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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Crise faz grupo suspender produção de unidades

Empresa paralisou operações de níquel em Goiás e São Paulo; preço do metal caiu 40% apenas no ano de 2015

A queda dos preços internacionais do minério ferro e a menor demanda por parte da China afetaram grandes siderúrgicas e mineradoras em todo mundo. No Brasil, o cenário foi agravado pela crise econômica e atingiu em cheio grandes companhias, como Vale, Usiminas, CSN, Gerdau e a divisão de mineração e siderurgia do grupo Votorantim.

Em janeiro, a Votorantim suspendeu as operações de níquel das unidades de Niquelândia (GO) e São Miguel Paulista (SP). A decisão foi motivada pela queda os atuais preços internacionais do metal. Só em 2015, a queda do metal foi de 40%.

Ao Estado, o grupo Votorantim afirmou que a maior exposição da companhia nessa área é em zinco. A empresa produz o metal no Brasil e Peru, com “operações muito competitivas em custo e escala.”

Em outubro, a Votorantim Siderurgia anunciou a paralisação das operações da área de aciaria de usina de Barra Mansa (RJ), diante da menor demanda, seguindo o movimento de outras grandes siderúrgicas, que também desligaram seus altos-fornos, caso da Usiminas e da CSN.

De acordo com fontes, o grupo Votorantim perdeu a oportunidade de vender os negócios de metais e siderurgia no passado recente. “Mesmo se quisessem fazer isso agora, não conseguiram com o cenário atual.”

Cimento. Na divisão de cimento, duas unidades de São Paulo tiveram paradas temporárias. O grande desafio do grupo nessa área é retomar o crescimento. Em 2014, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou as principais empresas do setor por supostas práticas anticoncorrenciais. A Votorantim, multada em R$ 1,5 bilhão, obteve, em 2015, uma liminar que suspendeu os efeitos dessa sentença. / M.S.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Gerdau deve ter prejuízo no 4º tri

As vendas devem ter sido maiores na América do Norte, mas com menor demanda brasileira e pressão do real desvalorizado sobre os custos, as margens da Gerdau provavelmente foram espremidas durante o quarto trimestre. Esse é o cenário traçado por cinco instituições financeiras consultadas pelo Valor.

Com base nas estimativas do BTG Pactual, Goldman Sachs, Itaú BBA, Morgan Stanley e Votorantim Corretora, a média dos números aponta para prejuízo líquido de R$ 191 milhões no quarto trimestre. No mesmo período do ano passado, o lucro chegou a R$ 397 milhões. A maior parte das perdas é causada pelo endividamento em dólar, que pesa no resultado financeiro.

No lado operacional, a receita líquida é aguardada com alta de 3%, também na comparação anual. Isso levaria a primeira linha do balanço para R$ 10,84 bilhões. No geral, a espectativa é de queda em cerca de 8% nos volumes de vendas de todas as divisões.

Os analistas Marcos Assumpção, Daniel Sasson e Carlos Schmidt, que assinam relatório do Itaú, classificação a previsão para a Gerdau como “fraca”. Esse volume comercializado menor, acrescentam, deve piorar a diluição de custo e erodir a rentabilidade da companhia.

A previsão média dos bancos é de um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) em R$ 1,01 bilhão. A queda, perante os mesmos três meses de 2014, seria de 34%. A margem sobre o indicador financeiro iria de 14,2% para 9% ao fim de 2015.

No Brasil, afirmam Paschoal Paione e Tiago Maciel, da Votorantim Corretora, também em relatório, a baixa demanda por aço e a pressão do real desvalorizado sobre os custos vai ofuscar a média de 2% de reajustes de preço que a Gerdau conquistou no último trimestre do ano passado.

No terceiro trimestre, a Gerdau teve de registar uma baixa contábil de R$ 1,87 bilhão, relativa a piores expectativas em praticamente todas suas áreas. Por conta disso, o prejuízo líquido dos nove primeiros meses de 2015 já está em R$ 1,43 bilhão e com as estimativas dos bancos iria para R$ 1,6 bilhão.

Não fosse o chamado “impairment” e outras despesas não recorrentes, contudo, a siderúrgica gaúcha poderia registrar R$ 530 milhões de lucro líquido no acumulado do ano, levando em conta essas projeções dos analistas. O balanço será divulgado amanhã, antes da abertura da BM&FBovespa.

Valor Econômico – 29/02/2016

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Redação On fevereiro - 29 - 2016
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