Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Puxado por alimentos, IPC-Fipe acelera na segunda prévia de março

SÃO PAULO  –  Puxada por alimentos e despesas pessoais, a inflação acelerou na cidade de São Paulo na segunda quadrissemana de março, na comparação com a primeira, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O Índice de Preços ao Consumidor foi de alta de 0,80% para 0,94% no período.

O IPC-Fipe calcula a inflação para famílias que recebem até dez salários mínimos mensais.

O grupo alimentação saiu de alta de 1,37% para 0,86% e foi responsável por 0,33 ponto da inflação do período. Também subiram as despesas pessoais, de 1,26% para 1,55%, adicionando outro 0,21 ponto ao IPC-Fipe. Vestuário também aumentou, de 0,58% para 0,97%.

Os quatro demais grupos registraram taxas menores da primeira para a segunda quadrissemana de março: habitação (de 0,83% para 0,71%), transportes (de 0,42% para 0,40%), saúde (de 0,89% para 0,65%) e educação (de 0,21% para 0,15%).

Valor Econômico – 18/03/2016

continue lendo:

Projeção do mercado para o déficit primário de 2017 cresce 70%

Com o cenário político indefinido para este ano e a crise econômica cada vez mais longe do fim, o mercado financeiro começa a mostrar que espera, de 2017, um ano economicamente tão difícil quanto 2016.

Segundo o Prisma Fiscal, relatório feito pelo Ministério da Fazenda com bancos, corretoras e consultorias, a expectativa para o resultado primário de 2017 passou de um déficit de R$ 42,084 bilhões para um resultado negativo em R$ 71,329 bilhões. A projeção do mercado para o ano que vem aumentou em mais de R$ 29,2 bilhões de fevereiro para março, uma variação de 69,5% em apenas um mês.

Caso o resultado se concretize, o Brasil fechará 2017 com a dívida bruta do governo central equivalente a 78,75% do Produto Interno Bruto (PIB).

De acordo com as expectativas do mercado financeiro, as despesas do governo central devem aumentar e fechar o ano em R$ 1,268 trilhão. Enquanto isso, a receita líquida do governo central deve cair e terminar 2017 em R$ 1,190 trilhão. Em fevereiro, os analistas esperavam que a receita líquida do ano que vem fosse de R$ 1,200 trilhão.

O pessimismo também está presente na arrecadação federal. Segundo o relatório, as expectativas caíram de R$ 1,390 trilhão na pesquisa passada para R$ 1,388 trilhão no documento divulgado há pouco pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
O Estado de S.Paulo – 18/03/2016

continue lendo:

FMI acompanha de perto situação no Brasil e vê sérios problemas políticos

O Brasil vive uma situação difícil e passa por sérios problemas políticos, afirmou nesta quinta-feira um porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI) em entrevista a jornalistas, destacando que a instituição está “monitorando de perto” os desdobramentos no país. A recomendação do FMI é que o Brasil prossiga com a tentativa de consolidar as contas fiscais, de manter a inflação dentro da meta, reforçando o arcabouço de política econômica.

“O Brasil está claramente passando por uma situação difícil e é essencial reforçar o arcabouço macroeconômico”, afirmou o vice-diretor do departamento de Comunicação do FMI, William Murray.

“O Brasil tem sérios problemas políticos”, completou o porta-voz. Ele, porém, evitou comentar problemas mas específicos no cenário político do país. “Como uma questão de regras, não mergulhamos em desdobramentos políticos de nossos países membros.”

Murray disse que o FMI está “acompanhando de perto” os desdobramentos no Brasil, mas afirmou que até agora não houve discussões de qualquer pedido de ajuda financeira. Para o FMI, o reforço de políticas econômicas no Brasil, como maior disciplina fiscal, pode conseguir reverter a piora dos índices de confiança e estimular o investimento.

O FMI faz em abril sua reunião de primavera em Washington, onde deve divulgar novas análises sobre o Brasil, incluindo uma revisão das projeções para o Produto Interno Bruto (PIB). As previsões para o país vêm sendo constantemente revisadas para baixo e a mais recente, divulgada em janeiro, previa contração de 3,5% este ano.

O Estado de S.Paulo – 18/03/2016

continue lendo:

Crédito some dos bancos

Diante da recessão na economia brasileira, os bancos estão mais restritivos nas concessões de crédito. Com o elevação do desemprego e da inadimplência, as instituições financeiras têm apostado nos refinanciamentos e no alongamento de prazos das dívidas para evitar o aumento do nível de calote. Apesar da estratégia conservadora, os analistas avaliam que a tendência é de alta nos atrasos de pagamento por mais de 90 dias.

Dados do Banco Central (BC) apontam que, em janeiro, as concessões de crédito livre para pessoas físicas encolheram 10,8% em relação a dezembro, enquanto a inadimplência subiu para 6,2% do total de contratos, a sétima alta consecutiva. Já o estoque de operações de refinanciamento alcançou a marca de R$ 20,7 bilhões no primeiro mês do ano, uma elevação de 20,7% nos últimos 12 meses conforme as informações da autoridade monetária.

O economista João Morais, especialista em crédito da Tendências Consultoria, ressaltou que o aumento do desemprego afetou o nível de inadimplência das instituições financeiras, que têm optado por estimular a renegociação de créditos. “As famílias contraíram dívidas nos últimos anos e agora perderam a capacidade de pagamento. Nesse cenário, há maior cautela para a aprovação de novos financiamentos”, comentou.

Morais entende que, mesmo com a retração na oferta e na demanda por crédito, os calotes devem permanecer em alta pelo menos até o primeiro trimestre de 2017. Ele ressaltou que os indicadores de inadimplência só devem começar a melhorar quando o país voltar a gerar postos de trabalho.

Sinistros

Para a economista-chefe da Coface para América Latina, Patricia Krause, enquanto a crise política não for resolvida, não há perspectiva de mudança no quadro econômico. Ela destacou que as empresas têm sofrido para honrar compromissos. “O índice de sinistros no mercado de seguros de crédito cresceu 200% em 2015 e os pedidos de recuperação judicial subiram 116% nos dois primeiros de 2016”, disse.

Patricia comentou que a indústria tem sido fortemente afetada por esse processo, e as que têm maiores problemas de caixa sofrem com o aumento de juros. Segundo ela, a tendência é de piora. “Esperamos que a alta da inadimplência seja menor do que a observada em 2015, mas, se no primeiro ano de recessão a situação era complicada, agora está cada vez mais difícil sobreviver”, alertou.

Operações de socorro

Os bancos de investimentos passaram a ampliar o foco de seus serviços para compensar a queda de receitas das empresas, oferecendo soluções para que elas se ajustem ao ambiente de crise. Com isso, fusões e aquisições, remodelagem de companhias e reestruturação de dívidas ganham cada vez mais espaço. O movimento de socorro ocorre na esteira do encolhimento das atividades como emissão de dívida e de ações, que secaram por causa da retração econômica. O ponto-chave neste momento, destaca o diretor-gerente do Bradesco BBI, Leandro Miranda, é abordar as necessidades das companhias de maneira multidisciplinar.

Correio Braziliense – 18/03/2016

continue lendo:

Henrique Meirelles defende reformas e diz que PIB deve cair 4% em 2016

O ex- presidente do Banco Central ( BC) Henrique Meirelles destacou que o Brasil, para crescer durante a próxima década, precisa resolver sua situação fiscal e dar início às reformas tributária e da previdência. A afirmação foi feita ontem durante palestra na Super Rio Expofood 2016, evento do setor de varejo que aconteceu no Riocentro, no Rio de Janeiro. No evento, Meirelles afirmou ainda que o Produto Interno Bruto ( PIB, conjunto de bens e serviços produzidos pelo país) pode apresentar recuo de até 4% neste ano. Se confirmada a previsão, será a maior recessão de sua História do Brasil, pontuou.

Sobre o momento atual, Meirelles, que chegou a ser apontado pelo mercado como um possível sucessor de Alexandre Tombini para o Banco Central e até mesmo para ocupar o Ministério da Fazenda no lugar de Nelson Barbosa, após o anúncio de que ex- presidente Lula iria para o governo Dilma, pouco falou. Destacou apenas a importância do planejamento, apesar das “dúvidas que todos têm sobre o futuro” e lembrou que procura “olhar para o que virá para o Brasil independentemente das questões de curto prazo”. Meirelles não quis falar com a imprensa.

‘ EXISTE MUITA INCERTEZA’
Para 2016, Meirelles disse que o ano “é um cenário de crescimento negativo e inflação persistentemente alta”. Para os preços, citou a projeção de 7,5% para este ano.

— O número hoje é recessão grande. Não há dúvida. Não podemos subestimar isso. Possivelmente, pode chegar a ser a maior recessão da História do Brasil. Existe muita incerteza. Qual é o cenário de crescimento da próxima década? No curto prazo, vários ajustes macroeconômicos precisam ser feitos, como aumentar o superávit fiscal e reduzir a inflação. São ajustes econômicos básicos para se chegar a um cenário básico de crescimento de 2% na próxima década. No longo prazo, são vários desafios estruturais que geram ineficiências.

Durante sua palestra, Meirelles afirmou que caso se resolvam “os problemas fundamentais de curtíssimo prazo, mas mantendo ainda a incerteza fiscal”, o país pode ter uma trajetória de crescimento “muito baixo”, de 1% ao ano. Meirelles disse ainda que, supondo que se resolva a questão fiscal, mas não se fazendo nenhuma reforma fundamental, o país vai ter um crescimento de 2% ao ano.

— As reformas tributária e previdenciária, no sentido de gerar mais eficiência, além da trabalhista, e maior facilidade para fazer negócios no Brasil. Com tudo isso o Brasil tem chances de crescer 4% ao ano. São desafios que podem ser enfrentados. O Brasil já enfrentou no passado desafios enormes , com hiperinflação — disse Meirelles, que destacou ainda que as reservas internacionais representam um “colchão de liquidez”.

Meirelles também em vários momentos de sua palestra destacou a necessidade que o país faça as reformas necessárias para evitar que a dívida bruta e líquida cheguem a patamares insustentáveis nos próximos anos.

— A dívida líquida, que é a divida bruta menos as reversas, começou a amentar em 2013, e de forma mais pronunciada em 2014 e 2015, o que mostra a necessidade das reformas fundamentais visando a equilibrar a trajetória dessa curva para que não tenhamos uma trajetória para que essa dívida possa subir para patamares não sustentáveis ao longo do tempo. Se não forem tomadas medidas de ajustes, como as questões de despesas, sejam as vinculações constitucionais ou previdenciárias, podemos ter essa dívida atingindo patamares superiores ao de 2002. No caso da dívida bruta, a trajetória é similar.

O Globo – 18/03/2016

continue lendo:

Indústria está menos pessimista, mostra CNI

A ociosidade da indústria continuou recorde em fevereiro, mas alguns indicadores, embora negativos, registraram melhora relativa. Entre eles estão volume de produção, número de empregados, estoques e expectativas. Os dados são da sondagem mensal realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No mês passado, a utilização da capacidade instalada da indústria permaneceu no piso histórico: 62%. O percentual é quatro pontos percentuais inferior ao de fevereiro de 2015. Produção e emprego continuaram em queda no mês, embora menos acentuada. O indicador de evolução da produção saiu de 39,7 para 42,2 pontos, e o de empregados subiu de 41,4 para 42,8 pontos.

Os estoques de produtos finais mantiveram-se em níveis um pouco menores que os planejados. Enquanto o indicador de evolução dos estoques caiu de 48,4 para 48,2 pontos, a que aponta o estoque real em relação ao planejado recuou de 50,3 para 49,7 pontos.

Os índices de expectativas relativos a março mostram empresários menos pessimistas com relação à demanda e perspectivas de menor queda do número de empregados e das compras de matérias-primas nos próximos seis meses. Os industriais permanecem otimistas com relação às exportações, mas o indicador é mais baixo que no mês anterior.

A expectativa sobre a demanda teve melhora relativa entre fevereiro e março, de 45,6 para 46,9 pontos. A de compra de matérias-primas seguiu o mesmo caminho, de 43,6 para 45,2 pontos. A expectativa quanto ao número de empregados subiu de 42,1 para 43 pontos. A de intenção de investimento recuou de 39,8 para 39,4 pontos.

Valor Econômico – 18/03/2016

continue lendo:

Agro salva e PIB de SP fica estável em janeiro

O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de São Paulo ficou estável em janeiro, ante dezembro feitos os ajustes sazonais, interrompendo uma série de seis recuos consecutivos, iniciados em julho de 2015. Na comparação com janeiro de 2015, contudo, o PIB paulista teve forte recuo, de 7,3%. Em dezembro, o PIB paulista caiu 0,7% ante novembro e 6,6% ante o mesmo período do ano anterior. Os dados são da Fundação Seade.

Em 12 meses, a atividade do Estado aprofundou a retração de 4% acumulados em dezembro para 4,4% no primeiro mês deste ano.

A estabilidade registrada em janeiro foi resultado de quedas na indústria (-0,6%) e nos serviços (-1,2%) e de um avanço na agropecuária (2,9%).

Já na comparação com janeiro de 2015, a indústria teve a principal influência negativa (-14,6%), seguida por serviços (-4,3%) e agropecuária (5,4%). Em 12 meses, o resultado é reflexo dos desempenhos negativos na indústria (-9,8%) e nos serviços (-2,2%) e do aumento na agropecuária (5,9%).

Com 30% do PIB nacional, São Paulo puxa a baixa da atividade econômica em todo o país. O Monitor do PIB, da FGV, apresentou recuo de 4,1% em janeiro. Já o IBC-Br apresentou baixa de 4,48% no mês, ante 4,05% em dezembro.

Valor Econômico – 18/03/2016

continue lendo:

Impeachment se torna o ‘cenário-base’ no mercado

A previsão de parte dos analistas para a economia já considera o impeachment da presidente Dilma Rousseff como o cenário mais provável. A probabilidade de interrupção do mandato da petista ganhou força nos últimos dias por causa das manifestações de domingo e pela revelação das gravações telefônicas envolvendo Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A consultoria americana Eurasia elevou de 65% para 75% a possibilidade de a presidente Dilma não terminar o seu mandato, de acordo com o relatório dos analistas da consultoria especializados em Brasil, Christopher Garman, João Augusto de Castro Neves e Cameron Combs. Na visão deles, a votação do impeachment no Congresso deve ocorrer em maio.

A expectativa por um novo governo tem ficado evidente no mercado financeiro. Apenas em março a Bolsa subiu 18,98%, e o dólar recuou 8,78%. Na leitura dos analistas, um novo governo poderia fazer com que os ajustes considerados necessários saíssem do papel, o que melhoraria as perspectivas para a economia brasileira

No começo do mês, a Eurasia estimava em 40% as chances de Dilma não terminar o mandato, porcentual que foi subindo de forma rápida nas últimas semanas, à medida que o cenário político se deteriorava, principalmente após as primeiras notícias da delação premiada do senador Delcídio Amaral.

A consultoria estima que Dilma tem hoje entre 85 e 90 deputados de esquerda que vão votar contra o impeachment, principalmente por motivos ideológicos. Para que o impedimento não seja aprovado, ela precisa de 172 dos 513 votos da casa. Ou seja, a presidente precisaria convencer 80 de 260 parlamentares de partidos de centro a não abandonarem o governo.

Mas, com a deterioração acelerada do ambiente político e as manifestações nas ruas ganhando força, o governo pode sofrer ainda mais deserções, segundo os analistas.

Na segunda-feira, dia seguinte às manifestações, a Tendências Consultoria Integrada também passou a enxergar um risco maior de interrupção do governo. A probabilidade de um impeachment ocorrer já no primeiro semestre aumentou de 55% para 70%. O cenário engloba uma interrupção do mandato da presidente pelo impeachment ou pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Se o impeachment se materializar, deve ocorrer uma valorização dos ativos”, afirmou Rafael Cortez, cientista político da Tendências. “O que não está precificado é o pós-Dilma. Todo mundo está assumindo que a saída da presidente revolve o quadro político em termos de construção de governabilidade, mas isso não é necessariamente verdade”, afirmou Cortez.

Esse cenário é bastante parecido com o da MB Associados. Segundo a consultoria, a probabilidade de interrupção do mandato da presidente é de 70%. “Esperamos que a queda (da presidente) se dê no máximo até metade do ano, mas, pelos acontecimentos, parece que será antes disso”, afirmou o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.

Na avaliação do economista, um eventual governo do vice-presidente Michel Temer começaria com um momento de euforia, mas a transição até 2018 não será fácil. “Será um governo novo, com uma nova relação com o Congresso, provavelmente com o apoio do PSDB e de alguns partidos para aprovar reformas mínimas, mas ainda assim seria um momento politicamente conturbado até 2018.”

A MB Associados projeta uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8% este ano já num cenário de fim de governo Dilma. Se a presidente permanecer no cargo, o recuo da economia brasileira deve ser de 4,9%.

Um mês. Para a consultoria, Michael Temer deverá assumir a presidência em pouco mais de 30 dias, período em que possivelmente estará aprovado no Congresso o impeachment da presidente Dilma.

A previsão consta em relatório enviado para o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. O cenário da MCM também foi alterado depois da divulgação das gravações de conversas telefônicas do ex-presidente Lula. “Sérgio Moro explodiu o governo Dilma e o ex-presidente Lula. Talvez, tenha se explodido também”, disseram os analistas, acrescentando que Moro será submetido a um processo junto ao Conselho Nacional de Justiça e pode ser punido.

“Dilma enfrentará um processo que será aberto pela Procuradoria-Geral da República e correrá no Supremo Tribunal Federal. Contudo, antes que este se resolva, ela, muito provavelmente, será afastada da Presidência da República, via impeachment aprovado no Congresso em cerca de trinta dias”, diz o texto. Os analistas ponderam que há dúvidas em torno das condições de governabilidade de Temer “nesse terreno minado no qual se transformou a política brasileira”.

A MCM destaca, ainda, que, diferentemente de domingo, nas manifestações de quinta havia “jovens enfrentando a polícia, tomando spray de pimenta na cara, gente jogando pedra, queimando pneus”. “Não havia babá empurrando carrinho. Esse tipo de manifestação é ‘leading indicator’ (indicador importante) para queda de governo”, informa o relatório da consultoria. Sobre Lula, a MCM afirma que “tampouco escapará de uma ação criminal”.

O Estado de S.Paulo – 18/03/2016

Redação On março - 18 - 2016
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.