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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Dilma vai ao Chile encontrar Michelle Bachelet e empresários

SANTIAGO  –  A presidente Dilma Rousseff estará em Santiago, no Chile, nesta sexta-feira e amanhã, sábado. A viagem foi confirmada poucas horas antes de a presidente embarcar.

Numa agenda ainda não totalmente confirmada, está previsto um encontro com a presidente Michelle Bachelet, no fim da manhã, seguido de almoço. No fim da tarde, Dilma participará de um encontro de empresários.

A presidente também aceitou convite para uma visita de cortesia à sede da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), prevista para sábado de manhã. Em princípio, Dilma deixaria a capital chilena no início da tarde de sábado. Mas o horário ainda não está confirmado.

Há uma grande expectativa em relação à presença da presidente na festa de aniversário do Partido dos Trabalhadores (PT), sábado, no Rio. Dilma poderia desistir de participar do evento em razão da oposição que lideranças do PT têm à política econômica e do distanciamento entre ela e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Integrantes do PT tendem a se posicionar contra o ajuste fiscal durante a festa de 36 anos do partido.

O presidente do PT do Rio de Janeiro, Washington Quaquá, disse ontem que não faz questão da presença da presidente Dilma no evento.

Valor Econômico – 26/02/2016

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Brasil encerra apoio automático ao chavismo

Ao receber líderes da oposição venezuelana em seu gabinete no Palácio do Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, dá alguns sinais a respeito de como a postura de Brasília em relação a Caracas vem mudando – sobretudo após a morte do ex-presidente Hugo Chávez, em 2013.

O encontro, inédito nos 13 anos de governo petista, materializa o que já se vinha demonstrando em notas do Itamaraty e em ações em organismos multilaterais: não há mais o alinhamento automático construído quando Chávez governava a Venezuela e Luiz Inácio Lula da Silva era presidente do Brasil.

Essa tendência brasileira a uma maior neutralidade começou a tomar forma nos protestos contra o presidente Nicolás Maduro, em fevereiro de 2014, e a consequente prisão opositores como Leopoldo Lopez, por supostamente incitar a violência no país. Foram ao todo 43 mortos, de ambos os lados.

A presidente Dilma Rousseff – que entre tantos outros fardos já carrega o de ser acusada de apoiar uma “ditadura bolivariana” – tampouco gostou da postura de desconhecimento de Maduro em relação às eleições de dezembro, quando a oposição levou dois terços da Assembleia Nacional (AN). As manobras de Caracas para minar o poder da AN também têm irritado a presidente. Caso da cassação de três deputados da oposição, que perdeu, assim, a maioria qualificada conquistada nas urnas.

Aí está uma das chaves para compreender o que foi o encontro de ontem entre o Vieira e o presidente da Comissão de Relações Exteriores da AN, Luis Florido (do Voluntad Popular, mesmo partido de Leopoldo Lopez), e o deputado Willian Dávila. “Não foi um reconhecimento à oposição venezuelana, mas à instituição Assembleia Nacional”, diz uma fonte de Brasília. “Para nós, eles [Florido e Dávila] são legítimos representantes do povo, eleitos pelo voto, tanto quanto o presidente Maduro.”

Vieira disse aos venezuelanos algo parecido com o que já havia dito à chanceler Delcy Rodríguez, quando ela esteve em Brasília, em janeiro. “O chanceler pediu que haja um canal permanente de diálogo entre governo e oposição”, diz outra fonte. “E que, qualquer que seja a saída para a atual crise política, ela obedeça à Constituição Bolivariana da Venezuela”.

A atitude com a Venezuela mudou, de fato, mas isso não significa que o Brasil passará a se opor ao chavismo. Segundo fontes, ainda que a mídia espere que se engrosse o tom contra Caracas, há uma “modulação” a ser respeitada. Por exemplo: mesmo se Maduro encontrar mecanismos protelatórios para evitar um referendo que revogue o seu mandato, isso é problema interno da Venezuela, dentro da Constituição e das leis vigentes.

A sensação em Brasília, porém, é a de que o governo Maduro está com os dias contados, e que por isso é preciso abrir canais de diálogo com a oposição venezuelana. Igualmente importante, entretanto, é não abandonar o barco antes da hora. Há interesses do Brasil em jogo, inclusive US$ 2 bilhões em pagamentos atrasados por exportações e serviços ali prestados.

Há também a percepção de que a Venezuela, antes de Chávez, dava as costas para o Brasil e América do Sul. A ascensão do chavismo propiciou uma aproximação econômica e comercial sem precedentes. Ninguém quer jogar isso fora.

Valor Econômico – 26/02/2016

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Comércio mundial tem o pior ano desde a crise financeira de 2008

A demanda mais fraca nos países emergentes fez de 2015 o pior ano para o comércio mundial desde a época da crise financeira. O resultado colocou em destaque os crescentes temores quanto à saúde da economia global.

O valor dos bens que cruzaram fronteiras internacionais no ano passado caiu 13,8% em termos de dólares –a primeira contração desde 2009–, de acordo com o “World Trade Monitor”, publicação do Serviço de Análise de Política Econômica do governo holandês.

Boa parte da queda está relacionada à desaceleração registrada pela China e outras economias emergentes.

Os novos dados divulgados na quinta-feira representam o primeiro retrato do comércio mundial em 2015. Mas os números também surgem em meio a preocupações crescentes de que 2016 já venha parecendo mais exposto a perigos, para a economia mundial, do que se previa.

Essas preocupações estão colocando sombras sobre a reunião de dois dias entre os presidentes dos bancos centrais e ministros das finanças dos países do G20.

O FMI alertou esta semana que estava preparado para rebaixar a projeção de crescimento mundial para o ano, afirmando que as principais economias do planeta precisavam fazer mais estímulos.

O Baltic Dry Index, que mede o comércio mundial de commodities a granel, está perto do recorde de queda.

A China, que em 2014 passou os EUA como país com maior volume de comércio internacional, este mês anunciou queda de dois dígitos tanto nas exportações como nas importações, em janeiro.

No Brasil, que passa por sua pior recessão em mais de um século, as importações da China desabaram.

As exportações de todo o tipo de produto chinês ao Brasil, de automóveis a vestuário transportado em contêineres, caíram 60% em janeiro ante o mesmo mês no ano anterior, e o volume total de importações via contêineres para a maior economia da América Latina caiu à metade, de acordo com a Maersk Line, a maior companhia de navegação do planeta.

“O que estamos vendo no momento, vindo da China, não é só um fenômeno para o Brasil. Estamos vendo a mesma coisa em toda a América Latina”, disse Antonio Dominguez, diretor-executivo da Maersk Line no Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. “Isso já vem acontecendo há diversos trimestres, mas está se tornando mais evidente.”

No entanto, o colapso nas importações brasileiras de produtos chineses veio acompanhado por uma ascensão nas exportações brasileiras à Ásia, propelido em parte pela desvalorização de 40% do real diante do dólar nos últimos 12 meses.

“A maioria dos indicadores sugere que o crescimento no comércio global continuará a ser fraco”, disse Andrew Kennington, economista da Capital Economics.

Folha de S.Paulo – 26/02/2016

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Pequim cria centro contra a sonegação

A China vai criar um centro internacional de pesquisa em política fiscal, em parte para ajudar países em desenvolvimento a combater sonegação de impostos que causa perdas anuais bilionárias.

O G-20 vai conclamar todos os países a aderir e implementar, em 2018, o novo padrão global de troca automática de informação, pelo qual o recebimento de dados de contas em bancos no exterior será feito com menos dificuldades, atingindo o segredo bancário.

O G-20 também quer que todos os países possam aderir ao Beps (Erosão da Base e Transferência de Lucros, na sigla em inglês), que visa fechar lacunas para forçar as multinacionais a pagar o imposto onde produzem. O grupo admite que países em desenvolvimento podem ter dificuldades em questões tributárias. Daí o que Pequim chama de sua contribuição, de criação de um centro que ajudará a desenhar políticas e assistência técnica contra a evasão fiscal.

A América Latina, por exemplo, sofre evasão de US$ 320 bilhões e remessas de US$ 150 bilhões de fundos ilícitos para o exterior, segundo Alicia Bárcena, diretora da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Valor Econômico – 26/02/2016

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China acredita que consumo continuará crescendo em 2016

O consumo na China continuará a crescer a um ritmo rápido em 2016, disse ontem o ministro do Comércio, Gao Hucheng. A desaceleração econômica da China tem agitado os mercados financeiros no momento em que o país busca reequilibrar sua economia para uma expansão mais voltada ao consumo, ante a atual dependência das exportações e investimentos. O consumo respondeu por 66,4% do crescimento do PIB da China no ano passado.

DCI – 26/02/2016

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Encomendas sobem nos EUA

As encomendas de bens de capital, termômetro da disposição das indústrias de investir, deram um salto nos Estados Unidos em janeiro, após terem caído ao menor nível em dois anos e meio no fim de 2015. A alta de 3,9%, reportada pelo Departamento de Comércio, foi a maior desde meados de 2014.

Já o número de pedidos de seguro-desemprego subiu em 10 mil para 272 mil na semana encerrada em 20 de fevereiro. Mas, de acordo com analistas, o número permanece em um patamar historicamente baixo.

Valor Econômico – 26/02/2016

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Pequenas do Japão querem vender aqui

Apesar da retração econômica, e consequentemente da queda do consumo interno, o Brasil ainda é um bom mercado para as companhias do Japão. É o que pensam 14 pequenas e médias empresas daquele país, que, com apoio da Jetro – órgão sem fins lucrativos e promotor de investimentos e comércio exterior do Japão – vão participar da 52ª International Brazilian Gift Fair (http://www.giftfair.com.br/), entre 28 de fevereiro e 3 de março, na capital paulista, para fazer negócios. Um dos maiores parceiros comerciais do Brasil na Ásia, o Japão tem planos em aumentar as exportações ao mercado brasileiro, com a divulgação de novas tecnologias.

Parceiro de peso na Ásia
“Há um crescente interesse pela cultura japonesa não só no Brasil, mas no mundo todo. Isto se deve ao elevado desempenho econômico japonês na comunidade internacional e por fornecermos aos consumidores produtos de alta qualidade”, explica Atsushi Okubo, diretor-presidente da Jetro no Brasil. Em 2014, segundo o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), o Japão figurou como o segundo principal parceiro comercial do Brasil na Ásia e o sexto no mundo (quinto principal destino das exportações brasileiras e sétima fonte de importações).

Procura de bolsas cresce 300%
Em decorrência das mudanças no mercado educacional, resultantes da retração econômica, em 2016, o Quero Bolsa obteve um crescimento de mais de 300% em número de cadastros de alunos interessados em bolsas de estudo parciais em comparação a 2015 (18.537 para 73.971 este ano). Além disso, o número de matrículas efetivadas com bolsas de estudo através do site quadruplicou, passando de 4.371 para 16.047 até 31 de janeiro de 2016. O site, espécie de marketplace, tem parceria com mais de 400 faculdades em todo o Brasil e beneficia alunos e escolas com vagas.

Produtos rurais certificados
A PariPassu, sediada em Florianópolis (SC) e especializada no desenvolvimento de tecnologia para rastreabilidade e monitoramento de alimentos, vai começar o processo para se tornar um farmer assurer no setor agrícola. O acordo foi firmado durante a feira internacional de fruticultura, Fruit Logística, realizada no início deste mês, em Berlim. Segundo o diretor da PariPassu, Giampaolo Buso, os consultores independentes vão auxiliar produtores rurais e clientes na implementação de boas práticas agrícolas, além de emitirem o certificado para exportação.

‘Justiça a Jato’
“Justiça a Jato”, com Antonio Claudio Mariz de Oliveira e Pierre Moreau, é o encontro promovido pela Casa do Saber, na capital paulista, em 2 de março, para analisar os desdobramentos da Operação Lava Jato e suas repercussões no ordenamento jurídico brasileiro. Para os organizadores, é da tradição do direito penal dos povos civilizados a necessidade da certeza para uma condenação. Caso o juiz não tenha a convicção plena da responsabilidade do acusado, deverá absolvê-lo sem mais delongas. Trata-se do consagrado “in dubio pro reo” – na dúvida, absolve-se.

DCI – Liliana Lavoratti – 26/02/2016

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O setor bancário britânico e a UE

Howard Davies

Quando tornei-me chefe de supervisão bancária no Reino Unido, em meados dos anos 1990, meus amigos não acharam que fosse um passo glamoroso ou emocionante em minha carreira. Regulamentação bancária era uma atividade obscura, como limpeza de esgotos: essencial, talvez, mas dificilmente merecedora de uma manchete de primeira página. Manifestações de curiosidade sobre como eu ocupava minhas horas de trabalho eram um sinal de polidez amistosa, em vez de interesse genuíno.

Vinte anos mais tarde, a estrutura da regulamentação bancária na Europa foi alçada ao topo da agenda política em Londres. É um dos pontos-chave na renegociação dos termos de adesão do Reino Unido à União Europeia do primeiro-ministro David Cameron.

Uma das quatro principais condições exigidas da UE por Cameron é uma abdicação nacional de elementos da regulamentação uniforme que o Banco Central Europeu (BCE) pretende introduzir na união bancária da zona do euro para garantir uma abordagem coerente entre todos os países membros. Os franceses e outros temem que essa abdicação poderá permitir que o Reino Unido, em busca de vantagens competitivas, afrouxe a regulamentação financeira em Londres, apesar de evidências recentes sugerirem que exigências de capital bancário e outros controles sobre as atividades dos bancos, são, na verdade, agora, mais severos em Londres do que no resto da Europa.

Por exemplo, não há equivalente europeu para a exigência britânica de separação entre as atividades bancárias varejista e comercial, e a oposição dos governos francês e alemão sugere ser improvável que venha a existir alguma.

Como sabemos, a razão pela qual a supervisão bancária – e a regulamentação financeira de modo mais geral – tem maior relevância política é hoje óbvia: A crise financeira de 2008 mostrou que falências bancárias poderiam ter produzido consequências catastróficas para a economia como um todo.

Essa crise surgiu na esteira de um período durante o qual o setor financeiro cresceu dramaticamente, especialmente na Europa. A relação bancos/mercado – o tamanho do setor bancário em relação ao tamanho dos mercados de ações e títulos – praticamente dobrou no Reino Unido e na Alemanha em pouco mais de uma década, ao passo que a relação permaneceu estável nos EUA, e em nível muito mais baixo.

A diferença é particularmente acentuada na zona do euro, onde dois terços do financiamento das empresas não financeiras vêm de empréstimos bancários. A proporção comparável é mais próxima de 20% nos EUA, onde, como no Reino Unido, os mercados de capital fundados em ações e dívida desempenham um papel muito mais importante no financiamento dos investimentos empresariais.

No curto prazo, a consequência foi que a crise de crédito que começou em 2008 teve um impacto mais grave e de mais longo prazo nas economias europeias mais fortemente dependentes dos bancos, à medida que os bancos reduziram os empréstimos para preservar e reconstruir suas proporções de capital. Esse processo ainda está em curso em áreas da Europa continental, embora os empréstimos dos bancos a empresas tenham se recuperado no Reino Unido. Mas um novo estudo realizado por Sam Langfield, do BCE, e Marco Pagano, da Universidade de Nápoles, sugere que as implicações de longo prazo são ainda mais prejudiciais do que suspeitadas anteriormente.

Langfield e Pagano salientam que nos oito anos desde a crise, o PIB da União Europeia cresceu apenas 2%, em comparação com mais de 9% nos EUA, e atribuem essa disparidade a diferenças transatlânticas na estrutura financeira. Analisando os dados referentes a um grande número de países, eles concluem que “um aumento no tamanho do setor bancário de um país em relação à capitalização via ações e de títulos privados está associado ao menor crescimento do PIB no período quinquenal subsequente”.

E a magnitude do impacto por eles avaliado é considerável. A relação bancos/mercados na Europa era 3,2 em 1990; em 2011, tinha subido para 3,8. Um aumento nessa escala está associada, no modelo deles, a uma redução de 0,3 ponto percentual no crescimento anual, e o dobro em meio a uma crise no mercado habitacional, dado o elevado percentual de financiamentos habitacionais nos balanços dos bancos da UE.

Muitos países da UE, especialmente a Irlanda e a Espanha, sofreram um colapso dos preços das moradias após 2008. Assim, o tamanho relativo dos bancos na UE pode ser responsável por cerca de metade do déficit de crescimento, em comparação com os EUA.

Isso explica por que o BCE, e alguns governos da UE, estão interessados no projeto de União dos Mercados de Capital, que visa encontrar maneiras de estimular o crescimento de canais de financiamento não bancário em todo o continente. Um progresso nesse sentido reduziria a perigosa e excessiva dependência em relação aos bancos.

O Reino Unido, como sempre, encontra-se em algum lugar no meio do Atlântico. O crescimento econômico acumulado entre 2008 e 2015 foi de 6%. Um pouco mais próximo dos EUA do que do resto da Europa, mas uma recuperação ainda assim relativamente fraca de uma recessão profunda.

O mercado acionário britânico é maior, em relação à sua economia, do que a maioria dos outros na Europa. Seu sistema bancário é grande e concentrado, embora novos entrantes e novos canais de financiamento estejam mudando isso. Empréstimos entre pares cresceram mais rapidamente do que no restante da Europa.

Os bancos britânicos estão, portanto, em média, mais focados em mercados não europeus, o que faz o setor bancário parecer maior. E um terço dos ativos do setor bancário britânico é, na realidade, detido por bancos externos à UE. Apenas Luxemburgo chega perto, a apenas pouco abaixo de 20%, ao passo que na França, Alemanha e Itália, a parcela externa de seus mercados domésticos é insignificante.

Essas diferenças podem explicar em parte a relutância britânica em participar da união bancária europeia, ao passo que alguns outros países da zona do euro estão dispostos a aderir, temendo que, do contrário, eles poderão ser na prática excluídos da formulação de políticas do BCE. Em Londres, até mesmo os pró-europeus preferem atacar os problemas remanescentes do setor financeiro britânico em base nacional; as diferenças estruturais tornam essa escolha compreensível.

Valor Econômico -26/02/2016

Redação On fevereiro - 26 - 2016
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