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Tera-feira, 19 de Setembro de 2017






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Brasil e Dinamarca fazem acordo

Os governos do Brasil e Dinamarca assinaram ontem memorando de entendimento de inovação em gestão pública. O objetivo da cooperação internacional é desenvolver iniciativas para aumentar a eficiência e transparência do serviço

Uma das medidas do acordo é a construção de laboratório de inovação, que funcionará durante três anos na Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

Para o ministro dos Negócios e Crescimento do Reino da Dinamarca, Troels Poulsen, “o Brasil é um mercado muito interessante para as empresas dinamarquesas. Então, tenho certeza que a cooperação vai inspirar e beneficiar os dois países” explicou Poulsen.

DCI – 17/03/2016

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Brasil tem sérios problemas políticos agora, aponta FMI

WASHINGTON  –  O Brasil passa por sérios problemas políticos e precisa fortalecer a sua economia, reconheceu o Fundo Monetário Internacional (FMI). Para a instituição, o país deveria buscar estruturas de políticas mais fortes, como ampliar a responsabilidade fiscal, fazer ajustes de gastos e tentar manter a inflação no centro da meta.

“O Brasil tem sérios problemas políticos agora”, afirmou William Murray, diretor-adjunto de Comunicação do FMI. “Eu não vou falar dos eventos na arena política no Brasil, mas as pessoas estão dizendo que, em termos de política econômica, o país deveria fortalecer a estrutura econômica que serviu tão bem no passado e melhorou o país”, completou.

Murray acrescentou ainda que o país deverá passar por um ano de contração na economia e precisa se fortalecer. “Claramente, o Brasil está vivendo uma situação difícil”, disse. A última previsão do Fundo para o país, feita em janeiro, indicou queda de 3,5% no PIB deste ano e foi utilizada pelo Banco Central (BC) como uma das justificativas para interromper os aumentos na taxa de juros.

Uma nova previsão será feita, em abril, durante a reunião de primavera do FMI, e a expectativa é a de que rebaixe ainda mais a queda do PIB brasileiro.

Questionado pelo Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, se conferir independência ao BC poderia ajudar o país a blindar as decisões de política monetária da instituição contra eventuais interferências políticas, Murray disse que, de maneira geral, dar mais autonomia aos bancos centrais é algo positivo. “Conferir independência ao Banco Central permite mais transparência, prestação de contas e tende a ter efeitos positivos nos países”, afirmou.

Murray citou ainda um relatório feito em 2015 no qual o FMI advertiu que seria recomendado dar mais autonomia e mandato à direção do BC. No documento, o Fundo ressaltou ainda que seria prudente o país adotar medidas para manter a inflação no centro da meta.

A entrevista de Murray foi feita por causa da divulgação de um documento sobre a necessidade de fortalecer o sistema monetário internacional. O diretor disse que não houve pedido de auxílio do Brasil ao FMI.

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Banco central dos EUA mantém taxa de juros pela segunda reunião seguida

O Federal Reserve (Fed, banco central americano) decidiu manter, pela segunda reunião seguida, a taxa de juros na faixa entre 0,25% e 0,50%.O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16) após reunião do comitê de política monetária.

A decisão de manter os juros foi tomada quase por unanimidade: apenas um membro do Fomc, Esther L. George, presidente do Fed de Kansas, votou pelo aumento dos juros para o patamar de 0,50% e 0,75%.

Em comunicado, o comitê de política monetária disse que a economia americana tem crescido a um ritmo moderado, apesar das turbulências econômicas e financeiras globais registradas recentemente.

Além disso, afirmou que uma série de indicadores aponta para o fortalecimento do mercado de trabalho americano. Em fevereiro, foram criados 242 mil postos de trabalho, o que manteve a taxa de desemprego em 4,9%.

No entanto, o Fed ainda observa riscos à economia americana por causa da crise econômica e financeira global. O banco central americano vê também a inflação abaixo de 2% ao ano no médio prazo enquanto os efeitos transitórios da queda dos preços de energia e dos produtos importados se dissipam e o mercado de trabalho se fortalece.

A autoridade monetária não deu indícios de que pretende elevar os juros na próxima reunião, em abril. As autoridades do Fed revisaram suas projeções para os juros e agora veem dois aumentos em 2016, contra quatro em dezembro.

Na coletiva concedida após a decisão, a presidente do Fed, Janet Yellen, alertou para os riscos de desaceleração da economia mundial sobre os Estados Unidos. “Nossa projeção para o crescimento global diminuiu levemente, mas isso faz diferença em nossas projeções para os EUA”, disse.

Yellen afirmou ainda que o Fed monitora a desaceleração dos mercados emergentes causada pela queda dos preços do petróleo.

Nesta quarta-feira, o Departamento do Trabalho americano informou que o núcleo do índice de preços ao consumidor, excluindo os componentes voláteis de energia e alimentação, subiu 0,3% em fevereiro, repetindo a variação de janeiro.

O mais recente Livro Bege —que coleta informações relatadas por contatos empresariais em todo o país— indicou que a atividade econômica dos Estados Unidos continuou a se expandir na maioria dos distritos entre o início de janeiro e o fim de fevereiro, mas as condições variaram consideravelmente entre diferentes regiões e setores.

Além disso, a segunda revisão do PIB (Produto Interno Bruto) americano mostrou crescimento de 1%, contra estimativa de 0,7% na leitura anterior. Os dados passarão por uma última revisão no próximo dia 25.

Folha de S.Paulo – 17/03/2016

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Premiê chinês tenta tranquilizar mercados

O premiê da China, Li Keqiang, defendeu ontem a política econômica do governo. Ele prometeu que não haverá demissões em massa nem pouso forçado da economia do país, a segunda maior do mundo, apesar de o governo dar continuidade à implementação de reformas dolorosas.

Embora tenha reconhecido que as pressões descendentes estão aumentando, Li e outras autoridades máximas presentes no encontro anual do Parlamento neste mês tentaram reiteradamente tranquilizar os mercados financeiros nervosos e os principais parceiros comerciais da China, dizendo que Pequim tem capacidade de administrar a economia em desaceleração.

“Estamos confiantes de que, enquanto continuarmos a implementar as reformas e a abertura, a economia da China não sofrerá um pouso forçado”, disse Li em entrevista ao fim do encontro

“A produtividade da economia está sendo contida pela desnecessária interferência do governo, e temos de criar mais igualdade de oportunidades e mais supervisão”, disse ele, acrescentando que a China pretende reduzir a burocracia para as empresas, criar maneiras de reduzir a dívida corporativa e melhorar a regulação financeira.

A principal autoridade de planejamento econômico do país fez tentativa semelhante de acalmar os combalidos nervos dos investidores no início da reunião anual de 12 dias do Legislativo, ao dizer que as autoridades dispunham de amplos instrumentos de política pública para garantir que o crescimento permaneça “dentro de uma faixa razoável”, comentários que foram repetidos por Li ontem.

As “reformas na parte da oferta” da China, que incluem cortes de impostos, vão gerar novos impulsos de crescimento da economia, acrescentou Li, em sua entrevista, evento organizado em que os jornalistas são muitas vezes pré-selecionados para fazer perguntas.

“Em vez de recorrer a amplas medidas de incentivo, optamos pelo caminho econômico mais sustentável, mas mais doloroso, de promover reformas estruturais.”

Nesse sentido, o presidente do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, esforçou-se por detalhar os pontos de vista dominantes na instituição, diante de críticas internacionais de que a China precisa melhorar a comunicação de suas políticas de governo, especialmente após a desvalorização de surpresa do yuan, no ano passado. Zhou pareceu, no sábado, descartar o uso de medidas de incentivo excessivas para impulsionar a economia, mas disse que a China manterá uma política econômica flexível para enfrentar quaisquer choques.

A China está fazendo a campanha de estímulos econômicos mais agressiva desde a crise financeira mundial, mas Pequim teme promover gastos em massa, como fez em 2008/2009, e deixar um legado de alto endividamento e excesso de capacidade instalada.

Alguns analistas argumentam que a China almeja demasiado – crescimento da economia, mas sem adotar reformas dolorosas e sem demissões em massa.

Embora o governo insista em que vai avançar com as reformas estruturais, mesmo diante da desaceleração da economia, no Parlamento não se tocou muito no assunto neste ano das milhões de pessoas que poderiam perder o emprego enquanto as autoridades tentam reestruturar as inchadas estatais deficitárias e reduzir o excesso de capacidade em indústrias pesadas, como as de carvão e aço.

Fontes disseram à Reuters que a China prevê demitir entre 5 e 6 milhões de funcionários de estatais nos próximos dois a três anos como parte do esforço para cortar excesso de capacidade e poluição.

Li disse que o governo vai tentar evitar demissões em massa. Comentários de outras autoridades nas últimas duas semanas parecem indicar que Pequim inicialmente vai valer-se de uma abordagem mais demorada e menos delicada politicamente: persuadir as empresas a se fundir ou se reestruturar, em vez de forçá-las a encolher rapidamente.

Afetada pela demanda fragilizada em casa e no exterior, pela queda nos investimentos e pela enorme excesso de capacidade industrial, a economia da China expandiu-se 6,9% em 2015, o menor ritmo de crescimento em 25 anos.

O governo traçou uma meta de expansão entre 6,5% e 7% para este ano. A expectativa geral é que, para impulsionar a atividade, a China dê sequência a sua onda de estímulos, desde aumentos nos gastos em projetos de infraestrutura a mais cortes nas taxas de juros.

Alguns observadores na China, contudo creem que os níveis reais de crescimento são bem menores do que os dados oficiais indicam.

Valor Econômico – 17/03/2016

Redação On março - 17 - 2016
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