Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 26 de Setembro de 2017






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Ternium quer solução, diz carta

Em documento enviado a Pimentel, sócio informa que está preparado para salvar Usiminas

Queila Ariadne

No mesmo dia em que os sócios japoneses enviaram carta ao governador Fernando Pimentel, atribuindo a culpa da crise vivida pela Usiminas à situação do governo brasileiro (“corrupção, juros altos e ações governamentais inadequadas”), os sócios ítalo-argentinos também enviaram no dia 8 de março manifestação ao Estado. Em carta assinada pelo CEO da Ternium/Techint, Paolo Rocca, ao qual O TEMPO teve acesso, o executivo afirma que o grupo está disposto a apoiar a recuperação da siderúrgica, dentro dos limites de racionalidade. “Nesse sentido, o grupo T/T está preparado para fazer a sua contribuição para o salvamento da Usiminas e subscrever um aumento de capital, mas apenas na medida em que forem respeitados investimentos realizados pelos atuais acionistas, tanto os controladores como minoritários, todos os quais têm sido seriamente afetados pela perda de valor da companhia”, diz a carta.

A troca de farpas diz respeito ao aumento dos prejuízos desde que os japoneses voltaram a tomar o controle da empresa, afastando há 15 meses, numa manobra que deu muito ruído, os diretores indicados pela Techint.

Na carta dos japoneses, o presidente da Nippon Steel. Kosei Shindo, reconhece que, conforme apontamento do governador de Minas, os dois grupos devem resolver os problemas de governança o mais rápido possível. A carta de Rocca também segue esse tom e afirma que os controladores devem avaliar todas as alternativas possíveis, incluindo a venda de suas participações ou separação de ativos.

Apesar das intenções, o clima bélico ainda prevalece e não há consenso. Nesta sexta, o conselho de administração aprovou a recomendação da proposta da Nippon, que prevê injeção de R$ 1 bilhão na empresa. Já os ítalo-argentinos preferiam outra solução, com aporte de apenas metade desse montante por parte dos controladores, e R$ 600 milhões da Musa.

Em 2015, a Usiminas registrou um prejuízo de R$ 3,7 bilhões. Durante a teleconferência de apresentação do balanço, o vice-presidente de Relações com Investidores da Usiminas, Ronald Seckelmann, explicou que os resultados foram afetados pela situação do mercado de aço, com queda na demanda interna e valorização cambial.

Fonte: O Tempo

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Usina de ferro-liga do bairro Previsul será reativada no próximo dia 16 de março

A usina de ferro-liga instalada no bairro Previsul será oficialmente reativada no próximo dia 16 de março. Adquirido pela Granha Ligas e reinaugurado em 2014, após ficar fechado por quase 5 anos, o sistema sentiu o impacto da crise econômica mundial e suspendeu temporariamente a produção por um ano.

“Neste período, além da instabilidade econômica, alguns entraves precisaram ser superados para que fosse possível voltar a produzir esse material aqui. Conversei diretamente com o governador Reinaldo Azambuja e conseguimos ultrapassar todas essas situações”, afirmou o prefeito de Corumbá, Paulo Duarte.

“São pelo menos 100 empregos diretos sendo gerados na cidade. E um empreendimento desse porte também movimenta todo o comércio local com a compra de insumos e a contratação de outros serviços”, completou o prefeito, que destacou também a importância de agregar valor a matéria prima extraída da própria cidade.

“Uma parte do nosso minério será transformado aqui mesmo na cidade. Ou seja, ele deixa de sair só como matéria prima e ganha mais valor de mercado. Na prática, isso significa que os empregos que seriam gerados na China ficarão aqui mesmo, com os corumbaenses”, completou Paulo Duarte.

De acordo com o gerente administrativo da Granha Ligas, Geraldo Luiz Carazza, os trabalhos serão retomados inicialmente com 33% da capacidade total do sistema. A meta é operar com 100% até o final de 2016. O projeto é dobrar a produção, inclusive com a instalação de novos fornos e equipamentos, já no próximo ano.

Ainda segundo Carazza, mesmo com as atividades suspensas, a empresa manteve aproximadamente 50 funcionários empregados na cidade nesse último ano. “É mão de obra especializada, capacitada aqui mesmo da região”, afirmou o gerente. A coordenadora administrativa da empresa, Janaina Canestri Queiroz, e o presidente do Sindicado das Indústrias e dos Produtores de Carvão Vegetal do Estado (Sindicarv-MS), Marcos José Brito, também participaram do encontro.

Granha Ligas

A Granha Ligas é uma empresa produtora de ferroligas, situada em Minas Gerais, possuindo suas unidades fabris em Conselheiro Lafaiete e São João Del Rei. Seus principais produtos são o Ferro Sílico Manganês (FeSiMn 12/16%Si) e Ferro Manganês Alto Carbono (FeMnAC), sendo fabricados a partir de minérios de manganês, fundentes e redutores.

Os minérios são quase que em sua totalidade de minas pertencentes ao grupo, localizadas em Minas Gerais e na Bahia. É uma empresa certificada pela ISO 9001:2000 desde 2006, mantendo-se merecedora desse certificado durante todas as auditorias de manutenção pelas quais passou.

O grupo hoje firma-se como o terceiro maior do País em seu segmento. Da sua produção, 80% é destinado para o Mercado Interno, onde seus principais clientes são os maiores produtores de aço do Brasil, e 20% para exportação, tendo como principais mercados a América do Sul e a Europa (Com Assessoria de Imprensa).

Fonte: Correio de Corumbá

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Usiminas volta a demitir no setor de laminação de aço

Desligamentos aconteceram no mesmo dia em que 1.300 profissionais do setor foram colocados em licença remunerada

Matheus Müller

A Usiminas de Cubatão continua o processo de demissões para reduzir custos, devido a crise na área de siderurgia. Na quarta-feira (9), pelo menos 26 profissionais do setor de laminação foram despedidos.

No mesmo dia dos desligamentos, aempresa colocou 1.300 empregados, da mesma área, em licença remunerada. Nessa condição, o trabalhador recebe seus vencimentos e benefícios de forma integral, enquanto a Usiminas economiza com transporte, alimentação e energia.

Apesar de já ter conhecimento sobre o momento difícil que atravessa a indústria e de que novas demissões devem ocorrer, fato já informado ao Ministério Público do Trabalho (MPT), o Sindicato dos Siderúrgicos e Metalúrgicos da Baixada Santista não concordou com a forma como ocorreram os desligamentos.

“Foi uma falta de respeito com os trabalhadores. Disseram que precisariam do serviço deles (enquanto os demais já estavam de licença), mas quando chegaram na Usiminas foram despedidos. Vamos pedir uma reunião com a empresa para saber como estão as coisas (possibilidade de novos desligamentos) e falar sobre essas demissões”, diz Claudinei Rodrigues Gato, vice-presidente do sindicato.

A empresa explica que os funcionários haviam acabado de assumir o turno e não tinham sido colocados em licença. Portanto, a Usiminas nega ter agido da forma como é colocada pelo sindicato.

“As demissões realizadas nesta semana integram o ajuste no quadro de empregados da usina decorrente da desativação temporária das áreas primárias e discutido com os sindicatos e o Ministério Público do Trabalho nos meses de novembro, dezembro de 2015 e janeiro deste ano e não envolveram profissionais em licença remunerada. A Usiminas tem conduzido o processo de desligamento com transparência”, diz em nota.

Fonte: A Tribuna

Redação On março - 14 - 2016
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