Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 26 de Setembro de 2017






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Receita do setor cai 35% em janeiro

O faturamento líquido da indústria brasileira de máquinas e equipamentos somou R$ 4,1 bilhões em janeiro, 35% abaixo do valor verificado no mesmo mês do ano passado. Na comparação com o mês de dezembro, houve queda de 24% no faturamento das companhias de bens de capital mecânicos.

Os dados foram divulgados ontem pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), entidade que representa o setor.

De acordo com a associação, os dados mostram o baixo nível de investimento do mercado doméstico e a falta de dinamismo do setor nas exportações.

“As incertezas políticas combinadas com a política econômica recessiva, onde o custo do capital é incompatível com o retorno dos investimentos, têm inviabilizado qualquer decisão de investimento do país”, avaliou a entidade na divulgação dos dados.

Segundo a associação, as exportações do setor caíram 12,1% em janeiro, na comparação anual, somando US$ 509,3 milhões. Enquanto isso, as importações totalizaram US$ 1,3 bilhão, queda de 30% em um ano.

Com isso, o setor teve déficit comercial de US$ 823,6 milhões em janeiro, o que representa uma redução de 38% na comparação com o mesmo mês de 2014.

A Abimaq mostra ainda que o setor de bens de capital mecânicos operou com uma utilização de 60,9% de sua capacidade instalada em janeiro, 10% abaixo do visto em janeiro do ano anterior.

Valor Econômico – 25/02/2016

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Brasil: um terço da produção parado

Mais de um terço de toda a produção industrial do país está parado. “Isso significa que as indústrias deram férias coletivas ou mesmo dispensaram empregados para reduzir custos com turnos e operações. Por exemplo, se tem três máquinas, uma está parada. Se são três turnos de funcionamento, reduziram-se para dois. Isso sem contar as empresas que fecharam”, explicou Marcelo Azevedo, economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), analisando a pesquisa Sondagem Industrial de janeiro.

De acordo com o estudo, a indústria brasileira iniciou 2016 com a utilização da capacidade instalada (UCI) em seu piso histórico, 62%, ou seja, a ociosidade está em 38% e é a maior desde que começou a série, em 2010. O percentual é igual ao de dezembro. Em janeiro de 2015, o setor utilizava 67% de sua capacidade.

Como efeito da desaceleração da produção, o nível dos estoques caiu, mas ficou dentro do planejado. Em janeiro, o índice atingiu em 48,4 pontos, queda de 1,6 ponto da linha divisória. O ponto positivo na sondagem foi que aumentou a disposição dos empresários para exportar. Por conta do câmbio favorável, os industriais esperam ampliar as vendas no exterior. O índice de expectativa de quantidade exportada aumentou pelo segundo mês consecutivo, se afastando ainda mais da linha divisória de 50 pontos. Com o aumento, alcançou 53,5 pontos, o maior valor desde outubro de 2013.

Correio Braziliense – 25/02/2016

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Desemprego chega a 14% na Grande SP

A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo cresceu de 13,9% em dezembro para 14% no primeiro mês de 2016, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese. Em janeiro de 2015 a taxa era de 9,8%.

O contingente de desempregados foi estimado em 1,549 milhão de pessoas na região metropolitana paulista, mil a menos do que no mês anterior. A relativa estabilidade da taxa no período deveu-se principalmente à retração da população economicamente ativa, de 0,7%.

Entre os setores, a indústria foi aquele que mais demitiu no período, eliminando 41 mil postos de trabalho (2,7% da mão de obra). A construção fez 25 mil cortes (3,6%), o comércio, 24 mil (1,4%). Com alta de 19 mil vagas, serviços ampliou o emprego em 0,3%.

O rendimento dos ocupados cresceu 2,8% em termos reais em dezembro, em relação a novembro, passando a R$ 1.987. O dos assalariados avançou 2,1%, para R$ 2.201.

Valor Econômico – 25/02/2016

Redação On fevereiro - 25 - 2016
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