anos e deveria chegar a 70% em 2030.”

Para o economista da Unctad, isso sugere que esses países manterão uma taxa de investimento elevada e uma transferência de população para atividades de maior produtividade nos próximos anos, que sustentará o crescimento e poderá ajudar na recuperação dos preços das matérias-primas “que caíram por uma expansão da oferta e não por uma queda da demanda”.

Valor Econômico – 21/03/2016

continue lendo:

Premiê da Austrália quer diminuir poder de sindicatos da construção

CANBERRA  –  O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, ameaçou nesta segunda-feira antecipar eleições se o Senado do país se recusar a passar um projeto de reforma para o setor da construção civil, sob o argumento de que a questão é vital para o futuro econômico do país.

“O governo conservador adverte os parlamentares sobre a importância da votação de 18 de abril, destinada a reduzir os poderes dos sindicatos da construção”, afirmou Turnbull em entrevista no Parlamento. Ele afirmou que se as medidas não forem aprovadas, vai antecipar as eleições para 2 de julho.

“Esta é uma oportunidade para o Senado fazer seu trabalho de legislar, em vez de praticar o obstrucionismo”, afirmou.

Turnbull disse que se o Senado concordar com o projeto, as eleições serão realizadas na data prevista, em setembro.

O governo conservador está em minoria no Senado e sem força para aprovar suas leis, perdendo para o bloco trabalhista, os verdes e diversos microgrupos políticos.

(Dow Jones Newswires)/Valor Econômico – 21/03/2016

Redação On março - 21 - 2016
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.