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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Pesquisa da FGV prevê ociosidade elevada na indústria

A economia enfraquecida e a crise política continuam a derrubar a intenção de investimento da indústria de transformação. Sondagem trimestral da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre o tema mostrou que o setor vê grande ociosidade até pelo menos o fim do ano, o que não incentiva novos aportes nas fábricas.

O Indicador de Intenção de Investimentos, síntese da sondagem, caiu 12,3 pontos no primeiro trimestre deste ano, ante o quarto trimestre de 2015, para 72,6 pontos, menor patamar da série iniciada no terceiro trimestre de 2012. Na comparação com igual período de 2015, o recuo é de 28,2 pontos. No quarto trimestre de 2015, o índice havia caído sete pontos. Para o superintendente-adjunto para ciclos econômicos da FGV, Aloisio Campelo, o agravamento da crise política pode levar o indicador a novos recordes negativos.

O indicador fica abaixo de cem pontos quando a proporção de empresas que prevê reduzir os investimentos nos 12 meses seguintes é maior que o conjunto daquelas que pretendem investir mais. O índice está abaixo de 100 desde o segundo trimestre de 2015. No primeiro trimestre, 44,2% das empresas preveem investir menos nos próximos 12 meses. É o maior percentual desde o início da pesquisa. Na outra ponta, 16,8% preveem investir mais. Outros 39% não vão aumentar nem reduzir investimentos. No quarto trimestre, 30,8% pretendiam reduzir os investimentos, 15,7% iam aumentar e 53,5% mantê-los estáveis.

O indicador é calculado com perguntas sobre os fatores que influenciaram a intenção de investimento nos próximos 12 meses. Este ano, a FGV adicionou o ambiente político aos cinco tópicos já existentes: demanda interna, demanda externa, ambiente macroeconômico, condições de crédito e situação externa. Entre os entrevistados, 80,3% classificaram o atual ambiente político como fator negativo para decisão de investimento; 3,9% como positivo. Os demais consideraram o ambiente neutro. A pesquisa foi feita entre 4 de janeiro e 29 de fevereiro, com 670 empresas. “Se observarmos ao longo de 2015, podemos ver que as empresas estavam limitando investimentos para manter ritmo de produção e esperando que a situação melhorasse”, disse Campelo. Para ele, se há sinais que o pior da recessão vai passar, os empresários começam a pensar em investir futuramente.

“Não é isso que está ocorrendo, no começo do ano. Ao longo de 2016, pode ser que as empresas se tornem menos pessimistas. Mas o fator político é crucial porque joga para frente incertezas”, afirma o economista da FGV. “O empresário não tem como prever o que vai acontecer na economia agora. “

Valor Econômico – 11/03/2016

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MAN vê lucro operacional maior em 2016 após reestruturação e ano fraco no Brasil
Irene Preisinger

A fabricante alemã de caminhões MAN SE espera que o lucro operacional aumente de forma significativa neste ano, depois de custos de reestruturação e um mercado brasileiro fraco que limitou os ganhos em 2015.

A empresa controlada pelo grupo Volkswagen informou nesta sexta-feira que o lucro operacional caiu para 92 milhões de euros em 2015, ante 384 milhões de euros no ano anterior.

Fonte: Reuters

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Na Anfavea, sai o economista e entra o engenheiro

A partir do mês que vem, o engenheiro mecânico Antonio Megale, diretor de assuntos governamentais da Volkswagen, passará a ser a principal voz da indústria nacional de veículos. Ontem, ele foi eleito sucessor do economista Luiz Moan na eleição da Anfavea, uma eleição meramente protocolar porque disputada em chapa única.

A escolha dos diretores da entidade que representa as montadoras acontece, na verdade, numa etapa anterior à eleição, durante a composição da chapa que, tradicionalmente, respeita tanto a linha sucessória, na qual o primeiro vice-presidente é elevado ao posto principal, quanto um rodízio na liderança da associação entre as quatro maiores montadoras de carros – Fiat, General Motors (GM), Volkswagen e Ford -, mais a Mercedes-Benz, maior fabricante de veículos comerciais pesados.

Megale vai receber de Moan a batuta da Anfavea no dia 25 de abril, quando está prevista a cerimônia de posse no clube Monte Líbano, na zona sul da capital paulista. A chapa designada para dirigir a associação nos próximos três anos tem também Rogelio Golfarb, vice-presidente de assuntos corporativos da Ford, na primeira vice-presidência, posto ocupado por Megale na atual gestão.

Com 59 anos, o mineiro Megale, antes de chegar à Volkswagen, passou por áreas de desenvolvimento de produtos, marketing e relações institucionais na Ford, na Chrysler e na Renault. Entre 2011 e 2014, presidiu a AEA, associação que reúne engenheiros de montadoras e fabricantes de autopeças para fomentar pesquisas no campo da engenharia automotiva. Ele será o 18º presidente na história de 60 anos da Anfavea.

Junto com Moan, Megale participou das negociações com o governo em torno da regulamentação do regime automotivo, o Inovar-Auto. Nos últimos meses, quando já estava se preparando para assumir o cargo, passou a ser ainda mais atuante nas reuniões da Anfavea em Brasília sobre temas como a renovação do acordo automotivo com a Argentina, na qual o governo encampou a proposta de livre comércio defendida pelas montadoras.

O acerto com os argentinos, principais clientes no exterior dos carros brasileiros, está entre as prioridades da agenda que o diretor da Volks herdará de Moan. Em sua gestão, também estará em pauta a negociação de um Inovar-Auto II, já que a política automotiva vence no ano que vem, junto com a discussão de um programa nacional de renovação de frota, bandeira histórica dos fabricantes de veículos.

Moan, por sua vez, deixa a Anfavea – não terá assento na nova diretoria – e volta a ser apenas diretor de assuntos institucionais da General Motors (GM).

Em seu mandato, enfrentou uma conjuntura difícil, em que o mercado perdeu quase um terço das vendas e o governo, em meio ao ajuste fiscal, deixou de ter capacidade de dar estímulos como os que preservaram o setor da crise financeira internacional durante a gestão de seu antecessor: o ex-presidente da Fiat, Cledorvino Belini.

Em abril de 2013, quando a indústria já invertia a curva de crescimento dos nove anos anteriores, Moan colocou a retomada das exportações como o maior objetivo quando foi empossado na presidência da associação. Nos anos seguintes, costurou novos acordos automotivos com países como Colômbia e Uruguai, mas os embarques, ainda que em recuperação, seguem longe da meta de 1 milhão de veículos fixada na época.

Apesar das dificuldades impostas pela situação fiscal do país, Moan conseguiu, contudo, conquistar algumas reformas estruturais que serão melhor sentidas quando a economia recuperar o vigor, como a modernização das regras de alienação fiduciária, com o objetivo de melhorar o interesse dos bancos nos financiamentos a veículos.

Valor Econômico – 11/03/2016

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Nippon e Techint apresentam propostas diferentes para aumento de capital na Usiminas
Priscila Jordão

A siderúrgica Usiminas informou que o grupo Nippon Steel e o grupo Techint, controladores da empresa, apresentaram propostas de aumento de capital da companhia, com intenção de subscreverem ações até o limite de 1 bilhão de reais e 500 milhões de reais, respectivamente.

A Usiminas citou correspondência da Nippon afirmando que o grupo vê o aumento de capital como uma medida essencial para uma negociação bem sucedida com os credores da companhia sobre a reestruturação de sua dívida e a concessão de congelamento de dívidas para renegociar alongamento.

A Reuters havia antecipado nesta semana que o grupo japonês proporia o aumento de capital de cerca de 1 bilhão de reais e estaria disposto a bancar sozinho a injeção de recursos.

Por sua vez, o grupo ítalo-argentino Techint, que atua na Usiminas por meio da controlada Ternium, comunicou à siderúrgica que estaria preparado para subscrever as ações num aumento de capital até 500 milhões de reais. Isso estaria condicionado à distribuição de pelo menos 600 milhões de reais à Usiminas de recursos mantidos no caixa da Mineração Usiminas para dar suporte à companhia.

A Ternium também disse que os principais credores teriam que concordar em reestruturar a dívida da companhia e conceder um congelamento das dívidas por prazo razoável.

A Usiminas reiterou que não há qualquer decisão tomada a respeito do eventual aumento de capital e que a questão será discutida na reunião do Conselho de Administração convocada para esta sexta-feira.

Nippon e Techint têm travado há meses uma dura disputa em torno do controle da gestão da siderúrgica brasileira. Uma decisão sobre o aumento de capital deveria ter sido tomada em meados de fevereiro, mas o Conselho da Usiminas acabou adiando a votação sobre o assunto para esta sexta-feira, em meio a discordâncias dos dois grupos sobre a forma e o valor da injeção de capital.

As negociações com os bancos credores ainda estão em curso, de acordo com a siderúrgica. Os principais credores exigiram comprometimento financeiro dos controladores para renegociar ou congelar as dívidas, exigindo valor mínimo de aumento de capital de 1 bilhão de reais.

A Usiminas tem vencimentos de 1,9 bilhão de reais este ano e caixa de cerca de 2 bilhões de reais. A empresa encerrou 2015 com geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Editado, na sigla em inglês) negativa em 2,318 bilhões de reais.

As ações da Usiminas abriram em forte alta nesta sexta-feira, com o papel preferencial avançando mais de 8 por cento e o ordinário em alta de mais de 12 por cento.

Fonte: Reuters

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Acordo visa aumentar a produtividade e a competitividade do agronegócio
Foi assinado no dia 8, terça-feira, no Auditório Central, do parque do Parque da Contrijal, o acordo de cooperação Tecnologia Embarcada do Agronegócio (TESA), envolvendo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers).

O objetivo da cooperação é aumentar a produtividade e a competitividade do agronegócio, fomentar a inovação na cadeia produtiva, ampliar o mercado para a indústria de máquinas e equipamentos agrícolas e minimizar com a inserção de tecnologia local.

Segundo o vice-presidente da ABIMAQ- RS, Ernani Cauduro, o setor gaúcho de implementos consolidou suas vantagens competitivas no mercado brasileiro graças à sua capacidade de atender com eficiência às necessidades do produtor. Além disso, o Rio Grande do Sul é o maior produtor de máquinas e implementos agrícolas do Brasil, com 65% da produção nacional. E os segmentos da fabricação de bens de capital para a agricultura participam com 51% da produção da indústria de máquinas e equipamentos do Estado. O presidente do Simers, Claudio Bier, lembrou que o agronegócio, englobando as agroindústrias, responde por cerca de 44% do PIB no Rio Grande do Sul.

As ações do projeto já estão delineadas: encontros técnicos de aplicações, demandas e ofertas, cuja primeira edição está definida para maio deste ano, edital para financiamento de projetos, interação entre entidades, universidades, empresa e governo estadual, além do acordo de cooperação.

Participaram também o vice-presidente da Abinee, Régis Haubert; o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo; o secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Renato de Oliveira; e o diretor do Badesul, Mano Changes.

Fonte: Abimaq

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Resistência do vidro

Há cinco anos no país, a fabricante japonesa de vidros Asahi Glass Company (AGC) anuncia aporte de R$ 700 milhões em uma segunda fábrica no Brasil, para produzir vidros para a construção civil, que deve iniciar operação no fim de 2018. “Estamos felizes com nosso investimento, apesar da situação atual”, diz o presidente global da divisão, Jean-François Heris. Em primeiro plano, o presidente da operação local, Davide Cappellino.

Valor Econômico – 11/03/2016

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Sindicato propõe prorrogar lay-off na General Motors até novembro
Marina Teodoro

Diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano se reuniram ontem com representantes da General Motors para discutir medidas para evitar a demissão de 1.000 funcionários da fábrica do Grande ABC.

Na terça-feira, os trabalhadores solicitaram a prorrogação do lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho) de 1.700 operários, que acaba em abril, por mais sete meses. Ontem, entretanto, a montadora apresentou condições para que a proposta seja aceita.

Em um vídeo veiculado para os trabalhadores da fábrica, o presidente do sindicato, Aparecido Inácio da silva, o Cidão, explica que a montadora quer negociar os reajustes em 2016 e 2017.

Segundo Cidão, a GM propõe não dar aumento salarial neste ano e, em 2017, pagar abono junto à PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Em 2018, a correção dos pagamentos voltaria a ser feita conforme o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Outra condição apresentada pela montadora, de acordo com o sindicalista, é para que sejam discutidas mudanças no pagamento da PLR para os próximos anos.

Cidão acrescenta ainda que a direção da empresa sinalizou a intenção de reduzir o adicional noturno de 30%, para 20%, que é o mínimo assegurado por lei.

O sindicalista informa também que a GM planeja excluir a cláusula da convenção coletiva de trabalho que garante emprego aos funcionários acidentados ou que adquiriram doença ligada à atividade profissional. “Essa é uma condição que vamos bater o pé para não acontecer”, garante Cidão.

Outra reunião deverá ser feita no dia 16 para que as partes cheguem a um acordo. A montadora foi procurada pelo Diário, mas não se manifestou até o fechamento desta edição.

Fonte: Diário do Grande ABC

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BC fala em reformas e ociosidade no emprego

Em ata divulgada ontem, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) mandou recado para governo e Congresso ao defender a realização de reformas estruturais e menciona a “margem de ociosidade elevada” no mercado de trabalho.

No documento em que os diretores do BC explicaram a manutenção da taxa básica de juros em 14,25% ao ano, foi ressaltada a “importância de se perseverar na promoção de reformas estruturais de forma a assegurar a consolidação fiscal em prazos mais longos”.

Adriano Gomes, professor de administração da ESPM, destacou a nova postura do banco, que abordou a necessidade de mudanças mais profundas na economia. “A taxa de juros é um remédio insuficiente para controlar a inflação e ajustar as contas, eles [BC] estão apontando para as alterações que deveriam ser feitas.”

Para o especialista, o colegiado do Copom fez referência a reformas administrativa tributária e na previdência. “São necessárias para controlar o gasto público e os preços”, analisou.

Já Virene Matesco, professora de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) disse que a abordagem do BC “foge da alçada” da instituição, mas concordou que as mudanças são importantes, “já que, sem elas, não há estabilidade de preços”. Matesco afirmou, entretanto, que o governo “não tem capital político” para realizar grandes mudanças na economia.

O pedido pelo avanço das reformas não foi a única menção ao cenário político do País. Em outro ponto do documento, os diretores do banco apontaram que “o ritmo de expansão da atividade doméstica neste ano inferior ao previsto anteriormente” está sendo “intensificado pelas incertezas oriundas do efeito de eventos não econômicos”.

Emprego

A situação complicada do mercado de trabalho também foi mencionada pelos membros do Copom: “a margem de ociosidade no mercado de trabalho encontra-se elevada, com dados confirmando a intensificação da distensão esperada nesse mercado”.

Ainda assim, os diretores avaliaram que existe a possibilidade de a “dinâmica salarial” originar pressões inflacionárias por causa da “concessão de elevados aumentos de salários nominais”.

Segundo Matesco, a piora dos índices de emprego explica, em parte, a desaceleração dos preços no mês passado e deve segurar a inflação durante este ano. Por outro lado, Gomes ressaltou que a retração do mercado de trabalho deve complicar ainda mais o avanço econômico. “É uma tarefa árdua [retomar o crescimento] quando temos um número alto de pessoas desempregadas no País”, afirmou.

A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou avanço do desemprego a 9%.

Inflação

Divulgado ontem, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), também medido pelo IBGE, desacelerou a 0,90% em fevereiro, ante alta de 1,27% no primeiro mês do ano.

A aparente trégua dos preços não deve, na visão dos analistas, possibilitar cortes na taxa de juros na próxima reunião do Copom.

“A mudança de inflexão nos preços é uma boa notícia, mas foi o resultado de apenas um mês. Ainda é muito cedo para apostar em uma redução da Selic”, afirmou Matesco. A especialista não descarta, todavia, que mudanças na taxa de juros ocorram ainda em 2016.

Já Gomes disse acreditar na alteração em prazo mais curto. “A taxa de juros no patamar em que se encontra é também um componente inflacionário, causando a chamada inflação de custos. A redução seria bem vinda para segurar o crescimento do desemprego e o enfraquecimento da atividade econômica. Não me parece que é uma possibilidade remota, pelo contrário”, analisou o professor da ESPM.

Em nota assinada por Ilan Goldfajn, economista chefe do banco, o Itaú Unibanco apontou para manutenção da Selic nos próximos meses e “cortes de 0,50 ponto percentual a partir da reunião de agosto”.

Os especialistas em mercado consultados pelo Relatório Focus, por outro lado, apostam que a taxa será mantida nos atuais 14,25% até o fim do ano.

Ata

Os diretores do Copom retirado do documento o termo “ampliaram” ao se referir às incertezas com o cenário externo. Dessa vez, o documento indicou que as incertezas externas, como o desempenho instável da economia chinesa, estão mantidas. Foi o cenário externo, com efeito desinflacionário, que fez o BC manter a taxa de juros em 14,25% na reunião da semana passada.

Como argumentos para a decisão de não alterar a taxa, a ata também apontou que o colegiado considera que remanescem incertezas associadas ao balanço de riscos, principalmente quanto ao processo de recuperação dos resultados fiscais e sua composição, ao comportamento da inflação corrente e das expectativas para o avanço dos preços.

O placar da decisão ficou, pela terceira vez, em seis votos pela manutenção da taxa, contra 2 votos que defendem uma alta de 0,5 p.p. Votaram pela elevação o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural, Sidnei Marques, e o diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Tony Volpon.

DCI – 11/03/2016

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Faturamento das pequenas empresas de SP recua 20%

O desempenho das micro e pequenas empresas paulistas segue em declínio, tendência que vem se delineando há 13 meses. Em janeiro de 2016, o faturamento das MPEs caiu 20,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme aponta a pesquisa Indicadores Sebrae-SP divulgada ontem, e a receita de R$ 40,4 bilhões é o pior resultado para o mês da série histórica. Quando analisado por setores, os negócios ligados a serviços teve a maior perda no período, (25,5%), seguido pela indústria (20,7%) e comércio (5,5%).

DCI – 11/03/2016

Redação On março - 11 - 2016
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